2014

publicado el 20/08/2015 a las 14:22 .

Sindicalistas de 30 países se encuentran en São Paulo, para la Reunión General de la Red Sindical de Cooperación al Desarrollo


19 de marzo de 2014: Representantes de 30 países se reúnen por primera vez en América Latina, para trabajar el tema de cooperación al desarrollo de la Red Sindical, entre los días 18 y 20 de marzo.

El acto de inauguración de la reunión general contó con la presencia de sindicalistas de 30 países pertenecientes a 33 sindicatos: 3 de Global Union Federations (GUFs), 4 de Organismos de Cooperación Sindical al desarrollo, miembros de la ITUC Africa (International Trade Union Confederation Africa), ITUC-Asia Pacific e ITUC Jordania.
 

 
La reunión comenzó con las palabras de Wellington Chibebe (Secretario General adjunto de la CSI), el cual resaltó la importancia de tener en cuenta los puntos de vista del sur en las futuras reuniones sobre desarrollo.

Daniel Olesker, Ministro de Desarrollo Social en Uruguay, señaló que los gobiernos progresistas de la región no solo buscan el crecimiento económico sino también una redistribución justa de la riqueza. Hablando de la experiencia del gobierno del Frente Amplio en su país señalo que “Uruguay derrumbo los mitos que hay de crecer para después distribuir, demostró que no hay que elegir por ejemplo, entre creación de empleo y aumento de salarios, se puede conseguir los dos al mismo tiempo” apuntó.

Luiz Dulci, Director del Instituto Lula, habló sobre la importancia de incluir la posición sindical en los debates sobre desarrollo y destacó la ausencia de un modelo de desarrollo universal más equilibrado y la herencia de políticas económicas que excluyeron a las mayorías. También habló sobre la importancia de la participación democrática para el desarrollo y del papel fundamental de los sindicatos en ella.

Durante la sesión siguiente, Boris Utria (Banco Mundial), Carlos Mussi (CEPAL) y Pedro Santos (UE), presentaron las prioridades de sus respectivas organizaciones  en términos de políticas de desarrollo globales y regionales.

Víctor Báez, Secretario General de la CSA, destacó la importancia de la creación por parte de los sindicatos de la PLADA (Plataforma de Desarrollo para las Américas) con el fin de cuestionar el modelo de desarrollo neoliberal hegemónico. “La PLADA se apoya en una visión del desarrollo basada en el trabajo decente, distribución de la riqueza, democracia participativa, sustentabilidad medioambiental e igualdad de género”, señaló. Este documento será presentado próximamente a los gobiernos de la región y a los actores sociales y políticos y se convertirá en el instrumento de los sindicatos para disputar una nueva hegemonía frente al modelo neoliberal.

Por su parte, Kwasi Adu-Amankwah (Secretario General de ITUC-África), puso de manifiesto el hecho de que África sufre las consecuencias de los programas del FMI (Fondo Monetario Internacional) y del Banco Mundial. “África necesita construir naciones, integración e industrialización con infraestructuras. También economía social”, apuntó. El Secretario general de ITUC-África, explicaba que los acuerdos de comercio de la unión europea con África incluyen nuevos temas que dividen las naciones africanas y que los sindicatos tienen un rol fundamental en el desarrollo, deben jugar su papel político, se debe trabajar más en la defensa de la libertad sindical y señaló la situación de países como Swaziland, donde no se pueden formar sindicatos. “África necesita más sindicatos fuertes”, reforzó.

Para ver las fotos del encuentro, visite el álbum de la CSA en el Facebook (contenido abierto): Clique aquí. 

Adidas e FIFA devem assumir a responsabilidade pelo bem-estar dos trabalhadores Cambodianos



Esquerda: Trabalhadores na fábrica Shen Zhou em Cambodia costuram vestuário da Adidas para Jogos Olímpicos de 2012 em Londres. Direita: As condições de moradia dos trabalhadores, na sua grande maioria mulheres, são extremamente precárias. (Fotos: DailyMail.co.uk)


Copa do Mundo, FIFA e Adidas

A FIFA e a Adidas anunciaram a renovação do acordo de parceria de longo prazo que concede à Adidas os direitos de licença de fornecedor para a Copa do Munda da FIFA e todos os eventos da FIFA até 2030. A longa historia de parceria entre Adidas e FIFA completará, assim, 60 anos.

Sem dúvida, o motivo do manteniemnto dessa parceria para mais de 20 anos são os lucros massivos que serão gerados pelas vendas de produtos da Copa do Mundo. Por exemplo, a Adidas lucrou mais de um bilhão de dólares com a parceria na Copa do Mundo em 2010 e está prevendo ganhar mais na Copa do Mundo no Brasil.

A multinacional utiliza os megaeventos esportivos como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos para promover sua imagem e expandir sua capacidade de mercado. Firmando tal parceria com a FIFA, a Adidas tem os diretos exclusivos de distribuir e vender os produtos esportivos da Copa do Mundo. É obvio que os diretos privilegiados nos megaeventos esportivos tem um impacto significativo sobre o desempenho da multinacional.

Na ultima década, as vendas do grupo Adidas cresceram mais de 200%, enquanto o numero de trabalhadores empregados pelo grupo aumentou quase três vezes. Cabe lembrar que enquanto 76% dos fornecedores estão localizado no sudeste asiático, 66% das vendas são realizadas na Europa e na América do Norte. Sabe-se que os motivos pelos quais a produção da marca é concentrada no sudeste asiático são os salários baixos, as condições flexíveis de trabalho e as políticas de governos que favorecem as empresas internacionais. Na última década, o custo do emprego no grupo Adidas caiu 10% em termos reais.

Adidas e Cambodia

A industria de vestuário do Cambodia é um dos centros principais dessa exploração. O salário mínimo atual no Cambodia é R$190 (BRL) que está vigente nas fabricas dos fornecedores do Grupo Adidas do Cambodia. O salário é tão baixo que os trabalhadores mal conseguem garantir as necessidades básicas. Muitos vêm sofrendo com a desnutrição e com as horas extras excessivas e muitos acabam ate desmaiando nos locais de trabalho. O único país do mundo com salário mínimo mais baixo do que io do Cambodia é Bangladesh, onde as manifestações recentes dos trabalhadores resultou num aumento substancial no salário mínimo.

Cabe mencionar que, além de receber salários baixos, os trabalhadores de Cambodia padecem da falta de democracia. Durante as últimas manifestações por um salário decente (liderado pela C.CAWDU, filiado da IndustriALL iem Cambodia, o sindicato cambodiano no setor vestuário), cinco trabalhadores foram mortos, quarenta e dois ficaram feridos e vinte e três foram presos. Milhares de trabalhadores tem sido despedidos só por terem participado nas manifestações de reivindicações de aumento do salário mínimo para R$380 (BRL), o custo mínimo de sobrevivência.

A Adidas e outras marcas famosas condenaram publicamente os atos do governo e os sindicalistas presos por meio de uma carta assinada com alguns sindicatos globais, no entanto, apenas palavras não são o bastante para fazer uma mudança significativas na vida dos trabalhadores e trabalhadoras do Cambodia.


Sindicatos cambodianos anunciaram uma greve nacional em dezembro de 2013 para exigir
um aumento no salário mínimo para R$380 (BRL) mensal. (Foto: PressTV.com)


Adidas e FIFA podem aumentar salários e parar repressão

Segundo a lista publicada pela Adidas, há cinco fornecedores da empresa no Cambodia produzindo roupas e calçados para a Copa do Mundo da FIFA. Infelizmente, as condições de trabalho nestes locais não são diferente do resto do pais em termos de salários, horários, segurança e saude no trabalho. Isto significa que Adidas junto com Fifa fazem parte da repressão anti-sindical com o apoio do governo cambodiano. De fato, isto contradiz a meta da parceria que a FIFA fez com a Adidas: “implementando programas sociais e ambientais que impactam comunidades e indivíduos de maneira positiva”.

Em vez de resolver os problemas de precarização no trabalho, o governo cambodiano junto com as empresas internacionais ameaçam deixar milhares de trabalhadores e trabalhadoras desempregados. Os trabalhadores e seus sindicatos estão aterrorizados com um (falso) argumento neoliberal que o capital foge dos países onde os salários são altos. Isto mostra que o governo de Cambodia e Adidas são cúmplices na repressão anti-sindical.

Anna Gedda, representante da marca Sueca H&M, recentemente disse em uma reportagem: “Um salario digno e justo devem ser pagos por todos nossos fornecedores. Estamos dispostos a pagar para que estas mudanças ocorram”. Além do governo de Cambodia, as empresas internacionais também devem assumir a responsabilidade pelo bem-estar dos trabalhadores cambodianos. Por exemplo, o volume do lucro anual da Adidas (aproximadamente US$ 20 bilhões) é muito mais que o Produto Interno Bruto de Cambodia (aproximadamente US$16 bilhões). Dessa forma, é inaceitável obrigar os trabalhadores a ganhar menos e morar em condições miseráveis enquanto Adidas espera ganhar mais que US$ 1.1 bilhões em 2014.
 
As empresas internacionais devem dizer publicamente que estão prontas para pagar o preço para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores em termo de salários, benefícios e condições de trabalho.


Nas Filipinas, ativistas sindicais protestaram fora da Embaixada de Cambodia
no dia 10 de janeiro 2014, para exigir a liberaç&atild

Cierre de la Reunión General de la Red Sindical de Cooperación al Desarrollo en São Paulo


21 de marzo de 2014: La reunión General de la Red Sindical de Cooperación al desarrollo (RSCD) terminó ayer, día 20/3, con un análisis de los temas prioritarios para la cooperación al desarrollo, como: el rol del sector privado en el desarrollo, la agenda post 2015, la reunión de Alto Nivel sobre Eficacia de la Cooperación de México, la cooperación sur-sur y triangular.

1. Reunión de Alto Nivel en México: Objetivos y participación sindical

Gerardo Bracho, representante de México ante el DAC (Dirección de la Cooperación por el Desarrollo) de la OCDE (Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico) resaltó la importancia de actualizar en México los compromisos de la Declaración de París de 2005 sobre "eficacia de la cooperación al desarrollo", puesto que la dinámica de la cooperación a nivel mundial cambió mucho en los últimos años. En este marco, Bracho, reconoció la importancia de la contribución sindical en la definición de los compromisos de México, especialmente por lo que concierne a la promoción del dialogo social entre trabajadores y empleadores.


2. El sector privado en la cooperación al desarrollo

Pierre Habbard, consultor del TUAC/OCDE (Comité Consultivo Sindical de la OCDE) y de la CSI (Confederación Sindical Internacional), presentó el documento “El sector privado y su rol en el desarrollo – Una perspectiva sindical” elaborado por la RSCD/CSI. El documento señala que en los últimos años ha aumentado el volumen de la Ayuda Oficial al Desarrollo destinada al sector privado y cuestiona los objetivos y resultados de dicha cooperación en términos de eficacia del desarrollo.

En términos de posicionamiento sindical frente a este fenómeno, Habbard destacó: 1) la defensa del rol del Estado como actor principal de las políticas de desarrollo; 2) la promoción del enfoque de derechos en la cooperación; 3) el respeto de los estándares sobre transparencia, rendición de cuentas y evaluación de impacto de la cooperación por parte del sector privado; 4) el apoyo a las pequeñas y medias empresas (PyMEs) y la lucha para terminar con la informalidad.

3. Cooperación sur-sur y triangular

Kjeld Jacobsen -CSA (Confederación Sindical de trabajadores/as de las Américas)- presentó el panorama de la cooperación sur-sur y triangular en América latina, mostrando que muchos países de América ya son tanto receptores como ofertantes de cooperación. En términos de prioridades de cooperación, mostró que la mayoría de los fondos se destinan al fortalecimiento de las actividades productivas, a infraestructura y servicios, mientras que una parte mínima se destina a temas relacionados con la promoción del trabajo decente.

4. Agenda Post 2015

Matt Simonds (RSCD/CSI) explicó el proceso de definición de la Agenda post-2015 y presentó una evaluación sindical del documento “Ámbitos prioritarios”, elaborado por el Grupo de Trabajo Abierto de la Asamblea General de Naciones Unidas como punto de partida para la definición de los ODS. Simonds destacó en términos positivos la inclusión del Trabajo Decente entre los ámbitos prioritarios, junto con los temas de Educación, Igualdades y Género; por otro lado, subrayó la escasa atención al tema de la Protección Social, así como la presencia de un ámbito prioritario sobre Crecimiento económico (lo cual se presenta como un fin en lugar de un medio para el desarrollo).

Plan de acción

En la última parte de la Reunión se presentaron las actividades regionales de la Red en las Américas, en África y Asia, y se definió el plan de acción de la RSCD para 2014-2015.
En la evaluación final, se reconoció el progreso de la Red en su capacidad de incorporar las visiones del Sur sobre el modelo de desarrollo y cooperación, y se anunció que la próxima Reunión General se celebrará en África en 2015.


Puede ver los documentos de la Reunión General clicando aquí

Para más informaciones visite la página: http://www.ituc-csi.org/development-cooperation?lang=es

La CSA apoya la huelga nacional por las y los trabajadores/as de Paraguay

La Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA), expresión continental de la Confederación Sindical Internacional (CSI) y que en la región representa a más de 50 millones de trabajadoras/es, se dirige al Presidente de la República de Paraguay, Horacio Cartes, con el fin de manifestar su apoyo a la Huelga Nacional del día 26 de marzo del presente año convocada en forma unánime por las y los trabajadores de Paraguay y sus organizaciones sindicales, en contra de las políticas neoliberales que se vienen aplicando en perjuicio de los y las trabajadores/as y de la ciudadanía en general.

La plataforma de las reivindicaciones de la Huelga General contiene las siguientes exigencias:

1. Instalación de un modelo económico, productivo y agrológico que esté al servicio de las grandes mayorías.

2. Reajuste salarial del 25% y control de precios de la canasta básica.

3. Derogación de la Ley Alianza Pública Privada.

4. Derogación de la Ley de Militarización, no judicialización y criminalización de la lucha social y sindical.

5. Derogación del alza en los precios del transporte público, los productos y servicios básicos, con un efectivo control de los valores de la canasta familiar.

6. Educación y salud gratuitas y de calidad.

7. Generación de empleos decentes.

8. Respeto y promoción de la libertad sindical y la contratación colectiva y de los derechos humanos en general.

9. Reforma agraria.

La CSA-CSI exige a su gobierno reconocer las legítimas reivindicaciones expresadas en esta Huelga General convocada para el día 26 de marzo y adoptar urgentemente las medidas necesarias que permitan la vigencia efectiva de los derechos a la libertad sindical y el derecho a la negociación colectiva; derechos básicos sin los cuales no hay democracia real, el establecimiento de una política salarial justa, en el marco de una política de “igualar para crecer” y el reconocimiento real de la seguridad social como un derecho humano.

El movimiento sindical internacional ha convocado para el día 26 de marzo una manifestación frente a las embajadas/consulados de Paraguay en las Américas a fin de expresar su solidaridad a la Huelga General.

Igualmente, se mantendrá atento a su gestión gubernamental y, en especial, a las dificultades que enfrentan los Sindicatos paraguayos para llevar una vida institucional propia de una sociedad democrática.



 

Solidaridad por los trabajadores/as de Paraguay


26 de marzo de 2014: Esta mañana tuvo lugar la manifestación por los trabajadores/as de Paraguay en São Paulo, convocada por la Confederación Sindical de trabajadores/as de las Américas (CSA) junto a la CUT Brasil (Central Única de trabajadores), FS (Fuerza Sindical) y UGT Brasil (Unión General de trabajadores).

El acto solidario tiene como fin apoyar la Huelga Nacional por las y los trabajadores/as de Paraguay y sus organizaciones sindicales, en contra de las políticas neoliberales que se vienen aplicando en perjuicio de las y los trabajadores/as y de la ciudadanía en general.


 
El Secretario General de la CSA, Victor Báez, junto con los representantes que asistieron al acto solidario de las siguiente centrales sindicales; CUT, FS y UGT, respectivamente, entregaron en el consulado Paraguayo en São Paulo una carta dirigida al actual presidente de Paraguay, Horacio Cartes, exigiendo adoptar urgentemente las medidas necesarias que permitan la vigencia efectiva de los derechos a la libertad sindical y el derecho a la negociación colectiva, en el marco de una política de “igualar para crecer”.

“Usen y abusen de los trabajadores paraguayos”, esto fue lo que dijo el actual presidente de Paraguay a unos empresarios brasileños y en este contexto se pronuncia el Secretario General de la CSA que explica la situación que sufre Paraguay en la que la mayoría de los trabajadores/as no llegan al salario mínimo. “El gobierno de Paraguay dice que no puede subir el salario mínimo para no perjudicar a los que ganan menos, piensan que somos tontos, lo que tienen que hacer es subir los salarios desde abajo”, señaló.


Báez destacó que la huelga es por un reajuste salarial del 25% y por la reforma agraria, entre otras reivindicaciones; finalmente, resaltó el hecho de que la huelga fue un éxito con taxistas, sindicalistas y un montón de trabajadores/as en todo el mundo que se reivindicaron en las calles para apoyar esta iniciativa de los trabajadores/as paraguayos.“En Montevideo, Buenos Aires, Lima, Madrid... están nuestros compañeros en las embajadas de Paraguay de sus países para apoyar la huelga; muchas gracias porque hoy es por nosotros pero mañana puede ser por ellos”, reforzó .


Otras fotos del acto en São Paulo estan disponibles en la página de la CSA del Facebook.(contenido abierto)
 

Sindicatos y marcas intensifican presión sobre el gobierno de Camboya


 
IndustriALL Global Union, Uni Global Union y la CSI, junto con 30 marcas importantes, como H&M, Inditex, Gap, Adidas y Nike, han firmado una carta conjunta dirigida al Primer Ministro de Camboya, reiterando la importancia de resolver como asunto de urgencia la cuestión del salario mínimo. Exigen también se respeten los derechos humanos de los 21 manifestantes detenidos desde que comenzaron las protestas salariales en enero.

Se envió la carta señalada después de que los sindicatos camboyanos decidieran postergar una huelga prevista para el 12 de marzo, con el fin de dejar tiempo suficiente para iniciar un diálogo con el gobierno sobre el proceso de establecimiento del salario mínimo. Los trabajadores y trabajadoras de la confección exigen un aumento del salario mínimo, de US$100 a US$160 al mes.

Jyrki Raina, Secretario General de IndustriALL, dijo al respecto:

Los sindicatos de Camboya han mostrado buena voluntad al aplazar la huelga; ahora es el momento para que el gobierno participe en un diálogo constructivo. Los sindicatos y marcas internacionales están trabajando en forma unida para apoyar este proceso, buscando cómo poner fin al estancamiento con relación al salario mínimo. Todas las marcas deben comprometerse a pagar más a los proveedores para que así puedan sufragar el costo del aumento salarial.

Philip Jennings, Secretario General de UNI Global Union, señaló:

"Ha llegado la hora de aplicar una nueva política en Camboya, a través del diálogo y reconocimiento de las normas internacionales del trabajo. En consecuencia, hacemos un llamado, una vez más, para que el gobierno de Camboya deje en libertad inmediata a los 21 trabajadores que siguen encarcelados por el simple hecho de tener la valentía de denunciar la injusticia".

Por otra parte, Sharan Burrow, Secretaria General de la CSI, afirmó:

“En estos momentos, se está atacando gravemente la libertad de sindicación en Camboya. El gobierno ha congelado todos los nuevos registros sindicales y ha prohibido las manifestaciones públicas de apoyo a los derechos de los trabajadores, quienes enfrentan represalias en sus lugares de trabajo por ejercer este derecho fundamental. Todos queremos que se establezca una industria sostenible de la confección, y el gobierno y los empleadores deben respetar la libertad de sindicación. Los sindicatos de Camboya y de todo el mundo emprenderán campañas para procurar que los trabajadores camboyanos puedan ejercer este derecho fundamental.”

Los sindicatos y las marcas están instando al gobierno de Camboya para que cumpla, lo más pronto posible, su promesa de crear un mecanismo rápido y con amplia participación de las partes interesadas para determinar los salarios mínimos.

La carta también señala que la aprobación de la nueva ley sobre sindicatos debe cumplir con los convenios 87 y 98 de la OIT, y que ha de ser un proceso abierto y democrático para promover relaciones de trabajo eficaces.

Los sindicatos y las marcas también expresaron su grave preocupación en vista de que se ha informado que no hay nuevos registros sindicales en 2014, y que no se va a permitir ningún otro registro hasta que entre en vigencia la nueva ley.

Por otra parte, al tiempo que reconocen el derecho de los propietarios de las fábricas de pedir compensación a cualquier persona que se compruebe haber dañado en forma criminal a su propiedad, los signatarios temen que la acción legal prevista contra los sindicatos de las fábricas que sufrieron daños durante las manifestaciones "pueda agravar la situación actual, haciendo que sea más difícil encontrar soluciones constructivas".

Leer la carta 


Para más informaciones contacte con:

Campaña Juego Limpio/Brasil – Confederación Sindical de trabajadores/as de las Américas (CSA)

-Bulend Karadag: bulend.karadag@csa-csi.org

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Se celebra el tercer Congreso Ordinario de la CNUS


 
28 de marzo de 2014: El 23 de Febrero del presente año tuvo lugar el tercer Congreso de la CNUS en el Aula Magna de la Universidad Autónoma de Santo Domingo (UASD) para elegir la nueva Dirección de la CNUS, en la que resultó electo de nuevo, el Compañero Rafael Abreu (Pepe) como Presidente de la Organización; el cual expresó su postura totalmente en contra de modificar el código laboral en beneficio de los empresarios/as.

Asistieron al congreso unos 1209 delegados para elegir la nueva Dirección de la CNUS y el evento contó con la presencia de personalidades tan importantes como la Ministra de Trabajo, Maritza Hernández; el Dr. Rafael Alburquerque, Ex Vicepresidente de la República; el Dr. Alexis Bandrich, Embajador de Cuba; Alberto Castellar, Embajador de Venezuela, así como los compañeros, Jacobo Ramos, Presidente de la CNTD (Confederación Nacional de Trabajadores Dominicanos) y Gabriel del Río Dañe, Secretario General de la CASC (Confederación Autónoma Clasista). Además, se recibieron importantes mensajes de motivación provenientes de organizaciones sindicales como la CSA por parte de Víctor Báez, Secretario General de la Confederación Sindical de trabajadores/as de las Américas.
 

Rafael Abreu (Pepe), destacó la difícil situación que viven los las trabajadores/as de la República Dominicana y señaló que derechos fundamentales como el derecho de libre asociación o el derecho a organizarse no se han conseguido plenamente aún en República Dominicana. “Son muchos los/as trabajadores/as a los que se les impide sindicalizarse y aquellos que lo intentan, corren la suerte de perder su empleo o permanecer bajo un ambiente de hostigamiento e inestabilidad laboral”, reforzó.

El Presidente de la CNUS explicó que el ejercicio de los derechos de libertad sindical y negociación colectiva constituye en República Dominicana una especie de delito, aun cuando estos derechos aparecen en la Constitución de la República, el Código de Trabajo, en los convenios 87 y 98 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT), en la Declaración Universal de los Derechos Humanos y en la Carta Democrática de la Organización de Estados Americanos (OEA), de los cuales el país es signatario.

Otro tema en el que incidió Rafael Abreu fue el tema del desempleo en la juventud, el cual destacó su estrecha relación con el elevado índice de delincuencia en el país. “Datos recientes muestran que el 34% de los jóvenes dominicanos son parte de la generación (NINI) que ni estudia ni trabaja, un drama que nos muestra una juventud sin horizonte”, apuntó; por esto, recordó que la CNUS junto a las demás centrales sindicales y sector empresarial, con la participación directa de la OIT, firmaron el año pasado el Plan Nacional de Trabajo Decente, que incorpora como una de sus prioridades la creación de empleo decente para los/as jóvenes.

Respecto al tema de la mujer en el trabajo, Abreu hizo especial hincapié en el hecho de que las mujeres aún ganan menos salario en un trabajo de igual valor frente al hombre y además es una víctima potencial de la delincuencia y la violencia intrafamiliar, laboral y social.

Para Finalizar; el presidente de la CNUS habló sobre la propuesta empresarial de modificar el Código Laboral y la calificó como una verdadera contra reforma. “Decirles a los/as trabajadores/as actuales que solo se preocupen por mantener sus derechos adquiridos y que asuman una modificación que perjudique a los/as trabajadores/as del futuro, es una aberración inaceptable”, afirmó.
 

Los principales compromisos, por parte de la asamblea de delegados que se tomaron durante el Congreso fueron los siguientes: Fortalecimiento de la Unidad de Acción del Movimiento Sindical de la República Dominicana, elaboración de una estrategia sindical para la formalización del empleo con derechos y protección social, incentivar una política de generación de empleo, juventud y derechos laborales; reforzar los derechos de las trabajadoras y la no discriminación e igualdad de oportunidades y de trato.

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Sindicalistas se solidarizan por los/as trabajadores/as de Paraguay


02 de abril de 2014: Este 26 de marzo tuvo lugar la huelga general de los/as trabajadores/as de Paraguay; ese mismo día, la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA), manifestó su apoyo a los trabajadores paraguayos junto a la CUT Brasil (Central Única de trabajadores), FS (Fuerza Sindical) y UGT Brasil (Unión General de trabajadores) en un acto de solidaridad frente al Consulado de Paraguay en São Paulo; además, el Secretario General de la CSA, Victor Báez, con los representantes que asistieron al acto solidario de CUT, FS y UGT, respectivamente, entregaron en el consulado una carta-protesta dirigida al actual presidente de Paraguay, Horacio Cartes, en apoyo a los trabajadores/as Paraguayos/as.

Igualmente, organizaciones sindicales de diversos países, se solidarizaron con estos/as trabajadores/as con una serie de actividades en contra de las políticas neoliberales que se vienen aplicando en perjuicio de los mismos y de la ciudadanía en general.

El día fue marcado por actos delante de las Embajadas y Consulados de Paraguay en diferentes países y también por el envío de cartas-protesta dirigidas al actual Presidente de la República de Paraguay, Horacio Cartes.

Organizaciones sindicales de 9 países, enviaron cartas-protesta al gobierno paraguayo:

- UGT Brasil.
- Movimiento Sindical y Popular Autónomo Guatemalteco; integrado por: CGTG (Central General de Trabajadores de Guatemala), CUSG (Confederación de Unidad Sindical de Guatemala), UNSITRAGUA HISTORICA y MTC de San Marcos
- Convergencia Sindical de Panamá
- CUT Colombia (Central Unitaria de Trabajadores de Colombia)
- CATP (Central Autónoma de trabajadores del Perú)
- UNT México (Unión Nacional de Trabajadores)
- CUT Perú (Central Unitaria de trabajadores del Perú)
- CGT RA Argentina (Confederación General del Trabajo)
- UGT (Unión General de Trabajadores) y USO (Unión Sindical Obrera), España

Actividades

En los diferentes países, diversos actos tuvieron lugar, por el apoyo de los trabajadores/as de Paraguay.

Paraguay

El centro neurálgico del repudio a la política neoliberal de Cartes fue en Paraguay con una huelga general que paralizó el país, los manifestantes se pronunciaron con canticos en Asunción (Paraguay) con el siguiente lema o frase “Use y abuse, pero de vende-Patria no me acuse”, en respuesta a las recientes declaraciones del Presidente de la República de Paraguay a unos empresarios brasileños.

Al frente de la marcha principal en Asunción, la cabeza de Cartes era mostrada simbólicamente en una bandeja, arrancando aplausos por las calles de la capital de la República de Paraguay.


Es importante destacar aquí también la figura del presidente de la Central Unitaria de Trabajadores Autentica (CUT-A), Bernardo Rojas, el cual ha sido esencial para el desarrollo de la huelga. "Con las seis centrales obreras llegamos a un acuerdo de unidad de acción que culmine con la huelga general ya que el gobierno se ha negado sistemáticamente a conversar la problemática laboral. Tenemos el apoyo de más del 80 % de los trabajadores/as y todos los sectores, se adhieren a la huelga los sectores de transporte, salud, educación, del sector de la industria, del comercio, campesinos y estudiantes", subrayó. Rojas.

Argentina

LA CTA (Central de Trabajadores de la Argentina) se movilizó a su embajada de Paraguay en solidaridad por los trabajadores Paraguayos. Trabajadores/as y movimientos sociales y políticos se manifestaron en las puertas de la embajada para repudiar la implementación de un terrible ajuste y congelamiento salarial acompañado por privatizaciones como las que reinaron en la República de Paraguay hace 20 años.

Entre los presentes estuvieron ATE Nacional, ATE Provincia de Buenos Aires, Los Trabajadores del Hospital Moyano, La Corriente Clasista y Combativa, MST (Movimiento Socialista de los Trabajadores), CICOP (Centro Internacional para la Conservación del Patrimonio, Argentina), la CTA Capital MTL (Movimiento Territorial Liberación) y gran parte de la mesa Nacional de la CTA, el colectivo 138 de Resistencia Cultural conformado por familiares de paraguayos/as en Argentina y algunas organizaciones
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El “MARZO PARAGUAYO” no solo puso en marcha un paro histórico sino que logro unir a todo el campo popular: Obreros, Campesinos y estudiantes, en un hito en la historia no solo del Paraguay sino también del movimiento obrero internacional que comienza a no tener fronteras cuando se trata de la clase obrera trabajadora.

Perú

CAT Perú, representada por por el Sec. General Víctor Irala del Castillo, solicitó, en respaldo a la huelga nacional de los/as trabajadores/as de la República de Paraguay, mediante un correo, una reunión con el Embajador de Paraguay en el Perú, el día 26.

La embajada comunicó la confirmación de la reunión a las 15.00 horas de ese mismo día, siendo recibidos por el Ministro Julio Duarte Van Humbck y el primer secretario de la embajada Manuel Ruiz Díaz, con quienes dialogaron y transmitieron el respaldo de la CSA y de todas sus afiliadas a los/as trabajadores/as paraguayos/as, por sus derechos laborales y se transmitió también el repudio contra la política nefasta y reaccionaria del gobierno del Presidente de Paraguay, el Señor Horacio Cartes, quien durante la campaña electoral había amenazado con combatir a los sindicatos “que estuvieran en contra del gobierno”.

Al respecto, el señor embajador, indicó que el Gobierno paraguayo ha convocado una mesa de dialogo con los trabajadores/as de Paraguay para dar una solución al problema.


Si usted tiene más informaciones sobre las acciones sindicales de solidaridad por los/as trabajadores/as de Paraguay, escriba para alejandro.menendez@csa-csi.org


La CSA apoya a los 5 campesinos en huelga de hambre por el caso Curuguaty


La Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA), expresión continental de la Confederación Sindical Internacional (CSI) y que en la región representa a más de 50 millones de trabajadoras/es, se dirige a Usted a fin de demandar la urgente e inmediata libertad de los 5 campesinos presos políticos del caso Curuguaty: FELIPE BENÍTEZ BALMORI, NÉSTOR CASTRO, ADALBERTO CASTRO, RUBÉN VILLALBA Y ARNALDO QUINTANA, quienes desde el 14 de febrero de 2014 han iniciado una huelga de hambre y actualmente se encuentran en extremo riesgo de vida.

Los cinco campesinos presos políticos comenzaron la medida extrema de fuerza como consecuencia de una serie de actos arbitrarios por parte del Poder Judicial y la Fiscalía por los cuales se niega el reconocimiento de sus tierras y la constante violación de los derechos humanos contra los líderes campesinos (ejecuciones sumarias, torturas, detenciones injustificadas, violación del debido proceso), situación que ha sido censurada por organizaciones internacionales tales como el Comité de Derechos Humanos de las Naciones Unidas.

Hasta la fecha los cinco campesinos presos políticos llevan 53 días sin ingerir alimentos complicando gravemente su estado de salud y con altos riesgos de perder la vida.

El pasado 26 de marzo RUBÉN VILLALBA, campesino de 48 años, luego de sufrir un pico de hipertensión fue trasladado desde el Penal de Tacumbú al Hospital Militar, donde los médicos intentaron alimentarlo compulsivamente por orden del Ministerio de Justicia, lo que contraría la voluntad expresada por los huelguistas de no ser alimentados hasta lograr los objetivos del ayuno, conforme al Protocolo de Malta sobre el tratamiento que deben recibir las personas que realizan huelga de hambre.

La Corte Suprema de Justicia de Paraguay rechazó el hábeas corpus genérico presentado a su favor, alegando “no encontrar causales” para beneficiar a los presos con medidas de prisión más leves, como podría ser el arresto domiciliario.

Desde la privación de la libertad de los cinco campesinos presos políticos la Fiscalía no ha presentado una sola prueba seria que demuestre alguna culpabilidad en el Caso Curuguaty, sino que por el contrario está violando gravemente y de manera sistemática el derecho al debido proceso. Los campesinos aún no han sido juzgados y se les está dando un tratamiento de “reos” de extrema peligrosidad y fuga cuando en realidad se hallan en el más precario estado de salud, ya que no pueden desplazarse por sí mismo y requieren de la asistencia familiar.

En este contexto, está plenamente justificada la URGENTE E INMEDIATA LIBERTAD de los cinco campesinos presos políticos, quienes se encuentran en este momento en riesgo de muerte o de daños permanentes para su salud.

El Estado paraguayo es el principal responsable en garantizar el respeto de los derechos humanos de todas/os las/os ciudadanas/os de Paraguay, conforme a los tratados internacionales de derechos humanos ratificados por Paraguay: Pacto Internacional de Derechos Civiles y Políticos, el Pacto Internacional de Derechos Económicos, Sociales y Culturales, la Convención Americana de Derechos Humanos (Pacto de San José), el Protocolo Adicional a la Convención Americana sobre Derechos Humanos en materia de Derechos Económicos, Sociales y Culturales (Protocolo de San Salvador). La propia Constitución Política de Paraguay establece la obligación del Estado de proteger la vida y la integridad física de toda persona humana.

Ante la grave y urgente situación en este caso concreto, como jefe del Estado de Paraguay Usted es el principal responsable y garante final de la salud y la vida de los cinco campesinos presos políticos en huelga de hambre.

Señor Presidente

La CSA-CSI exige a su gobierno la URGENTE E INMEDIATA libertad de los cinco campesinos presos políticos en huelga de hambre desde el 14 de febrero de 2014, el fin de la criminalización de la lucha social en el Paraguay y el esclarecimiento de los más de 130 asesinatos de líderes campesinos en los últimos años.

Luego de la masiva huelga general del 26 de marzo, que tuvo pleno apoyo de numerosas organizaciones sindicales de todo el mundo y que llevaba entre sus puntos la reivindicación de la libertad de los presos del caso Curuguaty, el movimiento sindical internacional seguirá más atento que nunca a su gestión gubernamental y, en particular, a su proceder respecto al derecho a la libertad y a la vida de los cinco campesinos presos políticos del caso Curuguaty: FELIPE BENÍTEZ BALMORI, NÉSTOR CASTRO, ADALBERTO CASTRO, RUBÉN VILLALBA Y ARNALDO QUINTANA. Toda la Red de Derechos Humanos de la CSA está ya trabajando sobre este caso en los diferentes países de las Américas.

 

Campesinos en huelga de hambre por libertad y justicia


Vigilia por los campesinos en huelga de hambre hace 54 días

08 de abril de 2014: El 14 de febrero de este año, se inició la huelga de hambre de los campesinos paraguayos, presos políticos del conocido caso Curuguaty, donde 11 campesinos murieron. La Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA), manifestó su apoyo a los campesinos, en una carta enviada al presidente de Paraguay, Horacio Cartes, a quien se demanda la urgente e inmediata libertad de los 5 campesinos.

La huelga es una medida extrema para conseguir su libertad y consecuencia de una serie de actos arbitrarios por parte del Poder Judicial y la Fiscalía por los cuales se niega el reconocimiento de sus tierras y la constante violación de los derechos humanos contra los líderes campesinos (ejecuciones sumarias, torturas, detenciones injustificadas, violación del debido proceso), situación que ha sido censurada por organizaciones internacionales tales como el Comité de Derechos Humanos de las Naciones Unidas.

Los campesinos llevan 54 días sin ingerir alimentos complicando su estado de salud y con alto riesgo de perder la vida. Adalberto Castro, Néstor Castro, Felipe Benítez, Arnaldo Quintana y Rubén Villalba se encuentran aislados en el Hospital y sin posibilidad de estar acompañados permanentemente, bajo fuerte custodia de guardias y militares.

El pasado 26 de marzo, Rubén, campesino de 48 años, después de sufrir un pico de hipertensión, fue trasladado al Hospital Militar, donde los médicos intentaron alimentarlo compulsivamente por orden del Ministerio de Justicia, lo que contradice la voluntad expresada por los huelguistas de quedar sin comer hasta lograr los objetivos del ayuno, conforme al Protocolo de Malta sobre el tratamiento que deben recibir las personas que realizan huelga de hambre. Al respecto, el abogado Vicente Morales, representante de los presos, señaló que “la tortura en sus diversas formas, son inaceptables, son violaciones a los derechos humanos, no prescriben”. Y negaron algunas veces el acceso a Morales, abogado de los presos, hecho que constituye una clara violación al derecho a la defensa de todo ciudadano, que tienen derecho a tener permanente comunicación con su defensor.


Los campesinos llevan 54 días sin ingerir alimentos complicando su estado de salud

La Corte Suprema de Justicia de Paraguay rechazó el hábeas corpus genérico presentado a su favor, alegando “no encontrar causales” para beneficiar a los presos con medidas de prisión más leves, como podría ser el arresto domiciliario.

Los campesinos aún no han sido juzgados y se les da un tratamiento de “reos” de extrema peligrosidad y fuga cuando en realidad se hallan en el más precario estado de salud, ya que no pueden desplazarse por sí mismos y requieren de asistencia familiar.

Desde la privación de la libertad de los cinco campesinos, presos políticos, la Fiscalía no ha presentado una sola prueba seria que demuestre alguna culpabilidad en el Caso Curuguaty, sino que por el contrario se está violando gravemente y de manera sistemática el derecho al debido proceso.

Publicaciones de la caja de herramientas en el marco de la primera fase de la Campaña Continental de la CSA


 
15 de abril de 2014: Materiales formativos presentados el último día de las reuniones por la primera fase de la Campaña Continental de la CSA en São Paulo, en febrero del presente año, para la capacitación sindical sobre los derechos fundamentales objeto de la Campaña.

El objetivo de la “caja de herramientas” es asegurar una mayor difusión y utilización de herramientas formativas que han demostrado ser útiles para los procesos de capacitación del movimiento sindical latinoamericano, y por ende para un mayor reconocimiento de los derechos laborales y sindicales.
 
Publicaciones

1. Historias de Manuel LIBERTAD SINDICAL

2. Pasos para formar UN SINDICATO DE TRABAJADORES/AS

3. Libre Funcionamiento de las Organizaciones SINDICALES

4. GUÍA SINDICAL Implementación de las Recomendaciones del Comité de Libertad Sindical

5. Historias de Manuel NEGOCIACIÓN COLECTIVA

6. Pasos para llegar a la NEGOCIACIÓN COLECTIVA

7. GÉNERO Negociación Colectiva y Seguridad Social



Tres Sindicalistas son asesinados en Guatemala

16 de abril de 2014: El 25 de marzo y el 7 y 8 de Abril del presente año, fueron asesinados los compañeros sindicalistas: Gerardo de Jesús Carrillo Navas, William Retana Carias y Manuel de Jesús Ortiz Jiménez, respectivamente; tres compañeros sindicalistas, afiliados al Sindicato de Trabajadores de la Municipalidad de Jalapa (Guatemala).

La situación de violencia contra líderes sindicales es constante en Guatemala, por eso el movimiento exige la garantía del ejercicio de la libertad sindical en la región.

En carta pública, el movimiento sindical de Guatemala, representado por el MTC y las centrales sindicales: CUSG (Confederación de Unidad Sindical de Guatemala), CGTG (Central General de Trabajadores de Guatemala), y UNSITRAGUA (Unión Sindical de Trabajadores de Guatemala) afiliadas a la CSA (Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas), se solidariza con los compañeros del Sindicato de la Municipalidad de Jalapa y con las familias de los sindicalistas asesinados.

Es contante la violación de la libertad sindical en Guatemala, a pesar de los compromisos asumidos por el gobierno ante la comunidad internacional, es por eso que Latinoamérica sigue siendo el territorio más peligroso para el ejercicio de la actividad sindical.

La grave impunidad ha fortalecido la violencia contra los sindicalistas de la región, así, es responsabilidad del Estado, garantizar la libertad sindical que es uno de los derechos fundamentales para el ejercicio de la ciudadanía y de la democracia.
 

En Guatemala, el derecho de libertad sindical no se respeta y sigue siendo violentado de manera sistemática por el sector empresarial que opera en el país; en la carta, las centrales afirman: “ratificamos nuestra petición presentada en su momento al presidente de la Republica, Otto Fernando Pérez Molina; para que en Guatemala se respete el Derecho de Sindicalización y se permita a los sindicalistas ejercer el trabajo en un clima de seguridad y respeto, sin temor a ser despedidos, amenazados, hostigados o asesinados”.

Para leer la carta completa, en apoyo a los sindicalistas guatemaltecos asesinados haga click aquí.  

La CSA exige la prohibición en Colombia del uso del amianto

La Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA), expresión continental de la Confederación Sindical Internacional (CSI) y que en la región representa a más de 50 millones de trabajadoras/es, tiene como parte de sus líneas de acción “apoyar las acciones promovidas por la CSI respecto a la sustancias peligrosas como endolsufán y paraguat, así como seguir luchando para lograr una prohibición total del uso y comercialización del amianto” por lo que ha adelantado diversas reuniones internacionales para tratar distintas materias sensibles y preocupantes que en la región afectan y mantienen en riesgo la integridad y vida de las/os trabajadoras/res, entre las que se encuentra la exposición al asbesto o amianto.

En ese sentido nos dirigimos a usted, Juán Manuel Santos Calderón, Presidente de la República de Colombia, ya que hemos sido informados de que:

1. En Colombia se está incumpliendo el Convenio OIT 162, sobre el asbesto, en vigor desde el año 2001 y todas las alertas que en contra del asbesto o amianto han lanzado la OMS, la OIT, centrales sindicales, ambientalistas y gran parte de la comunidad internacional, donde se evidencia que el amianto en todas sus formas es cancerígeno.

2. El Gobierno a través del Ministerio de Trabajo, expidió la resolución 007 de 2011 por medio de la cual se buscó legitimar el uso del asbesto bajo la teoría del “uso seguro”, sin embargo tanto la OMS como la OIT han establecido que el amianto en todas sus presentaciones es cancerígeno. Como se ha evidenciado la exposición del asbesto no sólo es laboral, ya que todos los productos que se producen son para el público y así también se expone a toda la población a este mortífero material

3. En Colombia, se ha instituido desde el Estado la “Comisión Nacional de Salud Ocupacional del asbesto crisotilo y otras fibras” y que con la misma sólo se propende por continuar el uso del asbesto bajo la mentirosa teoría del “uso seguro”, cuando tal seguridad es imposible al punto que en el mundo todos los gobiernos responsables con sus trabajadoras/es y su población han adoptado por prohibir el uso de este material cancerígeno.

4. El gobierno colombiano se permitió la reapertura de una mina de asbesto en el departamento de Antioquía, municipio de Campamento, mientras en otros países se avanza en el cierre de minas.

Es de saber que el Estado colombiano y su gobierno en particular son los principales obligados a garantizar la integridad física y la vida de todas/os las/os trabajadoras/es en Colombia.

Por ello, El movimiento sindical internacional está y estará alerta en denunciar en todas las instancias internacionales que correspondan los actos en contra de la vida y la salud de las/os trabajadoras/es por la permisividad que el Estado Colombiano tiene frente al amianto y a la falta de prohibición de todas las formas de este letal material.

En vista de lo anterior:

La CSA expresa su preocupación y condena que en Colombia se exponga a las/os trabajadoras/es y a todas/os las/os colombianas/os a los peligros y consecuencias negativas del asbesto o amianto en todas sus formas, y que con ello vaya en contravía del esfuerzo continental y mundial de organizaciones internacionales como la OIT, la OMS en contra el uso del asbesto o amianto.

La CSA-CSI rechaza que en Colombia, a través del Ministerio de Trabajo se haya expedido la resolución 007 de 2011 en la que se adoptó teoría del “uso seguro” del asbesto para legitimar los intereses de grandes empresarios del asbesto y que el gobierno Nacional haya instituido una Comisión Nacional para defender esta lógica, en contra de la salud y la vida de las/os trabajadoras/es y la comunidad en general.

La CSA-CSI expresa su preocupación de que en Colombia se haya reabierto una mina de asbesto en el Departamento de Antioquia municipio Campamento y que con ello se exponga a las/os trabajadoras/es y a toda la población civil a las consecuencias negativas del amianto en todas sus formas.

La CSA-CSI exige en nombre de la comunidad sindical internacional que en Colombia se prohíba lo más pronto posible la explotación y el uso de todas las formas de asbesto o amianto, en correspondencia con el compromiso asumido por el Estado colombiano con la ratificación de los tratados internacionales de derechos humanos que establecen la obligación de garantizar el derecho a la salud y la vida de todas/os las/os ciudadanas/os colombianas/os.

 

Hoy termina la Reunión de Alto Nivel de la Alianza Global para la Cooperación Eficaz al Desarrollo

La reunión fue un espacio de dialogo de dos días en los cuales los sindicatos tuvieron la oportunidad de reafirmar su visión del desarrollo sostenible como actores de desarrollo.

La problemática que más se discutió en la Reunión de Alto Nivel fue el papel del sector privado en el desarrollo. «Muchos representantes de la Alianza no estuvieron de acuerdo con la idea de que el sector privado es la solución para el desarrollo y que los beneficios de las empresas automatícenle alcancen a los pobres» comentó Jan Dereymaeker, líder de la delegación sindical en México.

«Las empresas deben rendir cuentas de sus actividades y respetar estándares internacionales, para garantizar en particular el respeto de los derechos humanos y laborales», dijo Marita Gonzalez, como representante del movimiento sindical en la plenaria sobre el papel del sector privado en el desarrollo.

Los sindicatos y la sociedad civil entienden la pobreza como una falta de derechos humanos y de derechos para los trabajadores y trabajadoras. «Lamentamos que no haya un compromiso fuerte con la promoción de los derechos humanos y del derecho al desarrollo en el comunicado final. Desarrollo significa justicia distributiva y la posibilidad para los trabajadores y ciudadanos de revindicar sus derechos humanos» dijo Paola Simonetti, experta en derechos humanos y desarrollo de la Confederación Sindical Internacional (CSI).

Los sindicatos también lamentan la escasa atención prestada en el comunicado final a la igualdad de género y el empoderamiento de las mujeres, así como al problema urgente de la sustentabilidad medioambiental.

Como representante de la Confederación Sindical de las Américas, Kjeld Jacobsen se refirió específicamente a la situación de los países de media renta donde igualdad y trabajo decente deben ser los motores principales del desarrollo. Para alcanzar este desarrollo, numerosos sindicatos en Latino América han creado una plataforma de desarrollo para las Américas, PLADA.

La Alianza Global tiene que mejorar sus compromisos para un auténtico desarrollo social, económico y medioambiental. Los sindicatos, como nuevos miembros del Comité Directivo de la Alianza, están dispuestos a trabajar junto con la Alianza Global y las Naciones Unidas en definir el futuro marco de desarrollo sostenible post +2015.

 

Guatemala "debe hacer más" para proteger a los sindicalistas


Los trabajadores y trabajadoras, y sus sindicatos, se enfrentan a
violaciones generalizadas de sus derechos más elementales en Guatemala
 

 
Este compromiso ha sido el resultado de una intensa presión internacional para que se ponga fin a la impunidad en ese país centroamericano y exigiendo justicia para los 73 sindicalistas asesinados en los últimos años.

Guatemala sigue siendo el país más peligroso del mundo para los sindicalistas.

Los trabajadores y trabajadoras, y sus sindicatos, se enfrentan a violaciones generalizadas de sus derechos más elementales, incluyendo el derecho a sindicalizarse y a negociar en nombre de los trabajadores/as que representan.

Varios de los sindicalistas asesinados por defender mejores derechos laborales habían solicitado previamente protección del Gobierno luego de recibir amenazas de muerte. Sin embargo, no recibieron la debida protección y terminarían siendo asesinados.

Sometido a presiones internacionales, el Gobierno terminaría creando programas de protección para garantizar seguridad a los sindicalistas que consideraban estar en peligro.

Pero muchos sindicalistas afirman que esto no es suficiente. “Seguimos preocupados porque no se producen sentencias firmes”, comentó Luis Lara, Secretario General del Sindicato Nacional de Trabajadores de la Salud de Guatemala (SNTSPG) y dirigente del Frente Nacional de Lucha, movimiento popular en Guatemala.

“En el caso del asesinato de nuestro compañero Carlos Hernández Mendoza, sigue sin haberse dictado sentencia. Tampoco en el caso del compañero Ovidio Ortiz Cajas”.

Persistentes fallos

Tanto los sindicatos guatemaltecos como el movimiento sindical internacional han reiterado sus preocupaciones respecto a los persistentes fallos del sistema judicial a la hora de dictar sentencia contra los responsables de los asesinatos de sindicalistas.

Durante el último año, diversas delegaciones internacionales de alto nivel se desplazaron a Guatemala para reunirse con el presidente e instar a su Gobierno a que se ponga fin a la oleada de asesinatos de sindicalistas, de lo contrario se arriesgaría a perder su estatus comercial especial con Europa y los Estados Unidos.

La Internacional de los Servicios Públicos (ISP) celebró recientemente su conferencia regional anual en la Ciudad de Guatemala, confrontando a Pérez Molina sobre la falta de avances conseguidos desde su anterior visita seis meses antes.

“Aunque se han realizado algunos cambios cosméticos y se han creado numerosos organismos e instituciones, todo esto no ha conducido a cambios sustantivos”, indicó Sandra Vermuyten, encargada del departamento de Igualdad y Derechos Sindicales de la ISP.

”Por el contrario, la impunidad continúa y el Gobierno se niega a aplicar los acuerdos que ha firmado."

“La Oficina del Alto Comisionado de la ONU para los Derechos Humanos ha apuntado claramente a continuos asesinatos masivos, el desplazamiento de pueblos indígenas y la violencia contra sindicalistas. Estos son signos de un Estado fallido, cómplice de los intereses de un puñado de personas, para el cual no existen reglas”.

El mes pasado la OIT decidió posponer hasta noviembre una votación sobre si se iniciaría o no una Comisión de Encuesta sobre Guatemala, dando así al país algo más de tiempo para abordar todos los temas incluidos en el mapa de ruta que firmara a finales de octubre.

El presidente Pérez Molina aseguró a la Secretaria General de la Confederación Sindical Internacional (CSI), Sharan Burrow, que Guatemala tiene la intención de cumplir con el convenio internacional que garantiza la libertad sindical, y se comprometió a enviar una circular a todas las instituciones gubernamentales instándolas a respetar la libertad sindical y la negociación colectiva.

“Hace ya bastante tiempo que el presidente Pérez Molina debería haber empezado a cumplir sus más que buenas intenciones para los trabajadores y trabajadoras en Guatemala”, dijo Burrow.

“De lo contrario, el movimiento sindical internacional deberá intensificar sus presiones para que se inicie una Comisión de Encuesta (el procedimiento de investigación de más alto nivel en la OIT)”.

Esto podría tener un impacto importante para los acuerdos de libre comercio firmados por Guatemala, especialmente el Consejo de Arbitraje de CAFTA, e incrementar considerablemente la posibilidad de que se emprenda un procedimiento de queja ante la Unión Europea.

 

Faltan pocos días para el 28 de Abril



 

¡Celebraciones del 28 de Abril!

Compañeros y compañeras,

Desde 1969, cuando murieron 78 trabajadores por un accidente en una mina de los Estados Unidos, cada 28 de abril, por iniciativa del movimiento sindical canadiense, se realizan a nivel mundial diversas acciones para recordar a las trabajadoras y trabajadores que han deteriorado su salud y perdido su vida como consecuencia de condiciones de trabajo inseguras.

La CSA en su II Congreso de abril del 2012, con la Resolución relativa a Seguridad Social y Salud Laboral, reivindica la Seguridad Social como un Derecho Humano y la Salud Laboral como un componente del derecho a la seguridad social. Así, ratifica la importancia de la Estrategia Regional Sindical en Salud Laboral, construida colectivamente con sus afiliadas, como herramienta esencial para la acción sindical en salud laboral, con tres objetivos principales:

• Hacer visible lo invisible: poner sobre la mesa lo que piensan y perciben las trabajadoras y los trabajadores y sus experiencias en el trabajo relacionadas con la exposición a riesgos y las condiciones de trabajo, centrando la atención especialmente en las enfermedades relacionadas con el trabajo.

• Estimular la acción sindical de las afiliadas a través de redes sindicales que faciliten el acceso a mayor información y conocimiento: conocer mejor para actuar.

• Promover la negociación colectiva en materia de salud laboral.

Por eso, la CSA convoca sus afiliadas a recordar y conmemorar el día 28 abril con actividades y acciones sobre el tema.

Al igual que el llamado hecho por la CSI, la CSA considera que, independiente de las actividades, el lema central es “La protección de los trabajadores de todos el mundo a través de una fuerte regulación y aplicación de los derechos sindicales”.

Sabemos que en la región al igual que en el mundo el movimiento sindical está realizando diversas acciones. Divulguen la información en sus centrales, sindicatos, y comuniquen a la CSA y a la CSI las actividades que tienen programadas o que se han realizado para recordar a las/los trabajadoras/es que perdieron la vida en el trabajo.

También podemos intercambiar informaciones en la Página Oficial de la CSA y en su Facebook https://www.facebook.com/csa.tuca, así como en el Twitter https://twitter.com/csa_tuca/

Desde-ya, muchas gracias a todos y todas.

¡Hagamos visible lo invisible!

Saludos fraternos,

 


Si usted posee informaciones acerca de las actividades realizadas por el 28 de abril, por favor, envíe para:

mayra.castro@csa-csi.org

alejandro.menendez@csa-csi.org

 

CSA lanza, en Santiago, la Plataforma de Desarrollo de las Américas (PLADA)



La Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas (CSA) lanza, en mayo, la Plataforma de Desarrollo de las Américas. La iniciativa cuenta con el apoyo de la Oficina de Actividades para los Trabajadores de la Organización Internacional del Trabajo (ACTRAV-OIT) y de la FES Sindical, proyecto de la Fundación Friedrich Ebert.

La PLADA es una formulación política estratégica que tiene la relevancia de una herramienta política de lucha por los derechos laborales, construida colectivamente desde el movimiento de las y los trabajadores durante los años 2013 y 2014. A través de esta Plataforma, el movimiento sindical de la región pretende presentar su propuesta hacia la superación de los desequilibrios estructurales de América Latina y el Caribe, con especial enfoque en el desarrollo sustentable.

Conscientes de la necesidad de profundizar las transformaciones impulsadas en años recientes por los proyectos políticos emancipatorios en curso en el continente, la CSA ha elaborado una nueva herramienta política, la Plataforma de Desarrollo para las Américas (PLADA).

Se pretende que la PLADA se convierta en el instrumento para la movilización y acción política del sindicalismo de cara a los distintos actores sociales y políticos, así como frente a los gobiernos de la región, para promover el conjunto de las transformaciones necesarias en una perspectiva estratégica. Es un instrumento que convoca a los diversos actores sociales y políticos a caminar juntos para la construcción de las alternativas para la disputa de una nueva hegemonía. Así, el documento está estructurado en cuatro pilares o dimensiones: Política, Económica, Social y Ambiental, que estarán articulados para alcanzar el desarrollo sustentable.

El día 6 de mayo, a las 16:30 , será realizada la actividad de lanzamiento de la Plataforma en el Teatro Multistage Caupolicán en Santiago, Chile, con la participación de:
 
Michelle Bachelet, presidenta de la República de Chile. Confirmada
• José “Pepe” Mujica, presidente de la República del Uruguay. A confirmar
• Senadora Isabel Allende, presidenta del congreso de la República de Chile, a confirmar
• Víctor Báez, Secretario General CSA
• Julio Roberto Gómez, presidente adjunto, CSA
• Rafael Freire Neto, Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable, CSA
• Amanda Villatoro, Secretaria de Política Sindical y Educación, CSA
• Laerte Teixeira da Costa, Secretario de Políticas Sociales, CSA

Estarán presentes 5 mil personas, representantes sindicales de más de 20 países, políticos y autoridades de la región.

El afiche del acto de lanzamiento está disponible en la sección de documentos de la página web de la CSA y también más abajo.

La asesoría de comunicación de la CSA solicita a los medios de comunicación que quieran participar de la cobertura periodística que se pongan en contacto con Mayra Castro (mayra.castro@csa-csi.org).

CSA lanza, en Santiago, la Plataforma de Desarrollo de las Américas
28 de Abril: La Vida y la Salud en el Trabajo no son una Opción, son un Derecho

28 de Abril del 2014: A pesar de la protesta mundial por la muerte de 1.138 trabajadores en el derrumbe del edificio Rana Plaza en Bangladesh hace un año, o de la muerte silenciosa de más de 107.000 trabajadores al año debido a la exposición al amianto, los trabajadores y trabajadoras de todo el mundo continúan contemplando cómo empleadores y gobiernos priorizan la "competitividad", recortan los servicios fundamentales de inspección y de cumplimiento y eliminan la normativa sobre la protección sobre la vida y la salud de los trabajadores.

Sharan Burrow, Secretaria General de la CSI afirma: "Recibimos informes de trabajadores muertos, heridos o que sufren de enfermedades contraídas en su lugar de trabajo todos los días – ¡a pesar del sub-registro crónico, los expertos estiman a través de estadísticas oficiales que alrededor de un millón de trabajadores se lesionan cada día!- Hay una falla sistémica cuando las personas que trabajan tienen que elegir a diario entre su propia vida y obtener ingresos para sus familias”

Estos hombres y mujeres no son sólo números. Son miembros de una comunidad que les recuerda en este 28 de abril, día en el que los trabajadores de todo el mundo se suman a la Jornada Internacional de Conmemoración de los Trabajadores Fallecidos y Heridos para conmemorar a las víctimas por la conducta imprudente de los empleadores. A través de este día, la CSI pretende mostrar el papel fundamental desempeñado de los derechos, y de la regulación y su cumplimiento en salvar vidas.
"Si no se les da a los trabajadores una voz, la información sobre los riesgos incurridos y el poder para asegurar que estos se reduzcan al mínimo, si la regulación no está en su lugar para proteger a los más débiles de la cadena de valor, si los gobiernos permiten a las empresas que actúen sin control, entonces no debería sorprendernos que el número de muertos aumente cada día ", afirma Burrow .

"Una representación sindical adecuada, la formación, el respeto y la independencia de los comités de salud y seguridad en el trabajo, y el conocimiento de los trabajadores en el terreno – son todos aspectos cruciales para salvar vidas y proteger la salud "

Sin embargo, en nombre de la competitividad y la reducción del déficit público, los gobiernos están implementando medidas de austeridad que se están erosionando gravemente las funciones regulatorias fundamentales que protegen a los trabajadores y sus familias, como las inspecciones de trabajo.

El 28 de abril de este año también será testigo de una movilización importante: la denuncia de las terribles condiciones a las que se enfrentan los trabajadores migrantes en Qatar , que no tienen derechos laborales, tienen salarios de explotación y se enfrentan a riesgos extremos en el trabajo para su salud y su seguridad.

Un mapa Google con los detalles de los eventos de esta jornada de conmemoración en todo el mundo se puede encontrar en la página web CSI/Hazards 28 de Abril.www.hazards.org/wmd

Lea también el blog de Anabella Rosemberg en Equaltimes:http://www.equaltimes.org/this-is-how-we-will-win-the-fight

Notas para los editores
1 . Los primeros indicios sugieren que el número de trabajadores que participan en eventos de 28 de abril de este año superarán en número a los años anteriores. Los sindicatos de todos los continentes ya están reportando acciones. Las actividades incluyen paros, minutos de silencio, flash mobs, ferias, sesiones de formación, inspecciones de trabajo y manifestaciones.
2 . Un mapa Google con los detalles de los eventos de esta jornada de conmemoración en todo el mundo se puede encontrar en la página web CSI/Hazards 28 de Abril. www.hazards.org/wmd


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 La CSI representa a 175 millones de trabajadores de 156 países y territorios y cuenta con 315 afiliadas nacionales.
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11º Foro Hemisférico con la Sociedad Civil y Actores Sociales



25 de abril de 2014:
Los días 24 y 25 de abril de este año, la CSA (Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas) junto con el Presidente del COSATE (Consejo Sindical de Asesoramiento Técnico), se ha reunido en Washington, E.E U.U, para definir las prioridades laborales en la Declaración de la Asamblea General de la OEA (Organización de los Estados Americanos) que tendrá lugar los días 3 a 5 de Junio, en Asunción, Paraguay.

El tema principal en las plenarias fue el llamado “desarrollo con inclusión social”, asunto que se identifica con la superación de la desigualdad en la globalización que, junto con la pobreza, son factores de riesgo para la estabilidad del mundo. “El 10% de ricos del mundo utiliza el 60% de los recursos globales y el 20% más rico, el 75% de todos los recursos”, informó el Banco Mundial

 

El movimiento sindical en el mundo, desde su origen, lucha por la igualdad que en esencia es el desarrollo con inclusión social, y siempre ha sido un referente para los movimientos sociales y políticos alternativos, que anhelan la emancipación del modelo económico imperante, hacia un modelo más justo.

El control hegemónico del neoliberalismo económico, ocasionará que la OEA se mantenga en el planteamiento teórico, por eso la CSA (Confederación Sindical de Trabajadores/as las Américas), en convergencia con todo el resto del conjunto de las organizaciones sociales, continua en la lucha, inspirados como siempre, por los anhelos de justicia, equidad y solidaridad. La igualdad social es el pilar central en la definición y construcción del desarrollo con democracia.

La negociación colectiva y los sindicatos son instrumentos fundamentales en el desarrollo democrático en una nación con inclusión social; por esta razón, este foro y la reunión de Asunción en el mes de Juniodeben influir con sus determinaciones, en los países miembros de la OEA, para la aplicación plena de los convenios fundamentales de OIT.

Por esto afirmamos que la visión del movimiento sindical sobre el Desarrollo se rige sobre los pilares del trabajo digno y decente; la distribución de la riqueza; la democracia participativa; la igualdad entre géneros; la protección e inclusión social de todas y todos, inter-generacional y ambiental, integrando así las dimensiones económica, social, ambiental y política.

Mais de 40 mil trabalhadores da Adidas e Nike em greve



28 de Abril de 2014:
Os trabalhadores interromperam suas atividades em uma disputa por melhores salários, seguro social e pelo direito de escolher o seu próprio sindicato. Segundo a ONG China Labour Watch, dos cerca de 40 mil trabalhadores em greve, um número muito pequeno havia retornado ao trabalho.

Yue Yuen é uma empresa chinesa, com sede em Hong Kong e a maior produtora do mundo no setor calçado com fabricas no Vietnam e na Indenosia, além de China. Um total de 428 mil trabalhadores trabalham para a empresa que é também, a maior fornecedora das grandes empresas do setor Adidas, Nike, Timberland, Converse e Puma.

A principal reivindicação dos trabalhadores é quanto à contribuição da cota de seguro social que a empresa é obrigada, por lei, a pagar. No entanto, os trabalhadores descobriram que a empresa contribuiu com menos do exigido ou, em alguns casos, chegou a não contribuir.

 

Há denuncias de que a empresa não fez o cálculo correto do pagamento do seguro social, pagando apenas o equivalente ao salário base que não inclui os adicionais por horas extras ou bônus. Assim, os salários reais, que geralmente chegam a ser o dobro do salário-base, foram calculados de forma incorreta. Isto significa que os pagamentos dos benefícios sociais estão muito abaixo do que realmente deveriam ser.

Segundo relatos, esta fraude vem acontecendo há pelo menos 10 anos. O que não é somente ilegal, mas também demonstra que não há uma rede de segurança social quando estes trabalhadores perdem seus postos de trabalho.

Durante uma marcha pacífica os trabalhadores foram alvo de agressões por parte das forças policiais e registaram-se algumas prisões.

Como Yue Yuen é a maior fornecedora no setor calçado, as empresas a Adidas e o Nike informaram que já começaram procurar novos fornecedores na região de modo aliviar o medo das suas partes interessadas (stakeholders). É importante observar que estas grandes empresas lidam, o tempo todo, com os problemas que surgem na sua cadeia produtiva e infelizmente não respeitam os legítimos direitos dos trabalhadores e nem assumem a responsabilidade pelo bem-estar dos trabalhadores apesar de gastarem milhões para assegurar a reputação da empresa.

Nós chamamos os sindicatos filiados e os movimentos sociais também a exigir da Adidas e do Nike que implementem ações concretas para dar um fim as condições abusivas de trabalho em vez de evitar responsabilidades sociais. Reivindicamos que estas empresas respeitem os legítimos representantes dos trabalhadores e reconheçam seus diretos fundamentais.

Para mais informações, entre em contato com:
Campanha Jogo Limpo/Brasil – CSA -  Bulend Karadag: bulend.karadag@csa-csi.org

Liga Sindical Internacional para Responsabilizar Às Marcas -  Jonah Zinn: jzinn123@gmail.com

El Movimiento Sindical de las Américas organiza actividades en defensa a la salud y seguridad en el trabajo


BRASIL

Hoy, 28 de Abril, en la abertura a la plenaria Nacional de la UGT-Brasil, se brindó un minuto de silencio en homenaje a las víctimas de los accidentes de trabajo, con un grito al unísono de más de 500 trabajadores/as: “Ninguna muerte más por accidentes de trabajo!”.

La CUT Brasil, por su parte, realizó la Conferencia Nacional de Salud del Trabajador, este 24 de Abril.

El principal objetivo de la actividad es despertar la conciencia de trabajadores y dirigentes sindicales sobre la importancia y centralidad de los temas relacionados a la Salud del trabajador.

ESTADOS UNIDOS


La AFL-CIO (Federación Estadounidense del Trabajo y Congreso de Organizaciones Industriales) y sus miembros se movilizan en todo el país, junto con los/as trabajadores/as, los miembros de la comunidad, líderes religiosos, funcionarios locales y familiares de víctimas de muertes relacionadas con el lugar de trabajo y lesiones.

ARGENTINA

Los sindicatos argentinos realizan gran variedad de actividades. Entre ellas:

La Confederación General del Trabajo (CGT), organiza una serie de actividades, que incluyen reuniones en los lugares de trabajo y la distribución de materiales de sensibilización sobre el impacto de una mala gestión de la salud laboral que se puede dar en la vida de los/as trabajadores/as.

La Central de los Trabajadores de la Argentina (CTA), a su vez, organizó una audiencia pública en el Congreso de la nación Argentina, el día 24 de abril, donde se presentó un proyecto de ley contra la violencia laboral. Dicho proyecto de ley incluye también elementos relativos a la violencia intrínseca ligada a la precarización del trabajo, así como una clara identificación de las víctimas de la violencia.

La Central de Trabajadores de la Argentina (CTA), también organiza en el marco de la SRT (Superintendencia de Riesgos del Trabajo), un panel de debate sindical sobre la salud laboral, con la presencia de sus miembros.

Dicho evento trata temas como: tercerismo, las condiciones de trabajo de los/as docentes y la dificultad de negociar sobre salud y seguridad.

La CTA y la CTERA realizan un homenaje conjuntamente a los/as trabajadores/as de los Astilleros Argentinos, Río de La Plata S.A.


REPÚBLICA DOMINICANA

La CNUS (Confederación Sindical de Unidad Sindical) y su sindicato de la Construcción, FENTICOMMC, (Federación Nacional de los Trabajadores de la Construcción) se movilizan en República Dominicana, hoy, 28 de abril.

La FENTICOMMC lidera una marcha al Palacio de la Presidencia Nacional en demanda de una mayor regulación, protección de los/as trabajadores/as de este sector. Todos los sindicatos organizan luego, una manifestación frente al Ministerio de Trabajo y entregan un documento a la Ministra, donde se le presenta una serie de demandas y reclamos en referencia a la aplicación de la ley laboral y el reglamento de Higiene y Seguridad.
Para finalizar los eventos, tiene lugar una rueda de prensa.

VENEZUELA

La Confederación de Trabajadores de Venezuela (CTV) junto a sus afiliados de la Salud, realizan una reunión de trabajo y una rueda de prensa para difundir su mensaje referido a la Seguridad y Salud en el Trabajo y el Derecho de todos y todas de acceso a la Salud y prevención para una vida sana.

Igualmente se presenta un comunicado a sus afiliados y se remite solicitud al ente Gubernamental responsable del tema, exigiendo respeto a la salud de los/as trabajadores/as y el resultado de las investigaciones del accidente fatal ocurrido años atrás en la refinería de Amuay, Venezuela.

La Alianza Sindical Independiente (ASI), se une también al programa de actividades internacionales realizadas desde la OIT (Organización Internacional del Trabajo), CSA (Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas) y CSI (Confederación Sindical Internacional); en el marco de la conmemoración del Día mundial de la Seguridad y la Salud en el Trabajo. Para ver la noticia completa, haga click aquí

También pueden ver las actividades realizadas por otras organizaciones sindicales en otros países como:

Nicaragua
Costa Rica
Guatemala
El Salvador
 

Centrales sindicales de las Américas en reunión sobre economía informal


28 de Abril de 2014: Durante los días 23 a 25 de abril del presente año se desarrolló la Reunión Regional Preparatoria a la Conferencia 103 de la OIT (Organización Internacional del Trabajo) sobre la Comisión de Formalización, en Panamá; con la presencia de 24 centrales sindicales afiliadas a la CSA (Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas) provenientes de 13 países de la región , de la CSI (Confederación Sindical Internacional) y con el apoyo de ACTRAV (Oficina regional en Lima y el Centro de Formación Turín)

Los días 28 de mayo al 12 de junio de 2014, se realizará en Ginebra la 103º Conferencia de la OIT, y uno de los temas a trabajar es la “transición de la Economía Informal a la economía formal”.

Ese es un tema fundamental para la CSA, avanzar en las políticas de trabajo decente para todas/os y de diseñar estrategias políticas de formalización de las condiciones de trabajo, como se establece en la Resolución 14 sobre “Trabajo en condiciones de informalidad y precariedad” así como en la Resolución 3 “Autorreforma Sindical” y en el Programa de Acción aprobadas en el II Congreso.

Los objetivos de la Reunión Regional estuvieron centrados en:

-Coordinar y articular las líneas de trabajo de la CSA en: Seguridad Social (SS), Economía Informal (EI), Equipo Jurídico (EJ) con la transversalidad de género y juventud, a través del Comité de la Mujer Trabajadora de las Américas (CMTA) y el Comité de la Juventud Trabajadora de las Américas (CJTA) y definir una estrategia de acción integral.

- Incidir como movimiento sindical coordinado y articulado en la CIT 2014 (Conferencia Internacional del Trabajo) sobre el tema de la formalización, desde la lógica de la reivindicación de derechos y avances en el trabajo decente.

Manifiesto de la CSA por el 1 de Mayo


A pesar del reconocimiento de los derechos humanos en tratados internacionales y en las Constituciones y leyes nacionales, en gran parte de la región de las Américas, los trabajadores y trabajadoras no gozan sus derechos laborales y de seguridad social y tienen muchas dificultades para ejercer sus derechos a constituir una organización sindical o a negociar colectivamente. En algunos países, como Guatemala y Colombia, existen graves violaciones a la libertad sindical y una fuerte impunidad que beneficia a los autores intelectuales y materiales de tales violaciones.

En este contexto, la Confederación Sindical de trabajadoras/es de las Américas (CSA), como expresión del movimiento sindical de la región, reconociendo la necesidad de profundizar las transformaciones impulsadas en años recientes por los proyectos políticos emancipatorios en curso en el continente, está lanzando la Plataforma de Desarrollo de las Américas (PLADA) como una formulación política estratégica construida colectivamente desde el movimiento de las y los trabajadores/as durante los años 2013 y 2014.

A través de esta Plataforma, el movimiento sindical de la región pretende presentar su propuesta hacia la superación de los desequilibrios estructurales de América Latina y el Caribe, con especial enfoque en el desarrollo sustentable. Se pretende que la PLADA se convierta en el instrumento para la movilización y acción política del sindicalismo de cara a los distintos actores sociales y políticos, así como frente a los gobiernos de la región, para promover el conjunto de las transformaciones necesarias en una perspectiva estratégica.

Asimismo, la CSA ha ubicado los derechos humanos a la libertad sindical y a la negociación colectiva como temas prioritarios para la agenda sindical de la región. A fin de promover la efectividad de estos derechos humanos y fortalecer la capacidad organizativa y movilizadora del sindicalismo de las Américas, la CSA ha ejecutado recientemente la primera fase de la Campaña “Libertad Sindical, Negociación Colectiva y Autorreforma Sindical” la cual tuvo una amplia receptividad en los países y organizaciones donde se ejecutó (en su primera fase: Guatemala, Honduras, República Dominicana, El Salvador, Chile y Perú), recolocando el tema en la agenda nacional y regional.

Se han alcanzado avances importantes, no obstante queda mucho por recorrer. En la práctica la situación en materia de libertad sindical es heterogénea en cada uno de los países de las Américas. Mientras que en países como Uruguay, Argentina y Brasil, entre 17 y 30 % de la clase trabajadora está cubierta por la organización sindical y entre 60 y 90 % por la negociación colectiva, en muchos países tales derechos están reconocidos solo en la Constitución y las leyes, pero no en la práctica.

Solo por mencionar tres países críticos en la región.

En Paraguay es conocida la política de represión al movimiento sindical, a través de todas estas décadas, por parte del empresariado y de los sucesivos gobiernos. No se respeta el derecho humano a la libertad sindical y se ha llegado al colmo, durante el gobierno de facto de Federico Franco, de anular legalizaciones de sindicatos por pedido de empresarios. La falta de garantía del derecho a la negociación colectiva se refleja en la casi total ausencia de Contratos Colectivos en el país y el ínfimo porcentaje de población (2 por ciento) cubierta por tales Contratos Colectivos.

En Guatemala se siguen cometiendo crímenes contra sindicalistas, registrándose por lo menos 64 sindicalistas asesinados desde 2007. Es justamente este clima de violencia lo que llevó a la CSI a considerar a este país como más peligroso en el mundo para el ejercicio de la actividad sindical. A la violencia antisindical se suma la impunidad de los autores intelectuales y materiales de los asesinatos. Lejos de buscar solución a ello el gobierno ha obstaculizado la labor del Ministerio Público al tratar de impedir a la Fiscal General Claudia Paz y Paz culminar su gestión lo que constituye un grave retroceso a la lucha contra la criminalidad y la impunidad por los delitos contra los derechos humanos en Guatemala.

En Colombia, los recurrentes casos de asesinatos o amenazas contra la vida de sindicalistas demuestran que, pese a que el Gobierno ha anunciado esfuerzos en la implementación de medidas encaminadas a garantizar el ejercicio de las libertades sindicales, la situación de violencia contra líderes sindicales y la impunidad se mantiene y que los dirigentes sindicales colombianos no cuentan con garantías mínimas para el ejercicio de la libertad sindical.

Celebrando la Jornada histórica de Chicago, la CSA mantiene el llamamiento a levantar las principales demandas del movimiento sindical internacional y a movilizarnos frente a los gobiernos y empleadores de la región para seguir exigiendo el cumplimiento pleno y efectivo de los derechos de los/as trabajadores/as; a seguir trabajando de manera incansable por la unidad del movimiento sindical de las Américas y a seguir superando las diferencias que interfieren con la aspiración de toda la clase en el sentido de construir y ser parte de verdaderas democracias, con justicia social y con desarrollo social inclusivo, ambiental y económicamente sustentable.

Viva el Primero de Mayo

Vivan los/as trabajadores y trabajadoras de las Américas

Vivan los pueblos que construyen sus sueños y luchan por su dignidad


Cierre de la reunión sindical regional preparatoria a la 103 Conferencia de la OIT


2 de mayo de 2014: En reunión sindical regional preparatoria a la 103 Conferencia de la OIT sobre el tema de la informalidad que tuvo lugar los días 23, 24 y 25 de Abril del presente año, en Panamá; asistieron representantes de 24 organizaciones afiliadas a la CSA y 1 fraterna, siendo 11 mujeres y 22 hombres. En representación de la CSI, participó, el compañero Mamadou Diallo; de ACTRAV, Carmen Benítez por la Oficina Regional, Lima y Jesús García por el Centro de Formación de Turín; en representación de la CSA: Martha Ayala (Responsable de Seguridad Social) e Isamar Escalona (responsable de Economía Informal).

En la reunión, se plantearon los puntos clave a considerar en la discusión, desde la mirada del grupo de trabajadoras/es en la elaboración de la Recomendación sobre informalidad:

1.Considerar las conclusiones de la Discusión General del 2002 sobre la economía informal como un punto importante de inicio con el cual puede construirse la discusión de una Recomendación.

2.Para la transición, es necesaria la extensión de todos los derechos y principios fundamentales incluyendo la negociación colectiva.

3.El tema de la informalidad no es sólo un tema de gobernanza, tiene causas estructurales por tanto del modelo que implica también avanzar efectivamente en políticas de trabajo decente para todas/os.

4.Reconocer la diversidad de los actores en la economía informal, que incluye las unidades económicas, los/as trabajadores/as independientes y debe considerar también la informalidad del trabajo tanto en las empresas formales como las informales.

5.El reconocimiento y garantía del salario mínimo como elemento importante para avanzar en políticas de formalización y trabajo decente, así como minimizar la brecha entre salarios de hombres y mujeres, un elemento muy presente en la economía informal.

6.Avanzar en la garantía de la extensión de la protección social y la cobertura de seguridad social donde no exista.

7.Hablar de informalidad implica hablar de una heterogeneidad de situaciones laborales para las cuales es necesario abordarlas con políticas diferenciadas, teniendo como centro avanzar en el trabajo decente y en la garantía de derechos para todas/os.

8.Reforzar el derecho de las/os trabajadoras/es de organizarse sindicalmente y de negociar colectivamente, en la idea de fortalecer el tripartismo, incluidas las organizaciones de trabajadores/as en la economía informal.

Igualmente se mencionó la necesidad de considerar la informalidad en la cadena global de suministros y servicios.

El principal acuerdo al que se llegó en las reuniones fue:

-Avanzar en el “lobby” con los gobiernos, en el abordaje de la Recomendación, para mostrar la visión sindical. No puede haber empresas sostenibles si no hay trabajo decente.

 

CSA participa de la marcha del 1 de Mayo en Santiago de Chile


2 de mayo de 2014:
Celebrando la Jornada histórica de Chicago, en el Día Internacional del Trabajador, la Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas - CSA estuvo presente en la marcha por el día 1 de mayo en Santiago de Chile, representada por Rafael Freire, secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable e Iván González, Coordinador Político, con las/os compañeras/os de la Central Unitaria de Trabajadores - CUT Chile y más de 50 mil personas.

 

La Central Unitaria de Trabajadores realizo su concentración en la Alameda Bernardo O'Higgins que, por primera los últimos 40 años, fue transitada por la marcha del 1ero. de mayo, desde el sector de Plaza España hacia el centro de la ciudad.

En un día histórico para el movimiento sindical de Chile, las y los trabajadores marcharon de manera pacífica con el lema Trabajadores es tiempo de cambiar el Chile. Así, celebraron un día de conquistas y de lucha por más derechos y cambios en la política laboral del país.

Bárbara Figueroa, la primera mujer presidenta de la CUT Chile habló, con exclusividad, para la pagina de la CSA sobre las expectativas de cambios que tiene el movimiento sindical de Chile para los próximos años. 

"Estamos, en primer lugar, muy honrados por la participación del secretariado de la CSA en nuestra marcha, acompañándonos en este proceso histórico que estamos enfrentando como país, donde estamos, por primera vez, después de 40 años, disputando de verdad un proyecto de país distinto y donde, evidentemente, son los sectores mayoritarios los que demandan cambios y transformaciones en beneficio de todos y todas. Por lo tanto, esto es un momento no solo importante para el sindicalismo, es un momento importante para todo el país y es la disposición con la que estamos enfrentando esta jornada. El movimiento sindical debe estar a la altura de los desafíos y comprometido con las grandes transformaciones del Chile".

Sobre la Marcha y el momento político en Chile, Rafael Freire, Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable de la CSA, afirmó que el acto fue histórico porque el movimiento sindical internacional cuando estuvo presente en Chile en los años de la dictadura, siempre fue recibido por la policía, con una gran represión. El movimiento sindical internacional siempre se mantuvo solidario con los trabajadores chilenos en los años más duros. "En este 1 de Mayo nosotros fuimos recibidos por la democracia, por los trabajadores en las calles, por los estudiantes, actores y actrices, trabajadoras domesticas, en un clima de grandes transformaciones en Chile. Así, aunque la CSA sea independiente de partidos y gobiernos, no somos indiferentes, por eso es muy importante tener a Michele Bachelet como presidenta de Chile" .

En este contexto, la CSA, como expresión del movimiento sindical de la región, ha elegido Santiago de Chile para hacer el lanzamiento Plataforma de Desarrollo de las Américas (PLADA), que es una formulación política estratégica construida colectivamente desde el movimiento de las y los trabajadores/as durante los años 2013 y 2014, reconociendo la necesidad de profundizar las transformaciones impulsadas en años recientes por los proyectos políticos emancipatorios, como el que se perfila en Chile en este momento y que esta en curso en el continente hace mucho años.

Viva el Primero de Mayo

Vivan los/as trabajadores y trabajadoras de las Américas

Vivan los pueblos que construyen sus sueños y luchan por su dignidad

 

 

 

CSA lanza la PLADA con la presencia de la presidenta Michelle Bachelet



8 de mayo de 2014:
La Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas (CSA), lanzó la Plataforma de Desarrollo de las Américas (PLADA), en una ceremonia celebrada en el histórico Teatro Caupolicán, en la ciudad de Santiago de Chile. La actividad contó con la presencia de la presidenta de Chile Michelle Bachelet; la ministra del Trabajo y Previsión Social, Javiera Blanco, la presidenta de la Central Unitaria de Trabajadora – CUT, Bárbara Figueroa; el presidente de la Central Autónoma de Trabajadores – CAT, Oscar Olivos; el Secretario General de la CSA, Víctor Báez; y demás miembros del secretariado de la CSA, autoridades nacionales e internacionales y representantes de organizaciones sindicales de más de 20 países.

 

La Plataforma de Desarrollo de las Américas, es una formulación política estratégica que tiene la relevancia de ser un instrumento de lucha de mediano y largo plazo, construida colectivamente desde el movimiento sindical, junto con otros movimientos sociales aliados, durante los años 2013 y 2014.

A través de esta Plataforma, el movimiento sindical de la región pretende presentar su propuesta hacia la superación de los desequilibrios estructurales de América Latina y el Caribe, con especial enfoque en el desarrollo sustentable.

Así, Sharon Barrow, la secretaria general de la CSI, en un video transmitido durante el evento, dijo que “La presentación de la PLADA es un paso hacia una visión sindical integral, sobre cuestiones de desarrollo, pero mucho más, define la forma que queremos que tengan nuestras sociedades.

Bárbara Figueroa, presidenta de la CUT Chile en su intervención afirmó que “Toda América Latina está en un proceso de transformación, avances progresistas que buscan mayor igualdad” y que “Se comienza a disputar la hegemonía contra el modelo de mercado, que ese el gran objetivo de la PLADA”

Víctor Báez, el secretario general de la CSA, de manera emocionada recordó el motivo para haber escogido a Chile como local para el lanzamiento, se justifica por su momento político, después de la victoria de Bachelet para su segundo mandato en la presidencia.

También señaló que “Para nosotros el desarrollo sustentable es la alternativa al actual modelo explotador. No puede haber desarrollo sustentable sin democracia política, una nueva relación entre sociedad, estado y mercado y la democratización de la comunicación. Queremos una hegemonía diferente de este modelo neoliberal injusto y explotador que nos impusieron y un modelo de sociedad más justa, más igualitaria”

 

Cerrando el acto, la jefe de Estado, Michelle Bachelet destacó que para su Gobierno la participación ha sido un eje fundamental y que para llevar a cabo varias de las iniciativas que se han anunciado, ha habido diálogo con los principales actores involucrados. “Ya no basta con que pequeños grupos dentro de cada Estado tomen las decisiones de conducción que atañen a las ciudadanas y ciudadanos. Es necesario que la toma de decisiones se amplíe, que la participación aumente y que los ciudadanos no sólo demuestren su adhesión a un proyecto político con un voto, sino también con su voz, haciéndose parte de las soluciones”, subrayó.

En su intervención, la Jefa de Estado señaló que “son instancias como éstas las que permiten contrastar puntos de vista, apreciar similitudes, pero también diferencias y articular una mirada regional en una zona que tiene muchas cosas buenas, pero que también, lamentablemente, es la región más desigual del planeta, donde tenemos tremendos desafíos, y donde luchar para vencer la desigualdad”.

Al finalizar sus palabras, Bachelet declaró que “nuestras sociedades son lo suficientemente maduras para entender que sólo si somos capaces de articular todas estas variables con sabiduría, podremos apostar al desarrollo pleno de nuestros países, con cohesión social, gobernabilidad, libertad, inclusión y protección social, con trabajo digno y decente y con emprendimiento. Un desarrollo donde lo global no vaya en desmedro de lo local y donde los promedios y las grandes cifras no escondan las inequidades y las desigualdades que no queremos más”.

A partir del lanzamiento de la PLADA, si pretende articular todo movimiento sindical y centrales fraternas para que exista una comprensión de la propuesta. Avanzar en el proceso de manera que en todos los países, los/as trabajadores/as y sus organizaciones se apropien de la propuesta y desarrollen debates sobre la aplicación de la PLADA de acuerdo a su realidad nacional. Que permita al movimiento sindical de las Américas, estructuren propuestas de desarrollo nacional, coherente con una visión continental de desarrollo sustentable, teniendo al movimiento sindical como un actor protagónico.

La estrategia de implementación de la PLADA, estará coordinada con otros procesos en marcha en nuestra región, tales como los temas relacionados con la Autorreforma sindical; sobre igualdad y equidad de género; de incorporación de los/as jóvenes trabajadores/as; de los/as migrantes, entre otros, todos ellos articulados y coherentes con la acción sindical de la CSA en las Américas.

Para ver el documento oficial de la PLADA clique aquí
 
Para ver el video del resumen del lanzamiento clique aquí

VIII Reunión Ordinaria del Comité de Mujeres Trabajadoras de las Américas / CMTA - CSA


Durante el encuentro se retomaron puntos específicos del Plan de Trabajo del Comité 2012-2016 y las campañas por las mujeres trabajadoras, entre otros asuntos.

En la apertura de esta reunión se contó con las participaciones de Amanda Villatoro y Rafael Freire del secretariado político de la CSA; Bárbara Figueroa, presidenta de la CUT Chile; Martha Heredia, presidenta del CMTA y la Ministra de la Mujer y Equidad de género de Chile, la Sra. Claudia Pascua.

 

Durante el desarrollo de la reunión se comentaron varias estrategias para reforzar cuatro importantes campañas referentes a género y trabajo. La primera, “Cuente con nosotras”, es una iniciativa para fomentar el liderazgo femenino en el medio sindical articulada por la Confederación Sindical Internacional (CSI) y apoyada por la CSA.

La segunda campaña se refirió al Trabajo Doméstico: Trabajo como ningún otro, derechos como cualquier otro; esto como una III Etapa que estará realizando la CSA y el CMTA con el objetivo de dar seguimiento al trabajo realizado a nivel nacional y establecer nuevas acciones tanto para la ratificación del convenio 189 y su debida implementación, como para promover una mayor organización y afiliación de mujeres en los sindicatos y su empoderamiento.

La tercera campaña a tratar fue sobre el tema de Violencia, “¡Basta Ya! No más violencia contra las mujeres”, es una iniciativa continental de la CSA que tiene el objetivo de erradicar diversas formas de violencia contra las mujeres, como la discriminación, los feminicidios, el despojo, la trata, entre otras. Además, de sumarse a la iniciativa de la CSI de solicitar un nuevo convenio a la OIT sobre violencia de género en el lugar de trabajo que salvaría una brecha importante, puesto que sólo unos pocos países proporcionan protección legal frente a esta problemática.

 

Al ser ratificado, comprometería a los Gobiernos a cooperar con los interlocutores sociales para reformar las leyes y establecer mecanismos de aplicación con vistas a evitar la violencia de género en el trabajo y a proteger a las víctimas de dicha violencia. Esto supondría una contribución considerable para la realización de los derechos de la mujer.

El Convenio reduciría la vulnerabilidad de las mujeres, y aumentaría su independencia económica y su productividad en el trabajo

La cuarta campaña se refiere a la Brecha salarial de género. Las trabajadoras del Comité hablaron sobre las diferencias de salarios entre hombres y mujeres en diversos sectores de la economía y las acciones que el movimiento sindical debe defender para disminuirlas.




Llamamiento a los gobiernos para apoyar la adopción del Protocolo sobre Trabajo Forzoso


En la Conferencia Internacional del Trabajo de la OIT de este año de 2014 tiene como agenda un punto normativo con vistas a complementar el Convenio núm. 29 sobre el Trabajo Forzoso a través de un Protocolo Internacional.

Se ha hecho una campaña a nivel global a fin de preparar las respuestas sindicales al cuestionario del procedimiento de elaboración de esta nueva norma internacional y exigir el compromiso de los gobiernos para su voto a favor de este Protocolo en la CIT de este año.

En este contexto, la CSI ha lanzado una campaña electrónica para reforzar las peticiones a los gobiernos a fin que se adopte el Protocolo. El enlace para hacer este llamamiento a los gobiernos es http://act.equaltimes.org/en/protocol

Se solicita que compartan este enlace en todas sus redes a fin de presionar lo más posible.

Agradecemos de antemano su solidaridad y acción.

El 3er Congreso Mundial de la CSI da comienzo en Berlín


Más de 1.500 sindicalistas de 161 países se congregaron en el Berlin City Cube el domingo para la ceremonia de apertura del 3er Congreso Mundial de la Confederación Sindical Internacional.

Actuaron como anfitriones dos jóvenes dirigentes sindicales, Florian Haggenmuller y Debora Aleo. Durante la sesión de apertura pronunciaron discursos el Presidente de la CSI, Michael Sommer; el Ministro de Asuntos Exteriores de Alemania, Frank-Walter Steinmeier; la Administradora del Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo, Helen Clark; y el futbolista profesional Abdes Ouaddou.

 

El Sr. Steinmeier afirmó que la desigualdad es una amenaza a la seguridad y el contrapeso son unos sindicatos fuertes, mientras que la Sra. Clark dijo a la audiencia a través de un mensaje vídeo que los sindicatos resultan indispensables en la lucha por un mundo justo.

Se respiraba un ambiente festivo, salvo por las condolencias generalizadas extendidas a las familias de los más de 270 mineros turcos que perdieron la vida en un accidente ocurrido en Soma el pasado martes.

La Secretaria General de la CSI describió el Congreso como “el parlamento mundial de los trabajadores” cuyo objetivo es “reforzar el poder de los trabajadores y trabajadoras y controlar el poder coporativo”.

Según la Encuesta Mundial 2014 de la CSI, el 84 por ciento de los encuestados afirmaron que los ‘ciudadanos comunes’ no tienen suficiente influencia en la toma de decisiones. Esta encuesta, realizada en 14 países cuya población combinada asciende a 3.700 millones de personas, mostró que:

• 68 por ciento piensan que su gobierno fracasado en lo relativo a la lucha contra el desempleo.

• Cuatro de cada cinco personas (78 por ciento) consideran que el sistema económico favorece a los más ricos, en lugar de ser justo para la mayoría.

• Más de la mitad de la población piensa que la situación económica de su país es mala.

El Sr. Sommer, presidente de la CSI, dijo que “queremos una gobernanza global que respete la dignidad de la persona y la dignidad del trabajo”, y describió las medidas de austeridad adoptadas tras la crisis financiera mundial como “la receta equivocada en respuesta a un diagnóstico erróneo”.

El Sr. Ouaddou puso un rostro a los derechos de los trabajadores. El futbolista marroquí jugaba como profesional en Qatar cuando su club se negó a cumplir los términos de su contrato. Cuando intentó presentar una queja al respecto fue intimidado y le impidieron que abandonase el país.

“Un Qatar sin sindicatos es un lugar muy malo para trabajar. Todos los trabajadores y trabajadoras tienen que tener derecho a afiliarse a un sindicato si así lo desean”, afirmó el Sr. Ouaddou.

“Como antiguo capitán de la selección de mi país, soy consciente de la importancia que tienen el liderazgo, el trabajo en equipo y la solidaridad. Me he dado cuenta de que esos valores están firmemente anclados en el movimiento sindical democrático que representa la CSI”.

El Congreso se centra en “Reforzar el poder de los trabajadores y trabajadoras” y concluirá el viernes próximo.

La CSI representa a 325 centrales sindicales nacionales, y constituye la mayor organización democrática del mundo.

Los peores países del mundo para los trabajadores


El Índice Global de los Derechos de la CSI clasifica 139 países con relación a 97 indicadores internacionalmente reconocidos, a fin de evaluar dónde están mejor protegidos, en la ley y en la práctica, los derechos de los trabajadores y trabajadoras.

 

“Países como Dinamarca y Uruguay encabezan la lista gracias a sus sólidas legislaciones laborales, pero quizás llame la atención que otros, como Grecia, Estados Unidos y Hong Kong, se hayan quedado rezagados”, ha expresado la Secretaria General de la CSI Sharan Burrow. “El grado de desarrollo de un país ha demostrado ser un indicador inadecuado para determinar en qué medida se respetan a escala nacional los derechos básicos a la negociación colectiva, a la huelga para reclamar condiciones decentes, o simplemente a afiliarse a un sindicato.”

La Confederación Sindical Internacional ha estado recopilando información sobre los abusos a los derechos sindicales que se han venido cometiendo en todo el mundo a lo largo de los últimos 30 años. Ahora, por primera vez, el Índice Global de los Derechos de la CSI presenta información cuidadosamente verificada de los últimos 12 meses, en un formato fácil de utilizar, para que cada Gobierno y empresa puedan ver cómo cuadran sus legislaciones con la situación existente en sus cadenas de suministro.

El Código Laboral de Camboya no cubre a la mayoría de los funcionarios públicos e impone restricciones indebidas al derecho a elegir representantes sindicales; y en 2013, el Gobierno respondió con fuerza letal a los manifestantes que trataban de conseguir un salario decente y mejores condiciones laborales. Como resultado de esto, Camboya ha obtenido una puntuación de 5 en el Índice de los Derechos – la peor puntuación posible después de la de aquellos países donde el Estado de derecho se ha desintegrado completamente.

En Oriente Medio, Qatar ni siquiera permite todavía que los trabajadores migrantes tengan sindicatos; mientras que en América Latina, Guatemala, donde los derechos no están garantizados, ha resultado ser uno de los peores países para trabajar.

Resultados clave:
• El año pasado, los Gobiernos de por lo menos 35 países detuvieron o encarcelaron a trabajadores como táctica para oponerse a sus reivindicaciones de derechos democráticos, salarios decentes, condiciones laborales menos peligrosas y empleos más seguros.
• En al menos 9 países se recurrió a prácticas de asesinato y desaparición para intimidar a los trabajadores.
• En al menos 53 países se ha despedido o suspendido a trabajadores por intentar negociar unas condiciones laborales mejores.
• Las leyes y prácticas de por lo menos 87 países excluyen a ciertos tipos de trabajadores del derecho a la huelga.

En estos tiempos en que las corporaciones tienen más poder que nunca, los resultados obtenidos demuestran que casi todos los países pueden mejorar el trato que dan a los trabajadores y trabajadoras. Únicamente Dinamarca ha obtenido una puntuación perfecta de 0 puntos por respetar los 97 indicadores relativos a los derechos fundamentales de los trabajadores.

La Encuesta Global 2014 de la CSI ha concluido que casi dos terceras partes de las personas quieren que los Gobiernos se esfuercen más para controlar el poder corporativo.

“El último informe Doing Business del Banco Mundial comparte ingenuamente la opinión de que los Gobiernos deberían aspirar a reducir las normas del trabajo”, ha dicho Sharan Burrow. “Este nuevo Índice Global de los Derechos advierte a Gobiernos y empleadores de que los sindicatos de todo el mundo se solidarizarán para garantizar el respeto de los derechos fundamentales en el trabajo.”

El Índice Global de los Derechos de la CSI asigna a cada país una serie de puntos en función de 97 indicadores, y de acuerdo con la puntuación total obtenida, los países se clasifican en uno de los cinco grupos:
1 – Violaciones irregulares de los derechos: 18 países, entre ellos Dinamarca y Uruguay
2 – Violaciones repetidas de los derechos: 26 países, entre ellos Japón y Suiza
3 – Violaciones regulares de los derechos: 33 países, entre ellos Chile y Ghana
4 – Violaciones sistemáticas de los derechos: 30 países, entre ellos Kenia y EE.UU.
5 – Derechos no garantizados: 24 países, entre ellos Belarús, Bangladesh y Qatar
5+ – Derechos no garantizados debido a la desintegración del Estado de derecho: 8 países, entre ellos la República Centroafricana y Somalia.


Para leer el informe – Índice Global de los Derechos de la CSI: Los peores lugares del mundo para los trabajadores - clique aquí

Fracturas en la economía global: el fracaso de la austeridad


Seguiría un emotivo discurso inaugural por parte de la Secretaria General de la CSI, Sharan Burrow, quien alzó el casco de uno de los mineros turcos que perdieron la vida en el desastre registrado el martes en Soma.

El Director General de la Organización Internacional del Trabajo, Guy Ryder, también se dirigió al auditorio repleto del Berlin City Cube, secundando su plan de organizar a 20 millones de nuevos miembros en los próximos cuatro años.

“Alcanzarán el desafío de los 20 millones”, dijo el Sr. Ryder, “y deben hacerlo, porque los ecos de la historia nos hablan de todo lo que está en juego”.

Larry Elliott, corresponsal económico para The Guardian, moderó el debate donde se pidió a una serie de panelistas que abordasen los motivos por los que, pese a un consenso cada vez mayor respecto a que la desigualdad está alcanzando niveles insostenibles, no se haya producido una firme respuesta por parte de los gobiernos.

Haciendo referencia a las medidas de austeridad que siguen aplicándose, el economista en jefe de la CSI, John Evans, comentó: “La política no ha cambiado, ha cambiado el análisis”.

Entre los panelistas estaban también Sony Kapoor del think-tank internacional Re-define, Bernadette Ségol de la Confederación Europea de Sindicatos, y Jayati Ghosh, profesora de economía en la Universidad Jawaharlal Nehru.

La Sra. Ghosh comentó que en lugar de incrementar el gasto público y aumentar los impuestos a los más ricos, los países permiten que se creen burbujas crediticias nacionales en áreas como la vivienda y los bienes de consumo.

“Todos sabemos que estas burbujas terminan provocando lágrimas”, dijo.

La Sra. Ghosh defendió también el papel de los medios de comunicación, aduciendo que la prensa tradicional a menudo está comprometida con los intereses corporativos y que los trabajadores y trabajadoras deben crear sus propias publicaciones para presentar una opinión distinta.

La Sra. Ségol señaló que es importante mostrar que las medidas de austeridad han fracasado en Europa, teniendo en cuenta que la deuda pública de los países donde se aplicaron no se ha reducido.
Resulta inaceptable, dijo, que algunos trabajadores y trabajadoras ganen apenas 400 euros al mes, añadiendo que las economías que salen adelante eran aquellas que cuentan con salarios elevados y un diálogo social fuerte.

El Sr. Kapoor instó a tomar medidas en dos frentes. En primer lugar, los paraísos fiscales:
“Hay tanto dinero depositado ahí que, si tomamos simplemente el capital que ha permanecido intacto durante los últimos 20 ó 30 años […] y traemos parte de vuelta, el problema de los déficits del sector público que ha sido el motivo que condujo a la austeridad […] desaparecería en un instante”.

La segunda cuestión son los fondos de pensiones, y el Sr. Kapoor instó a los delegados y delegadas a que presionen a otros miembros del movimiento sindical que actúan como fideicomisarios de fondos de pensiones.

“Pónganse de acuerdo para adpoptar una estrategia coordinada a fin de invertir dichos fondos en infraestructura, invertir y enviar dinero a PyME, no colocar dinero en el índice S&P 500 donde las corporaciones no necesitan realmente ese dinero, y utilizarlo mejor para hacer reales inversiones”.

El Sr. Kapoor abogó por aplicar un impuesto a los beneficios corporativos que no se reinvierten, pero dijo que se percibe una clara desventaja para el primero en actuar, algo que él califica más bien como un “fallo colosal” de sentido común y audacia política. China, EE.UU. y Europa constituyen un ejemplo significativo de aquellos mercados, en opinión del Sr. Kappor, que no experimentarían ninguna fuga de capitales si diesen algunos pasos básicos para reducir la desigualdad de sus propios ciudadanos.

Entrevista con John Evans y Sony Kapoor en línea aquí.

Pueden leer el discurso de Sharan Burrow (en inglés) aquí.

 

Últimos días para registrarse en el Curso Juventud y Trabajo Decente


El curso se desarrollará por ACTRAV desde la Oficina Regional de la OIT y el Centro Internacional de Formación de la OIT de Turín, en coordinación con CSA, UNI Américas juventud, y con el apoyo del especialista regional de empleo juvenil de la Oficina de la OIT en Lima, del 3 de junio al 25 de Julio de 2014.

La finalidad de este curso es difundir y promover la incorporación de los conceptos de Trabajo Decente en jóvenes sindicalistas (entendiendo como tales hasta los 35 años de edad), a fin de que conozcan sus derechos y responsabilidades, fomentando así la formación de una sociedad más justa, democrática y solidaria, acercando a los y las jóvenes y futuros trabajadores y trabajadoras a los sindicatos.

Considerando la naturaleza no presencial de esta fase y su desarrollo en el espacio virtual que se generará con el soporte de la plataforma tecnológica de formación sindical a distancia de ACTRAV OIT y de “Las Escuelas de Trabajo Decente”, los participantes deben tener habilidades informáticas básicas (uso básico de un procesador de texto, enviar y recibir mensajes de correo electrónico, ingresar y navegar en Internet y ubicar páginas Web e información específica, descargar un archivo de datos desde una página Web, grabarlo en el disco duro de su computador e imprimirlo, de ser necesario).

Al respecto, le informamos que el curso tiene un cupo límite de 90 sindicalistas jóvenes provenientes de América Latina, por lo que les solicitamos se inscriban al curso cuanto antes. La fecha límite para inscribirse será hasta el día 26 de Mayo.

Esperamos que nos confirmen su interés de participar en este curso, haciéndolo expreso en la página web de la Escuela de Trabajo Decente www.actrav-etd.com, siendo para ello necesario el registro en la misma.

Una vez hecho esto, les pedimos de favor ponerse en contacto con nosotros para informarnos de su registro a la siguiente dirección:marcelo.alvarenga@csa-csi.org para poder mantener la coordinación del grupo desde CSA.


 

La CSI advierte a la cámara de comercio estadounidense que abandone sus prácticas


La Secretaria General de la CSI, Sharan Burrow, hizo público hoy un vídeo, basado en transcripciones reales, detallando las tácticas asociadas a la Cámara de Comercio de EE.UU. (AmCham) para evitar la sindicalización en los lugares de trabajo.

 


“La Cámara de Comercio de EE.UU. ha atacado abiertamente la legislación laboral adecuada en países tan diversos como Moldavia, Rumania, Portugal, España, Irlanda y el estado-esclavista de Qatar.
En China la Cámara de Comercio de EE.UU. ha atacado abiertamente leyes que contribuían a aportar derechos laborales, incluyendo la negociación colectiva.

“Si se busca un ataque global a los derechos laborales, encontrarán a la Cámara de Comercio Estadounidense en la sombra.

“Su modus operandi consiste en amenazar la fuga de capitales de aquellos países cuyos Gobiernos intenten aplicar una legislación laboral que proteja los derechos de los trabajadores y trabajadoras, incluyendo el establecimiento de un salario mínimo.

“Desgraciadamente, unos Gobiernos desesperados por encontrar inversores – y donativos a partidos políticos – no dudan lo más mínimo a someterse a su voluntad.

Es hora de que la Cámara de Comercio Estadounidense desista en su empeño, y respete la soberanía de los trabajadores/as para afiliarse a sindicatos y hacer campaña para dar forma a su futuro, en lugar de que otras naciones les impongan su modelo corporativo”, indicó Sharan Burrow.

La Encuesta Mundial 2014 de la CSI reveló que prácticamente dos terceras partes de la población considera que los Gobiernos deberían hacer más para frenar el poder corporativo.

Los delegados y delegadas presentes en el Congreso Mundial de la CSI, que se celebra en Berlín, participarán hoy en una manifestación para protestar contra las prácticas antisindicales en T-mobile US, propiedad de Deutsche Telekom.

Representantes sindicales y trabajadores/as de Ver.di, CWA, DGB, AFL-CIO y UNI-Global Union tomarán parte en esta acción.

Dónde: Deutsche Telekom AG, Französische Straße 33 a-c, 10117 Berlín
Nota: Concentración en Französische Str. / Gendarmenmarkt
Cuándo: 20 de mayo de 2014, 18:00

Ver el vídeo ‘En el sótano’


3er Congreso de la CSI: Discursos de los dirigentes de las delegaciones: Américas



 

Sharan Burrow reelegida secretaria general de la CSI



 
Jugadores de fútbol, taxistas y trabajadores del hogar se dirigieron al Congreso, así como Frank-Walter Steinmeier, Ministro de Asuntos Exteriores de Alemania; Guy Ryder, Director General de la OIT; y Gordon Brown, el Enviado especial de la ONU para la Educación.

Al término del Congreso Mundial, los sindicatos se comprometieron a:

1.organizar a más de 27 millones de nuevos miembros en los próximos cuatro años con el fin de reforzar el poder de los trabajadores y de las trabajadoras;

2. poner fin a la esclavitud moderna que ya ha dado comienzo con Qatar;

3. Apoyar un salario mínimo con el que los trabajadores puedan vivir con dignidad y poner fin al ciclo de salarios de pobreza en las cadenas de suministro de las empresas mundiales; y

4. Exigir un ambicioso acuerdo para luchar contra el cambio climático en la Cumbre del Clima de París.
La Declaración aprobada por el Congreso Mundial de la CSI incluye tres marcos de acción: el crecimiento de los sindicatos, la realización de los derechos y empleos sostenibles, los cuales conforman el programa de la CSI para los próximos cuatro años.

“Antes de este Congreso, los trabajadores y las trabajadoras del mundo entero nos dieron el programa a seguir. Quieren puestos de trabajo seguros y un salario mínimo decente. Quieren controlar el poder de las empresas. Quieren tener voz.

“Compartiendo nuestras experiencias y trabajando juntos hemos conseguido diseñar un plan de cambio para un mundo mejor.

“Veremos a nuestros Gobiernos tener el valor de defender a los trabajadores. Sabemos que las políticas sin programa y las ambiciones industriales sin el poder de los trabajadores, no funcionan. Queremos un programa que incluya las políticas necesarias y queremos que el poder de los trabajadores consiga salarios, protección social y todo aquello que defendemos.

“Tenemos mucho trabajo por hacer. Vamos a reforzar el poder de los trabajadores e incorporar al movimiento mundial 27 millones de trabajadores y trabajadoras en los próximos cuatro años. Velaremos por que el capital de los trabajadores se utilice para promover su programa, no los intereses creados de las grandes empresas y las grandes finanzas, y nunca cerraremos los ojos cuando se ataquen los derechos de los trabajadores y de las trabajadoras.

“Es un programa ambicioso, pero trabajando juntos, tanto en el plano local como en el plano mundial, lo conseguiremos. El mundo confía en nosotros”, afirmó Sharan Burrow, Secretaria General de la CSI.

Se aprobaron resoluciones de emergencia relativas a Turquía, donde fallecieron 301 trabajadores en el desastre de la mina de Soma, y sobre Tailandia.

El Congreso también pidió poner un alto a la escalada del conflicto en Ucrania.

El Consejo General de la CSI eligió inmediatamente después del Congreso a João Antonio Felicio, de la CUT-Brasil, como Presidente de la CSI.

Maria Fernanda Carvalho Francisco, de UNTA-CS Angola, y Karl -Petter Thorwaldsson, de LO Suecia, fueron electos Vicepresidentes de la CSI.

Jaap Wienen y Wellington Chibebe fueron electos Secretarios Generales Adjuntos de la CSI.

Asimismo, el Consejo General estableció una nueva estructura subregional para el mundo árabe.

El Presidente João Felicio también aceptó, en nombre de los afiliados brasileños de la CSI, una bandera firmada por los delegados/as del Congreso en la que exhortan a la FIFA a realizar una nueva votación para elegir a otro anfitrión de la Copa del Mundo de 2022, en señal de solidaridad con los trabajadores migrantes ante la explotación de que son víctimas en Qatar.

El próximo Congreso Mundial de la CSI tendrá lugar en 2018.

La grabación de vídeo oficial de las sesiones plenarias y principales discursos está disponible aquí

FIN
Para más información contacte a Gemma Swart +32 479 06 41 63
 

João Felício, dirigente de la CUT - Brasil es elegido presidente de la CSI


28 de mayo 2014:
El 3er Congreso de la Confederación Sindical Internacional (CSI), que tuvo lugar en Berlín entre el 18 y 23 de mayo, eligió el Profesor João Antonio Felício presidente de la organización que representa a más de 180 millones de trabajadores y trabajadoras en todo el mundo.

 

Elegido por unanimidad por el Consejo General y elegido por 1.500 delegados de 161 países presentes en Berlín, el ex presidente y actual Secretario de Relaciones Internacionales de la CUT es el primer latinoamericano en presidir la CSI.

Sharan Burrow fue reelegida Secretaria General y Maria Fernanda Carvalho Francisco, de UNTA-CS Angola, y Karl -Petter Thorwaldsson, de LO Suecia, fueron electos vicepresidentes, mientras Jaap Wienen y Wellington Chibebe fueron electos Secretarios Generales Adjuntos de la CSI.

Joao Felício destacó la necesidad de "avances en la política y una gestión más participativa en CSI" para garantizar una mayor presencia de la Confederación a lo largo de los cinco continentes en ella representados y fortalecer la organización, la unidad y la movilización del sindicalismo frente a la reacción neoliberal.

Dentro del sistema de rotación, desplegado por la CSI, fue la vez de las Américas elegir a un presidente para la organización. Se acordó, entonces, con las centrales de África, Europa y Asia la necesitad de ampliar la representación de acuerdo con el momento político.

En diálogo de la CUT Brasil con las demás afiliadas de la CSI en ese país, Felício recibió el apoyo de la Fuerza Sindical, de la Unión General de Trabajadores (UGT) y de la Confederación Nacional de Profesiones Liberales (CNPL). Posteriormente se convirtió en la candidatura de las Américas al recibir el respaldo de las afiliadas de la Confederación Sindical de las Américas (CSA), hasta finalmente ser apoyada por centrales Europa, África y Asia.

 

La elección sin precedentes de un sudamericano, de un latinoamericano a la presidencia de la principal organización mundial de la clase obrera ha generado grandes expectativas. "Representamos los deseos de cambio expresados por cientos de centrales, que quieren el progreso en la política y una gestión más participativa en la CSI" señalo Felício.

Con informaciones de la página CUT Brasil

Comenzó, en Ginebra, la 103.a Conferencia Internacional del Trabajo de la OIT


28 de mayo de 2014: Durante la conferencia de dos semanas, los delegados discutirán una amplia gama de temas, incluyendo la migración laboral y de empleo de estrategias, formas de salir de la informalidad y el fortalecimiento de la Convención 29 de la OIT sobre el trabajo forzoso.

 

La OIT es el único organismo de la ONU tripartido, o sea, que tiene representación de los tres sectores sociales, a decir, Gobierno, empleador y trabajador. Por eso, cada Estado Miembro está representado por una delegación integrada por dos delegados gubernamentales, un delegado empleador y un delegado trabajador, más sus consejeros técnicos respectivos; los delegados empleador y trabajador se designan de acuerdo con las organizaciones nacionales más representativas de los empleadores y de los trabajadores.

El CIT establece las políticas generales de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) y se reúne una vez al año en Ginebra, Suiza. La conferencia anual reúne a unos 4.000 de gobiernos, trabajadores y empleadores delegados de 185 Estados Miembros de la OIT.

En este año, Daniel Funes de Rioja, delegado empleador de la Argentina , ha sido elegido Presidente de la 103 ª reunión de la CIT. Esta es la tercera vez desde 1919 que un representante de los empleadores ha sido elegido Presidente de la CIT, y refleja su importante contribución a la labor de la OIT.

La conferencia eligió, también, los vicepresidentes: Alexandros Alexandris (Gobiernos) de Grecia; Takaaki Sakurada (Trabajadores) de Japón; y Jacqueline Mugo (Empleadores) de Kenia.

La equipo de la CSA está siendo coordinada por su Secretario General, Victor Báez, con el apoyo de la asesora para asuntos de Trabajo Informal y Salud Laboral, Isamar Escalona, y pelo responsable por la área de Derechos Humanos Carlos Ladesma.

 
 






Declaración de la CSI y de la CSA sobre las negociaciones de Paz en Colombia


29 de mayo de 2014 : Despues del 3er. Congreso de la CSI, realizado en Berlin entre el 18 y el 23 de mayo, y en ocasión de la realización de la 103 Conferencia Internacional del Trabajo (CIT), en la ciudad de Ginebra, la CSI y la CSA se pronuncian sobre las negociaciones del proceso de paz en Colombia, en los siguientes terminos:


La CSI y la CSA han presenciado y conocido de primera mano los graves efectos producidos por el conflicto armado en Colombia, la gran tragedia humanitaria de este conflicto con más de seis millones de víctimas, la destrucción institucional y el gran desperdicio de energías y posibilidades para encontrar el desarrollo y la felicidad de los colombianos.

La CSI y la CSA entienden que en medio de este conflicto, se han disminuido y en la práctica casi desaparecido toda posibilidad de ejercicio de la libertad sindical en Colombia, y que por tanto, el sindicalismo ha resultado gravemente afectado, tanto, que Colombia en los últimos 25 años ha sido el país más peligroso para el ejercicio de la actividad sindical.

 

La CSI y la CSA constatan que Colombia es una de las sociedades más desiguales del mundo, y la segunda de América Latina, y que esto, sin duda, es resultado del bloqueo que ha sufrido el sindicalismo, de la imposibilidad de que los/as trabajadores/as se organicen y negocien sus condiciones de trabajo.

La CSI y la CSA aprecian que la persistencia del conflicto armado en Colombia por más de cinco décadas ha degradado la cultura política, ha generado una profunda cultura antisindical y ha cerrado en muchos casos las posibilidades de un dialogo social útil y fructífero.

La CSI y la CSA rechazan y condenan los asesinatos, amenazas y atentados que han sufrido miles de dirigentes sindicales por parte de los grupos paramilitares y todos los actores del conflicto armado. Y en particular, condena las amenazas por parte de las FARC que ha recibido nuestro compañero Julio Roberto Gómez, Presidente de la CGT.

La CSI y la CSA constatan que en Colombia existe un enorme déficit de trabajo decente, que solo 1 de cada 3 trabajadores tiene contrato de trabajo y protección social, y que esto obedece en buena medida a la ausencia de políticas sociales que coloquen al centro el tema del trabajo decente.

Por lo anterior, la CSI y la CSA, aprecian los esfuerzos y los avances que el gobierno de Colombia y la FARC realizan en La Habana, para llegar un acuerdo para la terminación del conflicto armado en Colombia.

La CSI y la CSA se llenan de esperanza con el logro de este acuerdo por las inmensas posibilidades que se abren para Colombia hacia la construcción de una auténtica democracia en los ámbitos, políticos, económicos y sociales, y en especial, por el lugar y papel que deberán ocupar los trabajadores y las organizaciones sindicales en la consolidación de la paz.

La CSA y la CSI están convencidos que un acuerdo para la finalización del conflicto armado, permitirá avanzar a los trabajadores y las organizaciones sindicales Colombianas en una agenda que garantice la reparación colectiva para el movimiento sindical, y la concreción de una legislación y de políticas que promuevan y garanticen empleo en condiciones de trabajo decente para todos los colombianos.


Sharan Burrow
Secretaria General de la CSI

Victor Baez Mosquiera
Secretario General de la CSA

Comenzó el curso en línea - Jóvenes Promotores de Trabajo Decente


El curso es impulsado por ACTRAV desde la Oficina Regional de la OIT y el Centro Internacional de Formación de la OIT de Turín, en coordinación con CSA, UNI Américas juventud, y con el apoyo del especialista regional de empleo juvenil de la Oficina de la OIT en Lima, del 2 de junio al 31 de Julio de 2014, empezó hoy.

Luego de la masiva convocatoria de la CSA, fue registrado un total de participantes de 314 jóvenes, hombres y mujeres de organizaciones sindicales ligadas a la CSA y UNI Américas, el curso se desarrolla en su modalidad en línea.
 
En el primer día fue iniciado, también, las tareas de la primera etapa (primera semana), donde cada participante ha recibido instrucciones de cómo
navegar y contestar dos preguntas para incitar una discusión. Los participantes fueron divididos en 6 grupos con sus respectivos tutores.

En el foro se solicita a los y las participantes se presenten, compartan sus expectativas de manera concisa, y respondan a las siguientes dos preguntas:
  • ¿Qué preocupa a los trabajadores y las trabajadoras jóvenes de su entorno? (en función del ámbito de acción sindical: centro de trabajo, empresa, sector…)
  • ¿Se ha tratado en tu sindicato u organización sindical actuaciones en materia de TD?

Todo esto para fomentar la discusión sobre la agenda de la OIT en materia de Trabajo Decente compartida en los dos videos anteriores.

La finalidad de este curso es difundir y promover la incorporación de los conceptos de Trabajo Decente en jóvenes sindicalistas (entendiendo como tales hasta los 35 años de edad), a fin de que conozcan sus derechos y responsabilidades, fomentando así la formación de una sociedad más justa, democrática y solidaria, acercando a los y las jóvenes y futuros trabajadores y trabajadoras a los sindicatos.

 




Nuevo informe jurídico: El derecho internacional respalda el derecho de huelga


En el transcurso de la 103ª Conferencia Internacional del Trabajo que la agencia de la ONU celebra este mes en Ginebra, los representantes de los empleadores en la OIT persisten en sus esfuerzos por restringir el Convenio núm. 87 de la OIT sobre la libertad sindical, que garantiza a los trabajadores el derecho a convocar y participar en una huelga.

 


Sharan Burrow, Secretaria General de la CSI, dijo en la Conferencia de la OIT: “Los empleadores han estado extorsionando el sistema de la OIT, tratando de desechar más de 50 años de derecho internacional al eliminar la garantía de uno de los derechos humanos más fundamentales. Las normas de la OIT están adquiriendo creciente importancia como referentes en acuerdos internacionales sobre inversión y comercio, y como directrices para negocios responsables, y los grupos de empleadores ultra conservadores quieren eliminar todo significado real de las mismas. La CSI y sus organizaciones miembros están decididas a resolver esta provocación y a garantizar que los trabajadores del mundo entero no tengan que verse simplemente forzados a seguir trabajando cuando sus jefes se nieguen a pagarles un salario justo y a ofrecerles dignidad y seguridad en el trabajo.”

Tal y como lo demuestra el nuevo Índice Mundial de los Derechos de la CSI, el derecho de huelga se ve con frecuencia restringido por la ley y vulnerado en la práctica en países de todo el mundo. En Camboya, los empleadores solicitaron recientemente al Gobierno que abrogara el Convenio 87 de la OIT, denunciando al mismo tiempo al sindicato que organizó una manifestación para protestar por los salarios de miseria que se pagan en el sector de la confección.

“Los argumentos del Grupo de Empleadores en la OIT carecen de fundamento jurídico. Estoy convencida de que el argumento de la CSI, presentado en nuestro nuevo informe, prevalecerá ante cualquier tribunal internacional”, expresó Burrow.

Para leer el Informe Jurídico de la CSI (en inglés)

Para leer el resumen de la Nota Informativa de la CSI sobre el Derecho de Huelga en español

Para acceder al Índice Global de los Derechos de la CSI en español

 

Índice Global de los Derechos de la CSI


Según un nuevo análisis de la Confederación Sindical Internacional (CSI) presentado en la 103ª Conferencia Internacional del Trabajo en Ginebra, las corporaciones, explotando el poder que ejercen sobre los Gobiernos, están tratando de llevar a cabo una ofensiva mundial coordinada contra los derechos de los trabajadores, incluido el derecho de huelga.

1.951 sindicalistas han sido víctimas de actos de violencia y 629 fueron detenidos ilegalmente por participar en acciones colectivas en 2013.

El Índice Global de los Derechos de la CSI concluye que, si bien el derecho de huelga está reconocido en la mayoría de los países, las leyes y las prácticas en por lo menos 87 países excluyen ciertos tipos de trabajadores y trabajadoras del derecho de huelga.

 

Sharan Burrow, Secretaria General de la CSI, ha dicho que los Gobiernos están actuando a favor de las grandes empresas en lugar de favorecer los intereses de sus ciudadanos, quienes, por su parte, apoyan mayoritariamente los derechos laborales. La Encuesta Mundial de la CSI 2014, que evalúa la opinión general de los ciudadanos y ciudadanas de 14 países, concluye que el 75% de las personas encuestadas apoyan el derecho de huelga.

“A pesar del fuerte apoyo popular al derecho de huelga, en los últimos 12 meses 37 países han impuesto multas o incluso penas de cárcel por participar en huelgas legítimas y pacíficas.

“Los Gobiernos y empleadores no van a poder seguir encubriendo sus ataques a los derechos de los trabajadores ahora que esta clasificación de 139 países en función de 97 indicadores, publicada en el Índice Global de los Derechos de la CSI, ha sacado a la luz las mejores y peores condiciones laborales que existen en el mundo”, ha dicho Sharan Burrow.

El nuevo Índice Global de los Derechos de la CSI será presentado en la OIT ante los grupos de Gobiernos, empleadores y trabajadores. El Índice ha sido elaborado a partir de la base de datos que mantiene la CSI en tiempo real sobre las violaciones de los derechos sindicales, la cual apunta además al creciente nivel de violencia que están teniendo que afrontar los trabajadores y sus sindicatos.
  • En 2013, un total de 1.951 sindicalistas fueron víctimas de actos de violencia y 629 fueron detenidos ilegalmente por participar en acciones colectivas.
  • Varios dirigentes sindicales han sido asesinados en 10 países, a saber, Camboya, Bangladesh, Filipinas, México, Honduras, Guatemala, Colombia, Mauritania, Egipto y Benín.
  • Colombia es el país donde se ha registrado el mayor número de asesinatos: 26 sindicalistas fueron asesinados en 2013, ocho más que el año anterior.

“El peso de la evidencia con respecto a los abusos de los derechos de los trabajadores presentados en audiencias y ante el mecanismo de supervisión de la OIT va en aumento.

“El análisis jurídico realizado para la clasificación de países integra datos de la OIT y representa un documento importante que permitirá a los Gobiernos examinar su situación actual relativa a los derechos de los trabajadores en la ley y en la práctica”, expresó Sharan Burrow.

“Además de los datos sobre tendencias con respecto al apoyo popular a las normas fundamentales del trabajo, los Gobiernos han sido advertidos de que tienen que controlar el poder de las corporaciones y actuar conforme a los intereses de sus ciudadanos y ciudadanas”, añadió Sharan Burrow.

La Encuesta Mundial de la CSI 2014 concluye que:
  • 77% de las personas están a favor de las leyes que protegen la salud y seguridad de los trabajadores.
  • 94% están a favor de las leyes que establecen y protegen un salario mínimo decente.
  • 89% están a favor de las leyes que otorgan a los trabajadores el derecho a la negociación colectiva.
  • 88% están a favor de las leyes que otorgan a los trabajadores el derecho a afiliarse a un sindicato.

También se ha previsto presentar a los grupos de Gobiernos, empleadores y trabajadores en Ginebra un informe que incluye una serie de análisis regionales de África, las Américas, Asia y el Pacífico, Europa y Asia Central, Oriente Medio y el Norte de África, así como una síntesis del panorama actual en 82 de los 139 países de la base de datos.

 

"Sindicalismo de las Américas presenta sus propuestas sobre Desarrollo Sustentable en la OEA"

 
3 de junio de 2014: Una representación del movimiento sindical de las Américas, conformada por la CSA, el Consejo Sindical de Asesoramiento Técnico (COSATE) y las afiliadas de Paraguay, CUTA y CNT, se reunió en la ciudad de Asunción, Paraguay, el último 2 de junio para formular una declaración ante la 44 Asamblea General de la OEA, que sesionará en esa ciudad los días 3, 4 y 5, bajo el tema “Desarrollo con inclusión social”. La CSA y el COSATE presentaron ante los Cancilleres y Jefes de Delegación la Declaración Sindical, en el marco del Diálogo con la Sociedad Civil, que también reunió a la representación de los empleadores y diversos sectores de la sociedad civil de las Américas.

 


En su contenido la Declaración resalta que “Para el sindicalismo de las Américas el tema del desarrollo se ha convertido en uno de los componentes estratégicos de sus formulaciones políticas los últimos años, en el entendido de la necesidad de dar una respuesta de largo aliento frente al agotamiento de las formulas económicas y sociales implantadas en la región los últimos 30 años. En tal sentido considera importante que la OEA haya seleccionado este tema”.

Más adelante destaca que “La CSA, entendiendo que se hace necesario contribuir con formulaciones y propuestas para estructurar las alternativas hacia el cambio necesario, presentó a la consideración de la Asamblea General de la OEA una síntesis de los contenidos de la Plataforma de Desarrollo de las América (PLADA), presentada en Santiago de Chile, el 6 de mayo de 2014, y que se convertirá en referente para el debate constructivo con gobiernos, actores sociales y políticos e instituciones internacionales, como parte de una agenda de construcción colectiva necesaria para Otra América Posible”.

Iván González Alvarado, el Coordinador Político de la CSA, recuerda que “el tema adoptado es sumamente importante, pues ello nos permite colocar en la pauta la visión de Desarrollo Sustentable que la CSA ha venido construyendo desde su Congreso Fundador y que busca superar la lógica neoliberal que todavía persiste en varios países de la región y que ciertamente es un obstáculo para superar los problemas de pobreza, exclusión y déficit de trabajo decente en las Américas”.

La Declaración Sindical ante la OEA también señala que “La visión de desarrollo que defendemos tiene como foco prioritario la generación de empleos decentes y protección social para todos y todas, obteniendo así progreso económico y social equilibrado y un desarrollo respetuoso del medio ambiente desde una perspectiva integral que tiene en cuenta, además de la económica, las dimensiones ecológica, social y política. En este sentido, la disputa por este modelo de desarrollo requiere la inclusión urgente de la igualdad de género, étnico-racial y generacional en tanto aspectos constitutivos de una visión de desarrollo igualitario y anti patriarcal”.

 

Como señalo Iván González, “la PLADA contiene 4 dimensiones para la definición del Desarrollo Sustentable (Política, Económica, Social y Ambiental), y en cada una de ellas están consideradas una serie de propuestas de medidas, especialmente relacionadas con políticas públicas, que deberán ser analizadas y adoptadas en consulta con la sociedad, especialmente con el movimiento sindical. Lo que se presentó en el Diálogo con los Cancilleres y Jefes de Delegación presentes en la 44 Asamblea Ordinaria de la OEA, fue el interés del movimiento sindical en aportar nuestra visión de las alternativas para la región y de establecer un diálogo con los gobiernos, actores sociales y políticos y las instituciones internacionales, respecto de las opciones que hemos formulado a través de la PLADA. Debemos decir que la propuesta fue bien recibida en general y algunos de los gobiernos se dispusieron a establecer contacto con la CSA para ver cuál es la mejor vía para establecer este diálogo por el Desarrollo Sustentable”.

La CSA considera que esta Asamblea de la OEA, en Asunción, Paraguay, puede enviar una señal importante respecto de que en la región existe un compromiso para la formulación de políticas que efectivamente rompan la lógica del conservadurismo económico, restrictiva de derechos y favorecedora de los intereses de las corporaciones que dominan la economía global. El sindicalismo de las Américas está comprometido con una agenda por la inclusión social, la profundización de las políticas de protección social, de crecimiento y formalización del empleo y de recuperación del papel del Estado como garante de los derechos económicos, sociales, culturales y ambientales de la ciudadanía.
 

Spots de radio en el marco de la primera fase de la Campaña de la CSA


13 de Mayo de 2014:
En el marco de la Campaña de la CSA por la Libertad Sindical, la Negociación Colectiva y la Autorreforma Sindical en Latinoamérica, se considera fundamental la creatividad y el uso de diferentes herramientas de comunicación para hacer llegar esta campaña a todos/as los/as trabajadores/as del continente y no solamente a los países focales. La comunicación tiene el importante papel de aclarar, difundir y enfatizar la importancia de las discusiones acerca de los temas destacados.

 

En este sentido, si ha producido spots radiales de corta duración (hasta un minuto) para difundir las principales mensajes de la campaña a través de radios web sindicales y de radios comunitarias en el continente.

De esta manera se espera contribuir al cumplimento de los principios y derechos de la Libertad Sindical y la Negociación Colectiva como Derechos Humanos Fundamentales, habilitantes de otros convenios internacionales como pilares fundamentales del Trabajo Decente y al fortalecimiento de los procesos de Autorreforma en las Américas.

Los spots radiales están dirigidos a los tres ejes de la Campaña Continental: Libertad Sindical, Negociación Colectiva y Autorreforma Sindical, y dos transversales a estos: Juventud y Género.

Cada uno de los spots está dirigido a los temas anteriormente citados y representan a un sector de trabajadores/as característico por tema, en el que se expone una problemática común a estos trabajadores/as.

 
AUTORREFORMA SINDICAL
Vendedores ambulantes (situación de presión policial)






GÉNERO

Mujer embarazada (Despido por embarazo)





JUVENTUD

Trabajadores de telemarketing





LIBERTAD SINDICAL

Exceso en el número de horas por jornada sin remuneración extra





NEGOCIACIÓN COLECTIVA

Seguridad Laboral en la Construcción


Ataque de los empleadores al sistema de la OIT y el estado de derecho


Al fracasar en su renovado intento de coaccionar a los representantes gubernamentales y de los trabajadores para revertir décadas de dictámenes de la OIT al respecto, los representantes de los empleadores en la Comisión de Aplicación de Normas de la OIT se negaron a ratificar las conclusiones de la Comisión respecto a toda una serie de graves casos de violaciones de los derechos, incluyendo algunos casos de trabajo forzoso.

La negativa categórica de los empleadores a aceptar las conclusiones, a las que se llegó por medio de consenso, respecto a casos relativos a los derechos fundamentales de los trabajadores y trabajadoras a defender sus intereses, incluyendo el derecho a la huelga, se produjo cuando la Conferencia Internacional del Trabajo que se celebra anualmente en Ginebra se acerca a su conclusión el 12 de junio.

Sharan Burrow, Secretaria General de la CSI, afirmó que “los empleadores deben respetar el estado de derecho y reconocer que la justicia y la estabilidad que aporta el sistema de la OIT redunda en beneficio de todos. Si continúan con su fijación ideológica de cuestionar la legislación internacional, van a tener que aceptar que se recurra a la Corte Internacional de Justicia para que se pronuncie al respecto”.

La OIT adopta nuevo Protocolo para combatir el trabajo forzoso


Con informaciones de la página de la OIT

11 de junio de 2014: La Organización Internacional del Trabajo adoptó un nuevo Protocolo legalmente vinculante para reforzar la lucha contra el trabajo forzoso en todo el mundo.

El Protocolo fue adoptado en la 103 Conferencia Internacional del Trabajo en Ginebra y actualiza el Convenio 29 de la OIT sobre Trabajo Forzoso, una norma internacional aprobada en 1930, con el fin de enfrentar prácticas cómo la trata de seres humanos. La Recomendación ofrece directrices técnicas para su aplicación.

 

“El Protocolo y la Recomendación representan un paso importante en la lucha contra el trabajo forzoso y reflejan el compromiso de gobiernos, empleadores y trabajadores con la eliminación de las formas modernas de esclavitud”, dijo el Director General de la OIT, Guy Ryder.

En la actualidad hay alrededor de 21 millones de personas víctimas de trabajo forzoso en todo el mundo. Un informe publicado por la OIT recientemente estima que cada año las formas modernas de esclavitud generan ganancias por unos 150.000 millones de dólares en la economía privada.


Póliza de cumplimiento para los sindicalistas


Por: Gustavo Gallón*

De ellos, 79 han perdido la vida violentamente (73 asesinados y 6 desaparecidos forzadamente), 31 han sufrido atentados y 953 han recibido amenazas de muerte. La impunidad promedio por estos casos se estima en 96,7%, según estudios de la Escuela Nacional Sindical.

La precariedad de los derechos laborales y sindicales en Colombia es tan grande que hace tres años, el 7 de abril de 2011, los presidentes Santos y Obama firmaron un “plan de acción laboral” (PAL), mediante el cual el gobierno colombiano se comprometió a adoptar importantes medidas en ese campo como condición para celebrar el tratado de libre comercio (TLC) con los Estados Unidos. Efectivamente, algunas medidas se adoptaron y el TLC se firmó, pero la situación no mejoró en realidad.

Pomposamente se expidió la Ley 1453 de 2011, mediante la cual se previó pena de prisión para quienes violen la libertad sindical, conforme al artículo 200 del Código Penal. Tres años después de esa reforma, sólo hay tres investigaciones penales por ese nuevo delito y todas ellas se encuentran estancadas, porque los fiscales no se atreven a actuar contra los empresarios que violan la libertad sindical, a pesar de que son numerosos y notorios. Entre 2010 y 2013, las convenciones colectivas, celebradas entre empresas y sindicatos genuinos, se redujeron del 47,31% al 28,21%. En contraste, los “contratos sindicales”, celebrados entre empresarios y falsos sindicatos, la mayoría de las veces con la exigencia de no pertenecer a una auténtica organización sindical, aumentaron del 9,62% al 59,25%.

Para evitar estos y otros fraudes, el Gobierno se comprometió a aumentar el número de inspectores del trabajo. En febrero de 2014 había 685, 586 de los cuales estaban nombrados en provisionalidad. “En casa de herrero, azadón de palo”: no es razonable esperar que inspectores sin estabilidad ni independencia basadas en su pertenencia a una carrera administrativa se atrevan a imponer sanciones a empleadores violadores de obligaciones laborales.

Entre tanto, el TLC ha significado una reducción del 15,5% en las exportaciones de Colombia hacia Estados Unidos y un aumento del 14,7% en las importaciones en 2013, así como un descenso del empleo industrial en 4% entre mayo de 2012 y diciembre de 2013.

Esta situación, que no puede calificarse menos que como desastrosa, requiere ser corregida urgentemente. El TLC tendría que ser revisado y una comisión independiente, integrada por congresistas y sindicalistas de los dos países, debería supervisar el cumplimiento del “plan de acción laboral”. Así lo están planteando las centrales sindicales colombianas CUT y CTC, la organización sindical estadounidense AFL-CIO, y la Confederación Sindical de las Américas, con justa razón.

Parece que el gobierno colombiano se hubiera acostumbrado a incumplir los acuerdos que celebra con las organizaciones sociales. ¿Tocará pedirle, en lo sucesivo, que otorgue una póliza de cumplimiento, como la exige a los particulares en los contratos administrativos? No estaría de más.

* Director de la Comisión Colombiana de Juristas (www.coljuristas.org).

Fuente Web: Elespectador.com

Lanzamiento de la Campaña Reconocer Derechos de Trabajadoras del Hogar


16 de junio, 2014:
 Jornadas laborales que exceden las 12 horas, bajos salarios y una enorme responsabilidad. Este crítico panorama es la realidad de 17 millones de personas que se ocupan del trabajo doméstico en América Latina y el Caribe, el 95% de las cuales son mujeres.

En Centroamérica una de cada 10 mujeres forma parte de este sector, y trabaja en condiciones inferiores al de la mayoría de la población económicamente activa.

 

Con el fin de mejorar estas precarias condiciones, diversas organizaciones sindicales lanzarán, este 18 de junio, una campaña denominada Trabajo Doméstico: “Trabajo como ningún otro, derechos como cualquier otro”.

Esta iniciativa se enmarca en la campaña sindical de promoción del Convenio 189 y su recomendación 201 sobre trabajo decente para los trabajadores y trabajadoras domésticas (2011) de la Organización Internacional del Trabajo (OIT).

La OIT se suma a este esfuerzo de promoción de la ratificación y cumplimiento del C.189, dado el déficit de trabajo decente que afecta a las trabajadoras de este sector. Por eso, la campaña prioriza el llamado al cumplimiento de algunos derechos como jornadas de trabajo iguales a las del resto de trabajadores, salario mínimo, protección de la seguridad social, derecho a pensión y condiciones de vida dignas, libres de toda forma de violencia. El objetivo de este convenio y de esta campaña es lograr que el trabajo doméstico tenga derechos como cualquier otro tipo de trabajo.

La etapa a seguir luego del éxito alcanzado con las campañas: Trabajo Decente para las trabajadoras del hogar… Por la Ratificación del C189 y “12 para 12”, que buscaban la ratificación de este convenio en al menos 12 países; modificaciones de ley o bien compromisos públicos por parte de los Estados a favor de las trabajadoras del hogar. Diez países de las Américas han ratificado el Convenio y sólo tres de ellos Costa Rica, Nicaragua y República Dominicana (este último aún no depositado ante la OIT) de esta sub-región. La ratificación sigue siendo una tarea pendiente en nuestros países. A esto, se suma la necesidad de modificar los marcos legales para acabar con la discriminación que sufren las trabajadoras domésticas y fortalecer el cumplimiento de las leyes existentes en aquellos países que ya reconocen esos derechos.

El papel de los sindicatos ha sido y sigue siendo fundamental. Las iniciativas impulsadas desde la Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas (CSA) y su articulación sub regional en Centroamérica el Consejo Sindical Unitario (CSU) han sido esenciales para promover dicho convenio.

En necesario reconocer los derechos básicos para este sector laboral, por lo tanto la campaña hace un contundente llamado a la organización de sindicatos para garantizar el avance y el respeto de los derechos laborales.

Afiche y Triptico de la Campaña aquí. 

 

La CSA repudia el fallo de la Corte Suprema de los EE.UU., a favor de los Fondos Buitre que litigan con la Argentina



La Confederación Sindical de Trabajadores/as las Américas (CSA) manifiesta su público apoyo a la posición de la Argentina frente a su litigio con los denominados Fondos Buitre y expresa su repudio al fallo de la Corte Suprema de los Estados Unidos. Esta decisión no hace otra cosa más que legitimar la voluntad política disciplinante que los actores más especulativos del sistema financiero internacional pretenden imponer a la soberanía económica de los países en desarrollo de nuestra región.
 


Este fallo no sólo sienta un precedente negativo que pretende condicionar la autonomía económica sino que, además, de prosperar a futuro la posición de los “fondos buitre”, puede constituirse en un “leading case” a nivel internacional que influya negativamente en las condiciones de negociación de aquellos países que se vean obligados a realizar una reestructuración de sus deudas.

Es apropiado mencionar aquí la frase del Papa Francisco, quien, con su visión humanista, declaró: “No podemos tolerar que los mercados financieros gobiernen el destino de los pueblos en vez de servir a sus necesidades”

Reivindicamos la voluntad de la Argentina y de cualquier otro país de cumplir con sus compromisos externos así como también su soberanía para negociar de manera a proteger sus intereses como Nación, con el objetivo puesto en preservar sus variables económicas internas sin afectar su aparato productivo ni sus condiciones de desarrollo socio-laborales.
 

Lanzamiento de la campaña Trabajo Doméstico: Trabajo como ningún otro, Derechos como cualquier otro


Organismos internacionales lanzaron la Campaña qué busca reivindicar los derechos de trabajadoras domésticas y fortalecer las leyes que regulan el trabajo de las empleadas como el salario mínimo, la jornada de ocho horas y la protección social.
 

Esta campaña es el paso a seguir luego del éxito alcanzado con las iniciativas: Trabajo Decente para las trabajadoras del hogar… Por la Ratificación del C189 y “12 para 12”, que buscaban la ratificación de este convenio en al menos 12 países; modificaciones de ley o bien compromisos públicos por parte de los Estados a favor de las trabajadoras domésticas. Diez países de las Américas han ratificado el Convenio y sólo dos de ellos Costa Rica y Nicaragua de esta sub-región. Por eso, la ratificación sigue siendo una tarea pendiente.
 
 
 
 La campaña consiste en una serie de anuncios de radio y televisión que se enfocan en los principios de la jornada de trabajo de ocho horas, el salario mínimo, la protección de la seguridad social, el derecho a pensión y las condiciones dignas de vida y libres de violencia.


Para visualizar todos los videos de la campaña, clique aquí
 

CSA participa en primera Reunión Americana del Foro Político sobre Desarrollo de la UE


Constituido en Bruselas en noviembre del 2013, el Foro Político para el Desarrollo (FPD) es un foro global para el diálogo con las Organizaciones de la Sociedad Civil (OSC) y las autoridades locales (ALs) sobre las políticas de desarrollo europeas en la Región.

La reunión contó con 120 participantes, representantes de OSC –incluyendo ONG, cooperativas, sindicatos, organizaciones feministas/de mujeres, organizaciones de empleadores- y autoridades locales y regionales (ALs) de toda América Latina, junto con funcionarios de la Comisión Europea y las distintas delegaciones de la UE en la Región.

La agenda de la reunión incluyó temas relativos a las futuras intervenciones europeas en América Latina, incluyendo los programas de cooperación regional de la EU con América latina y el programa temático plurianual 2014-2020 de cooperación de la UE con las OSC y las ALs.

Los temas más críticos desde la perspectiva sindical fueron el rol del sector privado en el desarrollo y la Agenda de Desarrollo post-2015, sobre los cuales la Comisión Europea (C.E.) acaba de publicar dos Comunicaciones.

 

Con respecto al rol del sector privado en el desarrollo, la CSA-CSI subrayaron que la Comunicaciónde la CE describe al desarrollo como un bien de consumo y no como un derecho, invisibilizando al Estado como agente de desarrollo. Además, a nivel de principios, la Comunicación se refiere de forma elíptica a principios voluntarios de responsabilidad social empresarial, pero no a normas vinculantes de respeto y promoción de derechos laborales, medioambientales y sociales; asimismo, no explicita la necesidad de transparencia, rendición de cuentas y la apropiación democrática que deben dar cuenta el sector privado como agente de cooperación.

Por lo que concierne la Comunicación C.E. sobre la Agenda de Desarrollo post-2015, la CSA-CSI reafirmaron la importancia de mantener -en la definición de los Objetivos de Desarrollo Sustentable- el ámbito prioritario “trabajo decente” como autónomo y separado del ámbito “crecimiento económico”. Además, subrayaron que la coherencia de políticas para el desarrollo implica establecer un nuevo marco global (en la forma de un convenio internacional) basado en compromisos vinculantes y mecanismos de control efectivos.

CSA presenta la PLADA ante el gobierno uruguayo


En la tarde de 22 de Julio se desarrolló el Foro Internacional “Desarrollo Sustentable y Trabajo Decente: Debate entre el Sindicalismo y el Gobierno Uruguayo”, organizado por el PIT-CNT y la Fundación Friedrich Ebert, donde Hassan Yusuff, presidente de la CSA, Martha Heredia, presidenta del Comité de la Mujer Trabajadora de las Américas, CMTA, Bárbara Figueroa, presidenta de la Central Unitaria de Trabajadores (CUT) e Iván González, Coordinador político de la CSA, expusieron detalles de la Plataforma de Desarrollo de las Américas (PLADA). Las respuestas del gobierno uruguayo a esta propuesta vinieron de parte de los ministros Luis Almagro, de Relaciones Exteriores, Mario Bergara, de Economía y Finanzas, José Bayardi, de Trabajo y Seguridad Social, Daniel Olesker, de Desarrollo Social, y Roberto Kreimerman, de Industria, Energía y Minería.

El evento realizado en la Casa de los Trabajadores José “Pepe” D´Elia, sede del PIT-CNT, contó con la presencia de líderes sindicales de América Latina, representantes de los partidos progresistas de varias regiones del mundo, dirigentes sindicales uruguayos y otros líderes sociales y políticos de ese país, que llenaron las instalaciones de la histórica sede sindical.

 

En el transcurso del debate, los ministros y representantes sindicales comentaron los ejes políticos, económicos, sociales y ambientales del documento elaborado por la CSA, lanzado en mayo de este año, en Chile. Del rico intercambio producido se evidenciaron las coincidencias en la ejecutoria de los gobiernos progresistas de Uruguay en los últimos 8 años y la demostración de que es posible construir una ruta de desarrollo basada en la inclusión social, el trabajo decente y el estímulo a la negociación colectiva, con una amplia libertad sindical, así como la importancia de la participación de los/as trabajadores/as, a través de sus organizaciones, en la definición y ejecutoria de las políticas públicas.

Para cerrar el evento, el secretario general de la CSA, Víctor Báez Mosqueira, presentó al presidente José “Pepe” Mujica, reconociendo su firme compromiso con la causa de los trabajadores/as, señalando a Uruguay como un país modelo de lo que es posible hacer colocando en el centro a las personas y no el mercado, contra la lógica del discurso conservador. Báez señaló que para el sindicalismo internacional el presidente Mujica en un estadista y un compañero de ruta. El “Pepe” Mujica en su intervención señaló que el desarrollo “supone alcanzar un tipo de sociedad en que los recursos sean suficientes para que todos soporten los avatares negativos del mercado (económico-financiero) y se pueda sobrevivir sin grandes crisis”, Igualmente reiteró su tesis de que la humanidad necesita superar su visión consumista y depredadora, para lo cual el movimiento sindical debería convertirse en un instrumento para la conciencia transformadora de la clase, en sintonía con los nuevos tiempos.
 

"La desregulación no genera más puestos de trabajo"


Del evento organizado por la Fundación Friedrich Ebert participaron Pascal Lamy (ex Comisario de la Unión Europea y ex Director General de la Organización Mundial de Comercio), Tabaré Vázquez ex Presidente de Uruguay y actual candidato a la presidencia de ese país por el Frente Amplio y Víctor Báez, Secretario General de la CSA.

Para Víctor Báez, los sindicatos proponen una clara alternativa a la hegemonía neoliberal, con su Plataforma de Desarrollo de las Américas (PLADA). Agregó que muchos gobiernos conservadores, junto a los empresarios “quieren hacer creer que bajando los estándares laborales se obtiene más empleo”. Sin embargo – apuntó- “el gobierno del Frente Amplio del Uruguay, que comenzó en el 2005, ha vuelto a regular, demostrando que pagando más y fomentando la negociación colectiva se beneficia a los trabajadores, pero también a los empresarios, porque se fortalece el mercado interno. Dijo además que, en Uruguay, la limitación de la tercerización laboral hizo descender los índices de informalidad y que en general, todas esas medidas hicieron disminuir el desempleo, haciéndolo llegar a tasas mínimas históricas.

 

Pascal Lamy destacó que, si bien el sistema social europeo sigue siendo muy bueno, se ve confrontado con diversos desafíos como el desarrollo demográfico, la inmigración y la falta de crecimiento. Subrayó los efectos negativos de que Europa tenga el 120 por ciento del PIB en deuda pública, lo que se traduce en menos gasto público, menos inversión y profundización de la crisis”.

Dijo también que la austeridad en España y en Italia significó una enorme reducción de los gastos sociales. Agregó que lo peor de Europa es la alta desocupación juvenil, por ejemplo, en Francia, España e Italia y que esa es la mayor amenaza.

En cuanto a este tema, Báez subrayó que la salida es la creación de empleos. “Flexibilizar el empleo no es la solución. Aprendizaje y formación profesional sí, unidos por ejemplo a la necesidad de crear y fortalecer bancos de desarrollo que incentiven la creación de empresas pequeñas y medianas, porque son las que mayor cantidad de empleo crean. Agregó que hay sectores conservadores que detentan el poder a nivel mundial que no quieren que los gobiernos de izquierda tengan éxito y que esos mismos sectores atacan la función normativa de la OIT.

En relación a los acuerdos comerciales internacionales, Pascal Lamy dijo que “la economía mundial se ha transformado por completo en los últimos 20 a 30 años. Se preguntó cómo concretar la integración con sistemas sociales diferentes. Se trata –dijo- de cuestiones muy sensibles que exigen el accionar coordinado de los sindicatos.

Para Báez, la profundización de la UNASUR y otros procesos de integración es fundamental incluso para resolver problemas regionales y nacionales. Una de las formas de aprovechar y profundizar la integración es la complementación productiva, la protección social y la seguridad social para la gente y la resolución hasta de problemas ambientales que no pueden solucionarse solamente a nivel nacional.

 

Para Tabaré Vázquez, la experiencia uruguaya ha mostrado fehacientemente que un proyecto alternativo es una opción al modelo neoliberal. “Con una política social y reguladora de las relaciones laborales, aumentó el PIB, la ocupación, la productividad y el salario real”, dijo.

Dijo que la política de su gobierno, cuando fue presidente y también en el gobierno actual de Frente Amplio, fue de una reforma laboral basada en el diálogo, que incluyó a los trabajadores rurales y domésticos y que subrayó la importancia de subsidios por desempleo, asignaciones familiares, jubilaciones y seguridad laboral.

Finalizó diciendo que, para el trabajo de jóvenes, la formalidad laboral y la compatibilización de estudios y trabajo son esenciales.

CSA participa de la apertura de la 14ª Plenaria Nacional de la CUT en São Paulo


En la apertura de la agenda de la 14 ª Sesión de la CUT Brasil, que se celebrará entre el 28 de julio y el 1 de septiembre, en Guarulhos, São Paulo, el Secretario General de la CSA, Víctor Báez hizo hincapié en la necesidad de proteger las conquistas laborales ganadas en Brasil y en el mundo. 

En su discurso en la sesión plenaria, que reunió a unos 600 delegados de todos los estados Víctor señalo la importancia de la figura política de Lula "en cuyo gobierno Brasil comenzó ser ese gigante diplomático que es hoy".

También destacó el compromiso de la CUT y de las demás centrales sindicales brasileñas y el apoyo del presidente Lula en el proceso para la elección de João Felicio a la presidencia de CSI, “El primer latinoamericano en ocupar ese puesto”.

Indicando además la necesidad del movimiento sindical en mantener su presencia política en todos los países, Báez señaló "Organizamos, luchamos y avanzamos en los logros y para fijar los logros necesitamos de gobiernos de izquierda. Nosotros, de los sindicatos somos independientes, pero no somos indiferentes. Para nosotros no es lo mismo que tener un gobierno de izquierda a tener un gobierno de derecha. Para nosotros la garantía de los avances de las conquistas de los trabajadores solo se garantizan bajo un gobierno de izquierda".

La CSA también estuvo representada por su Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable, Rafael Freire Neto.

 

João Felicio, presidente da Confederación Sindical Internacional dice orgulloso de ser elegido con el apoyo de la CUT. Reafirmando la CUT como un ejemplo para el movimiento sindical internacional en la creación de un partido político comprometido con el pueblo y que fue responsable por elegir a un trabajador para la presidencia del Brasil, hecho que causó un " fuerte cambio en la vida política nacional y del continente." Reforzó en su intervención el hecho que señala que la victoria de Dilma Rousseff en las elecciones este año en Brasil, será la victoria del pueblo brasileño y de los pueblos de América Latina.
Más incisivo en su intervención, Vagner Freitas, presidente de la CUT, advirtió la necesidad de un diálogo constante entre el gobierno y los trabajadores recordando la importancia de la lucha de los trabajadores para apoyo los cambios propuestos por los gobiernos de Lula y Dilma, como las políticas de valorización de los salarios. "El mayor logro del gobierno de Lula, construido conjuntamente con el movimiento sindical, a través de la movilización, las marchas en Brasilia".

Vagner Freitas, también reafirmó el compromiso de la CUT en el apoyo a la aplicación de la Consulta Popular para la Reforma Política en Brasil que se celebrará del 1 al 7 de septiembre. "La mayoría del Congreso brasileño no representa al pueblo. Parte importante de diputados y senadores responden a la hegemonía por el poder económico. Si eso no cambia, seguiremos teniendo que movilizarnos a Brasilia para luchar contra ellos y evitar que se adopten medidas contrarias a los derechos de los trabajadores y trabajadoras ", dijo, citando el proyecto que liberaliza aún más la subcontratación, como ejemplo.

El ex presidente Lula, al empezar su discurso hecho un saludo a João Felicio, recordando el crecimiento diplomático de Brasil citando organizaciones internacionales, como la OMC (Organización Mundial del Comercio) y el Consejo Internacional de la FAO dirigido por brasileños.

Al citar al Secretario General de la CSA, Víctor Báez, dijo que este es "un experto de lo que sucede en América Latina", alguien que "siguió a los acontecimientos políticos ocurridos en los últimos años en nuestro continente y conoce el significado de la lucha para estar hoy donde estamos”, reafirmando la importancia de un trabajo permanente del sindicalismo de las Américas para "no permitir cualquier reacción política contraria a los avances que hay en nuestra querida América Latina."

 

El líder brasileño convocó a los más de 600 delegados y delegadas para participar en dos cuestiones señaladas por él como una prioridad para 2014, las elecciones presidenciales, de gobernadores y legisladores y el plebiscito para la reforma política.

"Lo que está en juego en las próximas elecciones es si vamos a ir un paso más alto en nuestras conquistas o si permitimos que nos conduzcan nuevamente hacia abajo" y advirtió. "Creo que no hay mayor compromiso de nosotros hasta el 05 de octubre, que las elecciones y garantizar la continuidad de los avances para el pueblo brasilero".

Lula finalizó su intervención haciendo un emocionado llamado a “caminar con la cabeza erguida como un pueblo que ha recuperado su dignidad y que la defenderá por encima de todos los intereses que no quieren reconocer el valor e importancia de millones de hombres y mujeres que se ganan diariamente con su trabajo y esfuerzo su lugar en la historia”.

Seminario Operación Cóndor y el movimiento sindical y Evaluación de la 103o Conferencia de la OIT


Participaron miembros de la Red de Derechos Humanos de CSA-CSI y del Equipo Jurídico Continental de CSA.

El día 24 de julio se discutió sobre los impactos de la Operación Cóndor para los trabajadores y el movimiento sindical y los diferentes esfuerzos políticos y judiciales que se están realizando a fin de buscar justicia por los crímenes cometidos durante las dictaduras militares. La actividad contó con un acto público en São Paulo con la participación de João Felício (Presidente de la Confederación Sindical Internacional), Jair Krischke (Presidente del Movimento de Justiça e Direitos Humanos de Brasil) y Luz María Palmas (abogada del Centro de Estudios Legales y Sociales de Argentina).

 

Este seminario tiene como antecedente la actividad sobre “Memoria, Justicia y Reparación para víctimas sindicales de represión política” realizada por CSA en Bogotá el 14 de mayo de 2013 con el apoyo del Centro de Solidaridad.

Iván González, Coordinador Político de CSA, resaltó la importancia del seminario como espacio de reflexión crítica sobre un periodo difícil en la historia latinoamericana, sobre cómo evitar que vuelva a repetirse una práctica cruel, criminal y genocida y el rol fundamental del movimiento sindical y en particular el de la CSA para hacer seguimiento vigilante en este sentido.

El día 25 de julio se realizó la actividad de Evaluación del trabajo en la 103° CIT para dar seguimiento a sus resultados y evaluar el proceso y el procedimiento seguido a fin de identificar los elementos a reforzar y mejorar en la búsqueda de tener una mayor incidencia en el sistema normativo y de control de la OIT.

Ruth Coelho de la Secretaria Nacional de Ciudadanía y Derechos Humanos de Força Sindical de Brasil explicó el contexto y el contenido del Protocolo para combatir las formas modernas de trabajo forzoso y su Recomendación complementaria, ambos instrumentos internacionales fueron adoptados en la 103° Conferencia Internacional del Trabajo (CIT) de la OIT del presente año.
Por su parte Isamar Escalona, coordinadora del Programa de Economía Informal de la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA) presentó la posición del movimiento sindical de las Américas respecto a la informalidad y precariedad laboral, el proceso seguido en la Comisión de Formalización en la 103° CIT y los desafíos para la 104° CIT donde se discutirá la definición final de la nueva norma internacional en materia de transición de la informalidad hacia la formalidad.

Asimismo, a fin de discutir acerca de los resultados de la Comisión de Aplicación de Normas de la 103° CIT, Antonio Lisboa de la Secretaria de Relaciones Internacionales de la CUT Brasil conjuntamente con Horacio Meguira de CTA Argentina y miembro del Equipo Jurídico Continental de CSA comentaron a los miembros de la Red de Derechos Humanos CSA-CSI acerca del contexto en el cual se presenta la actual crisis del sistema de control de la OIT por la posición asumida por el sector de los empleadores. Antonio Lisboa hizo mención al ataque del capital internacional a toda regulación en materia social y la imposición a que se ven sometidos los Estados en cuanto a la política económica a aplicar, situación donde la OIT no está aparte. Por su parte Horacio Meguira explicó la posición de los empleadores respecto el derecho de huelga y el Convenio núm. 87 y el cuestionamiento al trabajo que viene realizando la Comisión de Expertos en Aplicación de Convenios y Recomendaciones de la OIT.

 

El Secretario General de la CSA, Víctor Báez Mosqueira, comentó que no obstante que los resultados negativos del neoliberalismo son notorios, aquel no está en reiterada, lo que se refleja en determinados sucesos que están aconteciendo en distintas partes del mundo, y que, por ello, es necesario cambiar la mentalidad y buscar la acción internacional de la clase trabajadora.

Finalmente se discutió sobre estrategias de la CSA a fin de reforzar el trabajo de la Red de Derechos Humanos CSA-CSI y del Equipo Jurídico Continental frente a los distintos espacios de incidencia de la OIT (sistema normativo, sistema de control), la articulación con el trabajo preparatorio de otros grupos de trabajo de CSA (por ejemplo el grupo de trabajo sobre la transición a la formalización de la informalidad) y la actual campaña de defensa del derecho de huelga conforme a las directrices de la Confederación Sindical Internacional.

Comité de Juventud de la CSA lanza la campaña ¡dame esos cinco!


Esta es una acción específica, que se desprende del Plan de Acción del CJTA ante el compromiso adquirido por la CSA en su Congreso Fundador de 2008 y reiterado en su II Congreso en 2012, la CSA está acompañando al accionar juvenil de la región impulsando esta nueva campaña, con el objetivo de organizar y acompañar el trabajo de incidencia de las juventudes.

Esta es una campaña con alcance regional, con duración de dos años 2014-2016 y se espera que esta si fomente la adhesión de nuevas campañas de organización juvenil en los diferentes países donde trabaja la CSA.

Durante el acto del lanzamiento oficial de esta campaña, día 12 de agosto, estarán presentes: la Sra. Viceministra de Juventud de Costa Rica, el CJTA, el Secretariado Ejecutivo de CSA, Representantes de la Fundación Friedrich Ebert Stiftung (FES) Regional y de CR, juventudes de las organizaciones nacionales y representantes de las juventudes ISP y UNI Américas.

 

Importancia y agregados de esta campaña

La campaña ¡dame esos cinco! compromete a hombres y mujeres jóvenes a generar acciones de incidencia y movilización para lograr cambios en los porcentajes de participación juvenil, en la percepción del trabajo de las y los jóvenes en los sindicatos, así como también en las reivindicaciones de los derechos laborales de las y los jóvenes trabajadores.

Adicionalmente, la campaña compromete a las juventudes a reformular el rol de los sindicatos y la importancia de realizar alianzas con otros sectores juveniles para discusión y propuesta de todas aquellas cláusulas que garanticen la reivindicación de sus intereses y derechos en nuestras sociedades.

5 Grandes Razones para Sumarse a esta campaña:

1. Luchar por el respeto a los derechos humanos y laborales de las y los jóvenes, significa mejorar condiciones de vida y trabajo.
2. Promoviendo el liderazgo juvenil, las organizaciones sindicales tendrán mayor capacidad para reforzar el poder de las trabajadoras y los trabajadores.
3. Contar con más afiliadas y afiliados, dirigentas y dirigentes jóvenes, mejora la organización del movimiento sindical en su accionar por la justicia social.
4. Con la participación de las y los jóvenes, las organizaciones sindicales serán más fuertes y asumirán las reivindicaciones del sector juvenil.
5. Luchar por el trabajo decente para las y los jóvenes, significa empleo productivo con una remuneración justa, seguridad en el lugar de trabajo y protección social.


La campaña está dirigida especialmente a cada una de las Secretarias de Juventud de las centrales con el fin de avanzar en la organización y afiliación de jóvenes en el Movimiento Sindical.

En específico, se plantean 5 grandes maneras para promover y realizar esta campaña en las organizaciones:

1. Seguirnos en las redes sociales: facebook, twitter, google+, YouTube, la Plataforma Sindical de Juventud, unirse a la discusión de nuestro comité de juventud y compartir informaciones referentes a las acciones de la campaña.

2. Apoyar a la Secretaría de Juventud de la central para impulsar la campaña, con el fin de garantizar incremento en la afiliación de mujeres y hombres jóvenes

3. Organizar un evento de lanzamiento oficial de adhesión de la central a la campaña e involucrar masivamente a mujeres y hombres jóvenes.

4. Crear un espacio participativo y de red que permita compartir ideas, estrategias del accionar juvenil y su importancia en la toma de decisiones.

5. Participar activa y comprometidamente en las acciones movilizadoras como marchas, manifestaciones, foros, encuentros, visitas a medios de comunicación, etc., que promueva y realice la Secretaría de Juventud de la central para la promoción y defensa de los derechos laborales y la inclusión de las reivindicaciones de la juventud en la negociación colectiva.

Materiales externos campaña:

Para el lanzamiento de la campaña, ya se tiene disponible cierta cantidad de camisetas, bolsos, afiches, trípticos, y pulseras (de hule) para entregar a las y los miembros del CJTA y a las y los invitados al acto del lanzamiento.

Aquí compartimos la nota conceptual de la campaña, el formulario e adhesión y el afiche oficial de la campaña.

Cualquier consulta solo contactar Marcelo Alvarenga por el correo: marcelo.alvarenga@csa-csi.org

Llamamiento a Reforzar la Solidaridad con la Franja de Gaza


A tres semanas de iniciada esta nueva situación de conflicto en los territorios de Palestina, la agresión israelí ha cobrado la vida de casi 1400 palestinos/as, en su gran mayoría mujeres, hombres, ancianos y niños, que nada tienen que ver con el conflicto y que han sido víctimas del desproporcionado y criminal ataque militar de Israel. La constatación de que los ataques se han centrado en casas, escuelas, hospitales y centros de refugiados, además de destruir infraestructura de servicios básicos, no deja lugar a dudas que se trata de una agresión genocida contra el pueblo palestino.

 

                                                                                                                           mmansour

Son necesarios todos los esfuerzos internacionales para poner fin a la violencia desproporcionada y obligar a un cese al fuego permanente en la Franja de Gaza. Igualmente deben ponerse en práctica todos los mecanismos jurídicos internacionales para establecer las responsabilidades que al Estado de Israel le corresponden por su comportamiento agresivo frente al pueblo palestino.

La CSA respalda las medidas que vienen adoptando los diferentes gobiernos de la región para presionar un cese al fuego inmediato, así como para expresar su condena a la agresión israelí. La decisión de suspender relaciones con el gobierno de Israel, llamar a consulta a los embajadores, suspender contratos con empresas israelíes y la posibilidad de suspender el Acuerdo de Libre Comercio Israel-MERCOSUR, son señales que los gobiernos de la región están enviando, más allá de los pronunciamientos diplomáticos, para expresar su preocupación y condena a la forma en que Israel viene actuando en la Franja de Gaza.

El sindicalismo de las Américas también respalda el llamado hecho por la Confederación Sindical Internacional (CSI) para presionar un inmediato y estable Cese al Fuego en la Franja de Gaza, así como su condena a los desproporcionados e indiscriminados ataques del ejército de Israel contra la población civil en Gaza. Finalmente la CSA se suma a la iniciativa lanzada por la Federación Internacional de Transporte (ITF) al crear un Fondo Humanitario para Gaza, para canalizar ayuda material a la población de esos territorios e insta a sus afiliadas a sumarse a dicha iniciativa.
 

Acompañe en directo el Lanzamiento Oficial de la Campaña Juventud ¡dame esos cinco!


En el acto del lanzamiento oficial de esta campaña estan presentes: la Sra. Viceministra de Juventud de Costa Rica, el CJTA, el Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable, Rafael Freire Neto y la secretaria de Política Sindical y Educación, Amanda Villatoro de la CSA, Representantes de la Fundación Friedrich Ebert Stiftung (FES) Regional y de CR, juventudes de las organizaciones nacionales y representantes de las juventudes ISP y UNI Américas.















Sindicato Líder realizó exitoso mujerazo por las reformas laborales


Cerca de 500 mujeres dirigentas sindicales llegaron hasta la Casa Dieciocho respondiendo al llamado del Sindicato Líder y de la Coordinadora de Sindicatos Interempresas, SIL, para dar a conocer su Secretaria de Género y demandar reformas laborales.
En la actividad estuvieron presentes diversas autoridades de gobierno, encabezadas por la Presidenta de la República, Michelle Bachelet, y la Ministra del Sernam Claudia Pascual, parlamentarios como Maya Fernandez y Denise Pascal, la Presidenta de la CUT Bárbara Figueroa, invitados internacionales y más.

Carmen Álvarez, representante de Comisiones Obreras, multisindical española, afirmó que “si ser mujer es difícil, ser mujer y sindicalista es más difícil aún” y agregó que “sabemos que la publicación de las leyes no siempre sirve para que los cambios reales se hagan, pero lo cierto es que sin ese marco legal es más complejo actuar”.

 

“La batalla por los derechos no termina nunca, nosotras peleamos por mantenerlos y ustedes por lograrlos, lo bueno es que la globalización sirve para mirarnos y saludar las victorias de las otras” concretó Álvarez.

En tanto, en su saludo la presidenta de la CUT Bárbara Figueroa dio cuenta del actual momento político sindical, ad portas de reformas laborales esperadas y peleadas por más de 30 años.

“Uno de los mitos es que los sindicatos interempresas solo dan problemas, pero esta actividad demuestra que cuando los asumimos con responsabilidad, es hacer un sindicalismo más potente, no sólo desde nuestra demanda, sino para ser un aporte en la batalla por derrotar la desigualdad” afirmó Figueroa.

Agregó que “nos gusta que se nos mire como movimiento sindical en una perspectiva más amplia, como un movimiento que está disponible para la clase trabajadora, pero también está disponible a ser un aporte por un país más democrático”

“Siempre vivimos con el fantasma de que el debate laboral tiene que ver exclusivamente con el debate de la productividad, pero se nos olvidó entender que el debate laboral es principalmente de equidad, y podemos decir que con mayor equidad hay espacios laborales de mayor confianza y de mayor disposición a innovar” concretó Figueroa.

A juicio de la Presidenta de la CUT es necesario analizar “cómo el movimiento sindical se pone a disposición de estas luchas, esperamos que hablemos de lo importante en el debate laboral y eso es que esta es la lucha por derrotar la desigualdad, para eso no podemos pretender que todo siga como siempre, necesitamos cambios estructurales”

“El sindicalismo en una sana democracia es necesario, le hace bien a los países un movimiento sindical fuerte, porque los trabajadores organizados ayudamos a pensar un futuro con más esplendor” concretó Figueroa.

Presidenta Bachelet: “Queremos que aumente la sindicalización femenina, porque todavía quedan muchas brechas por acortar”
Luego, intervino la Presidenta de la República Michelle Bachelet, quien en primer lugar realizó un reconocimiento a la labor de las dirigentes sindicales, “lo que ustedes hacen cada día es una tremenda labor, quiero partir haciendo un reconociendo a la triple labor que realizan como trabajadoras, dirigentes sindicales y hacer funcionar el hogar 

 

“Siempre habrá razones para avanzar o no avanzar, lo importante es trabajar para revertir la economía desacelerada que heredamos, y nuestro primer esfuerzo es que no se afecten los derechos adquiridos” concretó la Presidenta de la República.
“Queremos que aumente la tasa de sindicalización en Chile, que el 2013 alcanzó apenas a un 16,4%, y queremos que aumente la sindicalización femenina, porque todavía quedan muchas brechas por acortar y en el mundo del trabajo nos encontramos con desigualdades que ya es tiempo de terminar”, afirmó la mandataria.

Asimismo, la Presidenta destacó el rol que juegan los representantes de los trabajadores a la hora de mejorar sus condiciones laborales y, sobre todo, defender sus derechos.

“Como líderes sindicales, son las primeras defensoras de los derechos de sus colegas, hombres y mujeres. Son las primeras en poner el hombro para exigir lo que la ley garantiza en materia laboral, pero que en muchos casos no se cumpliría si no existiera, justamente, una representante, un representante de los trabajadores exigiendo que se cumpla la ley”, sostuvo.

“Hemos ido avanzando en estas cosas. No ha sido un logro sólo del Gobierno, un logro del Parlamento, también ha sido posible gracias al compromiso y al trabajo de la Central Unitaria de Trabajadores y los representantes de los trabajadores”, señaló.

Video: entrevista con João Felício, presidente de la CSI



 

"En el contexto de la Reforma Laboral: ¡Ampliar los Derechos!"


La importancia de los aspectos tratados en este foro que sirven de soporte a la posición sostenida por el movimiento sindical, exige que sea dada a conocer a las autoridades involucradas en el tema, al sector empresarial a los trabajadores/as, a las organizaciones de la sociedad civil, populares y comunitarias y a la opinión pública en general.

En el foro intervinieron líderes nacionales e internacionales experimentados en la aplicación de políticas públicas sociales y laborales, como: Eduardo Brenta, ex Ministro de Trabajo y actual Senador de Uruguay; Rafael Alburquerque, ex vicepresidente y ex Ministro de Trabajo de la República Dominicana; Víctor Báez, Secretario General de la Confederación Sindical de Las Américas (CSA-SEDE BRASIL); Cathy Feingold, Directora del Departamento Internacional de la AFL-CIO de los Estados Unidos; Carmen Ferreiras, Vicepresidenta de la CUT de Brasil; Maribel Batista, experta laboralista y Felipe Santos, economista, ambos asesores de las de las centrales sindicales dominicanas. También los convocantes al evento, Gabriel del Rio, Secretario General CASC, Rafael Abreu, Presidente CNUS y Jacobo Ramos, Presidente CNTD.

Los empresarios de la República Dominicana están alegando que los derechos laborales frenan la creación de empleos formales y que el costo laboral quita competitividad al país. Para ello proponen la reducción de los derechos laborales mediante la disminución a su mínima expresión de la cesantía (3 años y en base al salario cotizable de la seguridad social), la terminación del contrato de la trabajadora en la licencia pre y post natal, la flexibilización de la jornada para que la misma llegue a 48 horas semanales y hasta 12 horas diarias, sin pagar por ello horas extras ni el adicional de los días feriados, entre otras propuestas que precarizarían aun mas los derechos laborales, lo cual contradice los cambios implementados en países como Brasil y Uruguay que han propiciado el derrumbe de las ideas de que el mercado es el que manda, de que pagar un salario digno quiebra las empresas y que los derechos de los trabajadores/as perjudican la economía.

Los países invitados han aplicado medidas exitosas para combatir la pobreza y mejorar las condiciones de trabajo y de vida de la población impactando de manera positiva en la creación de empleos formales, sin tener que lesionar los derechos de los trabajadores/as mediante procesos llevados a cabo con una activa participación del movimiento sindical y empresarial, reconociendo y respetando el dialogo social y los acuerdos derivados de este. Dentro de estas medidas se encuentran:

Una política fiscal orientada en una tributación en base a la renta y las riquezas generadas, sustituyendo el modelo basado en los impuestos al consumo, pagados principalmente por los trabajadores/as, como ocurre en la República Dominicana.

Mejoría en aspectos como la infraestructura y la energía eléctrica y el fortalecimiento de justicia para atraer la inversión, en vez de bajar los salarios, empeorar las condiciones de trabajo o el incumplimiento de las normas, como pretenden una parte del empresariado dominicano.

Uruguay ha realizado una reforma laboral mediante el reconocimiento de los derechos para lo cual ha promulgado en los últimos años mas de 40 leyes, entre ellas, a) la de trabajo domestico, reconociendo los derechos laborales a este colectivo e implementando una fiscalización más efectiva para el registro y pago de la seguridad social; b) La regularización de la subcontratación mediante el establecimiento de la responsabilidad solidaria, c) el fomento de la negociación colectiva y la participación activa de las organizaciones sindicales en el diseño e implementación de políticas públicas, entre otras, lo cual ha contribuido a desestimular la informalidad y estimular un crecimiento sin precedentes de los niveles de empleo y de la reducción de la pobreza. Todo esto ha sido posible por el carácter de la política social del gobierno y la unidad y firmeza del movimiento sindical alrededor de un objetivo común.

En Brasil, a partir de las medidas implementadas por el gobierno de Lula y continuado por la presidenta Dilma, se está logrando un mayor crecimiento económico con distribución de la riqueza, a través de medidas como la ley de valorización del salario mínimo, que está retornando el poder adquisitivo del salario; en 12 años se han creado 20 millones de empleos, 15 millones de ellos en el sector formal, reduciéndose el desempleo a un 6%; reconocimiento de varias categorías de actividades, visibilizando el trabajo realizado por las mujeres, indígenas, afrodescendientes y jóvenes, mediante una fuerte inversión del gobierno en la producción interna, como la agricultura familiar, la artesanía, programas de créditos, intereses bajos y subsidios, entre otras medidas que incluyen una fuerte inversión del gobierno en la producción interna. Esto ha permitido superar la situación imperante en la década de los 90s agobiada por un 38% de desempleo, alta inflación, una profunda brecha social y económica con una enorme deuda con el FMI.

Contrastan los resultados de las políticas implementadas en Uruguay y Brasil, frente a lo ocurrido en España que redujo los derechos de los trabajadores/as, abaratando el despido y bajando los ingresos de estos, dejando como resultado en un estancamiento de la economía y en el aumento desproporcionado del desempleo que ha llegado a un 25%.

En 1992, a partir de la reforma al Código de Trabajo en la República Dominicana, la inversión se incrementó y hubo crecimiento del empleo, aun cuando se ampliaron los derechos, lo que es un mentís a la campaña mediática empresarial contra el Código vigente.

Hace 10 años se firmo el Tratado de Libre Comercio entre el gobierno de Estados Unidos, los países de Centroamérica y la República Dominicana (DR-CAFTA), que establece en su capítulo 16 que los gobiernos deben cumplir con sus leyes laborales, de manera especial Libertad Sindical, Negociación Colectiva, sin trabajo forzoso y sin trabajo infantil. Un punto clave es que cada gobierno debe fortalecer sus leyes laborales y que no debe tratar de debilitar los derechos de los trabajadores/as para aumentar su competitividad. El movimiento sindical dominicano cuenta con el acompañamiento solidario de la central mayoritaria de los Estados Unidos ( AFL-CIO), para que en caso de que se pretenda imponer una reforma laboral para precarizar las condiciones de trabajo, llevar ante el mecanismo del capítulo 16 del DR-CAFTA una queja por violación al tratado, tal como lo han hecho las organizaciones sindicales de Guatemala y Honduras.

Resulta inaceptable que se impulse que el capital tenga más derecho que las personas, como ocurre en la actualidad, pues nada pone freno u obstaculiza las grandes transacciones del capital a nivel internacional. ¿Por qué entonces hay que restringir los derechos laborales y las acciones de solidaridad y humanistas de las organizaciones sindicales a nivel mundial?

Frente a ello, promovemos universalizar los derechos de la gente, los derechos de los/as trabajadores/as, que al igual que la libertad de empresa

CSA presenta la PLADA a las autoridades de Costa Rica


Al Acto asistieron más de 600 personas; una enorme afluencia de dirigentes de las centrales afiliadas a la CSA, Confederación de Trabajadores Rerum Novarum (CTRN) y Central del Movimiento de Trabajadores Costarricenses (CMTC), estuvieron presentes. Igualmente representantes de la Central Costarricense de Trabajadores Democráticos (CCTD), Asociación Nacional de Empleados Públicos de la Central Social Juanito Mora Porras (CSJMP) y Central Unitaria de Trabajadores (CUT), así como El Ministerio de Trabajo y Seguridad Social representado por el Viceministro de Trabajo Dº Harold Villegas Román y Ministerio de Economía, Industria y Comercio, representado por Dª Giannina Dinarte Romero, Viceministra de Economía, Industria y Comercio.

El secretariado de la CSA estuvo representado por la compañera Amanda Villatoro, Secretaria de Política Sindical y Educación, y por el compañero Rafael Freire Neto, Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable.

 


A todas y todos los participantes se les hizo entrega de un ejemplar de la PLADA, las Instituciones del Gobierno, recibieron un ejemplar de la PLADA de mano del Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable el Compañero Rafael Freire Neto.

En su intervención, Freire afirmó: “Para nosotros la mejor manera de avanzar en la superación del neoliberalismo es la construcción de un nuevo modelo económico, social y político, y a partir de esto nos colocamos la tarea de decir cuál es nuestra visión de eso nuevo modelo, traducimos todo eso en la idea de presentar nuestra visión de desarrollo sustentable en la PLADA”.

La Plataforma de Desarrollo de las Américas, es una formulación política estratégica que tiene relevancia de un instrumento de lucha de mediano y largo plazo, construida por la CSA juntamente con el movimiento sindical y otros movimientos sociales aliados, durante los años 2013 y 2014.

 


“Esta es nuestra visión del Desarrollo que se construye desde nuestra opción sindical reafirmando los pilares del trabajo decente; la distribución de la riqueza; la democracia participativa; la igualdad entre géneros; la integración regional y la protección e inclusión social de todas y todos. El desarrollo no se logra sin la plena inclusión y participación de las mujeres y de los jóvenes”, señalo Amanda Villatoro.

La PLADA ha recibido el apoyo de la Friedrich Ebert Stiftung (FES). A nivel regional, la FES de la América Central ha venido respaldando el esfuerzo.

A través de esta Plataforma, el movimiento sindical de la región pretende presentar su propuesta hacia la superación de los desequilibrios estructurales de América Latina y el Caribe, con especial enfoque en el desarrollo sustentable.

 


Albino Vargas Barrantes, Secretario General de la Asociación Nacional de Empleados Públicos y Privados (ANEP), calificó la actividad de gran éxito. “Para nosotros es de gran relevancia porque nos enlaza y nos mete en el rol no solo de resistencia al rumbo neoliberal de la globalización en América Latina, sino también nos inserta en un esfuerzo de propuesta de modelo alternativo de desarrollo que se aparta del neoliberalismo. De alguna manera, los contenidos de la PLADA tienen que ver con una serie de políticas de inclusión social que vienen siendo promovidas y fomentadas por diversos gobiernos progresistas que hoy en día existen en varios países de la América del Sur y de la América Central”, manifestó Vargas.

Así, el Secretario General de la CRTN, Marvin Rodríguez, dijo en su intervención: “La CTRN exige que si reinstale y se respete la libertad sindical, sin esa no existen las condiciones dignas de trabajo. El desarrollo y el bienestar de un país depende dos trabajadores”.

Imágenes de la ANEP
 

CSA promueve el segundo taller de articulación sindical hacia la COP 20


Desde la Perspectiva Sindical:


Representantes del movimiento sindical apuntaron que actualmente los trabajadores/as encaramos el tema ambiental como un tema sindical de especial relevancia, particularmente en las Américas a través de nuestra nueva y efectiva herramienta política que es a PLADA, la cual consta de 4 pilares: Económico, Político, Social y el Ambiental.

Esta herramienta política surge a través del reconocimiento de un período económico, social y político distinto, diferente, que comenzó hace 20 años, y que empezó a manifestarse a través de los procesos de exigencia de diálogo social con temas como el ALCA en 2005.

En cuanto al eje ambiental, este está basado, primero en el pilar de “Justicia Ambiental”, sobre el principio de responsabilidades comunes pero diferenciadas; y como segundo pilar la “Defensa de los bienes comunes”; se incluyó el concepto agua, como un derecho humano, a partir de los debates dados en el Perú; y otros temas de especial relevancia en la región tales como energía, minería, bosques y la Amazonía; y muy especialmente la gran preocupación de cómo serán los trabajos en este nuevo modelo planteado en construcción de esta plataforma.

 


Por otro lado, la articulación del movimiento sindical y las organizaciones nacionales peruanas, presentaron una hoja de ruta sobre los avances y la agenda común rumbo a la COP-20 Lima:
 
• Resaltando una serie de actividades y talleres a nivel nacional sobre capacitación, sensibilización y articulación;
• Tienen programado un encuentro de organizaciones y movimientos sociales y ambientales para finales de septiembre;
• La Cumbre de los pueblos, será efectuada del 9 al 12 de diciembre, donde se trabajará por mesas temáticas y actividades culturales los días 9 y 11; habrá movilización masiva para el 10 de diciembre; y el día 12 en la mañana habrán plenarias por ejes temáticos, y en la tarde se celebrará la Cumbre de los Pueblos.
• Señalaron además, que la propuesta de Estrategia Nacional de Cambio Climático (ENCC) que el Ministerio del Ambiente (MINAM) publicó el 23 de julio último para comentarios no contempla políticas específicas para los diferentes sectores ni establece metas; a pesar de que en diciembre del 2011 el gobierno logró consolidar un borrador que serviría de base para este documento y en el que hubo participación importante de la sociedad civil; sin embargo, esos avances no han sido recogidos en la propuesta presentadas por el MINAM. El grupo COP-Perú señaló que fueron eliminadas propuestas de políticas específicas que involucran a los diferentes sectores, por ejemplo, en la gestión de bosques, la gestión de recursos hídricos, en energía, entre otros. Lo que se plantea ahora son solamente ‘sinergias’, pero no políticas explicitas que deban cumplirse.
• Igualmente señalaron que la Cop-20 sin los procesos de movilización nacional no será posible alcanzar un acuerdo que sea positivo para los trabajadores/as, ni para la sociedad civil.

Desde la perspectiva del Gobierno y la organización oficial

Aspectos relevantes
• La Presidencia está a cargo del Ministerio de Ambiente (MINAM), en coordinación con el (Ministerio de Relaciones Exteriores) MRE, otros Ministerios, y otros actores públicos y privados;
• La COP se celebrará 1-12 de diciembre y gobierno tienen una ruta de trabajo considerando los eventos que han tenido lugar en este proceso desde agosto 2013 - diciembre 2015;
• Esperan aproximadamente 5000 delegados oficiales de más de 180 países;
• Sociedad Civil, Sector Privado, Organizaciones Internacionales 3000-5000 adicionales.

Objetivos Generales Del Gobierno Perúano:
• Lograr un borrador de Acuerdo que sería adoptado en Paris 2015
• Movilizar recursos financieros en el marco del Fondo Verde Climático
• Avanzar en los Mecanismo de Pérdidas y Daños
• Contribuciones Nacionales Determinadas a los objetivos de Mitigación y Adaptación

Señalaron que estos objetivos fueron consensuados teniendo en cuenta que la agenda de trabajo para Post-2015, sobre la resistencia al clima está basada en la erradicación de la pobreza, adaptación y mitigación al cambio climático, y el desarrollo sostenible.

Objetivos Específicos para las negociaciones:
 
• Consolidar un vínculo entre cambio climático y desarrollo sostenible.
• Reforzar el esquema financiero (GCF, transparencia).
• Lanzar un paquete en temas de adaptación
• Obtener avances de implementación en temas de pérdida y daño, tecnología, bosques, mercados y otros.
• Anunciar iniciativas público-privadas para aumentar ambición pre- 2020 (en seguimiento a la Cumbre de NY – 23 Sept).
• Lograr concertación latinoamericana para el éxito de COP20.
• Posicionar algunos temas peruanos específicos como Amazonía y glaciares.

Avances en la Organización

Se han conformado cinco (5) equipos de trabajo de la COP20, por Decreto:
• Equipo de Negociaciones
• Equipo Logístico
• Equipo para el Frente Público
• Equipo de Comunicaciones
• Equipo para Agenda Interna
• Se han efectuado coordinaciones con la Secretaría de la CMNUCC.

Avances en el Proceso de Negociación 
• Se han presentado borradores del Acuerdo 2015 o elementos del mismo por: AILAC, ALBA, China, LMC, UE, USA, etc.
• Se han realizado consultas bilaterales con los principales actores.
• Se ha establecido un grupo de contacto que empezará a trabajar el Acuerdo 2015 en junio en el marco del ADP.
• Se han efectuado coordinaciones con la sociedad civil peruana (ONGs, sector privado, etc.)

Las Expectativas del Gobierno peruano:
• Demostrar el compromiso del Perú a nivel multilateral con los temas ambientales y en general con el desarrollo sostenible.
• Demostrar liderazgo regional al hab

Miembros de la RSCD se reúnen para mejorar las asociaciones sindicales


Se presentaron herramientas de la RSCD como el repertorio de proyectos, los principios sobre la eficacia del desarrollo y el perfil sobre la eficacia del desarrollo. También se elaboraron conjuntamente recomendaciones para mejorar la solidaridad entre los miembros de la RSCD en la región.

El seminario permitió la presentación del repertorio de proyectos de la RSCD, un repertorio de proyectos sindicales de desarrollo a través del mundo. Este muestra como los sindicatos son actores de desarrollo. Sin embargo, los sindicatos no solamente ponen en marcha proyectos de desarrollo sino que también cooperan políticamente para dar más fuerza y más alcance a la voz de los trabajadores y trabajadoras a través del mundo.
 


Se presentaron también los principios sindicales sobre la eficacia del desarrollo. Estos principios están diseñados para servir de referencia común a las iniciativas de cooperación al desarrollo y, en última instancia, contribuir a mejorar su impacto. Los y las participantes se mostraron de acuerdo con los principios pero recalcaron que se debe hablar más de solidaridad.

Los principios de la RSCD no son solo palabras. El TUDEP los completa. El TUDEP es un instrumento de aprendizaje que pretende apoyar a los actores sindicales de desarrollo a escala mundial en la aplicación de los principios de la eficacia del desarrollo de la RSCD. Los participantes aprendieron como usar esta herramienta y sus comentarios ayudarán a mejorarla. Une sesión de trabajo en grupo mostró que los principios de coherencia y asociación son lo más integrados en los proyectos de cooperación sindical en la subregión.

Al final del taller, los participantes enumeraron una serie de recomendaciones para seguir trabajando hacia proyectos de solidaridad más eficaces.

Puede leer más desde el punto de vista de un participante aquí
 

Llamamiento por la Jornada Mundial por el Trabajo Decente 2014


La CSA convoca a las afiliadas a celebrar el próximo 7 de octubre la VI Jornada Mundial por el Trabajo Decente, con el tema “Justicia para los Trabajadores; Justicia Climática”.

La Jornada es conocida por ser un día de movilización para todos los sindicatos en el mundo entero. Estos años se han organizado cientos de actividades en la mayoría de los países de la región, en las que participan millones de personas para promover el trabajo decente, vinculado a diferentes reivindicaciones de los trabajadores/as y demandar de los Gobiernosacciones concretas para su solución.

 


Este año la CSI ha propuesto como consigna movilizadora el tema “Justicia para los/as Trabajadores/as; Justicia Climática”considerando que es central el objetivo de construir una nueva economía global, que centre la justicia social, el desarrollo sustentable y la justicia ambiental

La CSA desde su II Congreso ha colocado como una de sus prioridades estratégicas incidir en la disputa por un modelo de Desarrollo Sustentable para las Américas y desde este año contamos con la Plataforma de Desarrollo para las Américas (PLADA), que es una formulación política estratégica que tiene la relevancia de ser un instrumento de lucha de mediano y largo plazo, construida colectivamente desde el movimiento sindical, junto con otros movimientos sociales aliados, durante los años 2013 y 2014.

Desde la CSA queremos vincular la Jornada del 7 de octubre con dos importantes momentos políticos para la región. La realización de la XVIII Reunión Regional Americana de la OIT, Lima, 13 al 16 de octubre, y la Conferencia de Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (COP 20), Lima, 1 - 12 de diciembre. En estos dos escenarios el movimiento sindical de las Américas debe colocar sus propuestas para la superación de la lógica de exclusión social y depredación del planeta que representa el modelo capitalista neoliberal, por lo que la PLADA y otras formulaciones políticas estarán siendo llevadas para estos espacios internacionales de definiciones políticas y sociales que afectan la región y el mundo.
 
 

Igualmente desde la CSA queremosrepetir el éxito de los últimos años y también aumentar el número de actividades y personas movilizadas. El 7 de octubre es una oportunidad valiosa de comunicar nuestra visión a toda la sociedad de manera unitaria en todos nuestros países.

Llamamos entonces a preparar sus acciones, informar y movilizar en sus países. Por favor divulguen la información en sus centrales, sindicatos, espacios comunitarios,universidades y medios de comunicación alternativos. Envíen sus reportes a la CSA (mayra.castro@csa-csi.org) y a la CSI (http://2014.wddw.org/) con las acciones que serán desarrolladas.

También podemos intercambiar informaciones en la Página Oficial de la CSA en el Facebook https://www.facebook.com/csa.tuca, en la Página Oficial de la campaña www.facebook.com/noalninguneo y en el Twitter twitter.com/csa_tuca/




 

Video: Conociendo el Operativo Cóndor


CSA realiza Taller Sindical Regional sobre el Convenio 169


La Confederación Sindical de Trabajadores y trabajadoras de las Américas (CSA), el programa para promover el Convenio núm. 169 (PRO 169) y la oficina de Actividades para los Trabajadores de OIT (ACTRAV) llevaron a cabo los días 4 y 5 de septiembre en la ciudad de Lima el “Taller Sindical Regional de evaluación y seguimiento: Formación a distancia sobre Convenio 169 y fortalecimiento de alianzas”.
 


Este Taller constituyó, por un lado, la fase presencial de las dos actividades formativas a distancia sobre los derechos de pueblos indígenas en el marco del Convenio núm. 169, realizadas en los años 2013 y 2014 por CSA, el programa PRO 169 y ACTRAV-OIT, y, por otro lado, un espacio de diálogo intercultural entre dirigentes sindicales y dirigentes indígenas a fin de discutir sobre cómo ambos colectivos pueden trabajar conjuntamente para la defensa de los derechos de los pueblos indígenas.

 


Se tuvo la oportunidad de presentar la Plataforma de Desarrollo de las Américas (PLADA) de CSA y comentar la posición de esta plataforma política del movimiento sindical de las Américas respecto a la situación y los derechos de los pueblos indígenas.
Entre los temas discutidos en el taller figuraron:
 
  • Sistematización de las principales conclusiones de las actividades de formación sindical a distancia sobre los derechos de los pueblos indígenas en el marco del Convenio núm. 169
  • Presentación del trabajo que realiza la CSA-CSI y el rol de las organizaciones sindicales en relación a los derechos de los Pueblos Indígenas
  • Panel sobre experiencias de alianzas sindical-indígena en Paraguay y Perú
  • Vínculo del Convenio núm. 169 y los otros Convenios Internacionales del Trabajo de la OIT
  • Empleo Juvenil indígena
  • Discusión recurrente sobre empleo y transición a la formalidad
  • Ocupaciones tradicionales, derechos laborales y formación profesional indígena
  • Sistema Normativo de la OIT

Finalmente, a partir del diálogo intercultural entre los dirigentes sindicales y los dirigentes indígenas, se presentó una declaración complementada por una hoja de ruta destinada a ser ejecutada conjuntamente por el movimiento sindical y las organizaciones y pueblos indígenas.
 


Para leer la Declaración por el fortalecimiento de la alianza entre el movimiento sindical y los pueblos indígenas, clique aquí 
 

HACIA EL 7 DE OCTUBRE!!!


La 7ª Jornada Mundial por el Trabajo Decente representa una gran oportunidad para que hagamos llegar el mensaje sindical a los/as trabajadores/as de las Américas y de ayudarlos/as a afiliarse a un sindicato apoyando acciones de solidaridad a nivel continental.

Con “Justicia para los Trabajadores, Justicia Climática”, afirmamos que la creación de empleos verdes y decentes es fundamental para el enfrentamiento del deterioro del medio ambiente y la creciente desigualdad social, los dos grandes peligros del siglo XXI.
 
 


Los estudios realizados por el Millennium Institute y publicados por la CSI – Confederación Sindical Internacional – en la página oficial de la JMTD, “demuestran que invertir el 2% del PIB en la economía verde podría crear hasta 9,6 millones de nuevos puestos de trabajo cada año en los países y sectores analizados”.

Igualmente, queremos repetir el éxito de la Jornada de los últimos años y también aumentar el número de actividades y personas movilizadas en la América Latina y Caribe. Ninguna acción es demasiado grande o demasiado pequeña y cualquier acción debe ser comunicada a la CSA y registrada en la página de la campaña (http://2014.wddw.org/).

Llamamos entonces a preparar sus acciones, informar y movilizar en sus países. Por favor, divulguen la información en sus centrales, sindicatos, espacios comunitarios, universidades y medios de comunicación alternativos. Envíen sus reportes a la CSA (mayra.castro@csa-csi.org) con las acciones que serán desarrolladas.

También podemos intercambiar informaciones en la Página Oficial de la CSA en el Facebook https://www.facebook.com/csa.tuca, en la Página Oficial de la campaña www.facebook.com/noalninguneo y en el Twitter twitter.com/csa_tuca/

Este año debemos ser nuevamente el continente que moviliza más personas por el trabajo decente. Sigamos dando el ejemplo! Adelante, compañeros y compañeras!!



Víctor Báez Mosqueira
Secretario General CSA



EE.UU. abre panel arbitral por violencia antisindical en Guatemala


Fueron más de seis años de una batalla legal tortuosa y difícil. Los EE.UU. decidieron activar el panel arbitral contra Guatemala por violación de los derechos laborales en el marco del acuerdo CAFTA (Tratado de Libre Comercio entre República Dominicana, América Central y EE.UU.).

Es la primera vez en la historia que un país ha iniciado un arbitraje internacional por violación de las normas laborales.

La disputa comenzó en abril de 2008, cuando seis sindicatos guatemaltecos y la AFL-CIO presentaron una queja ante el Departamento de Comercio de Estados Unidos señalando una serie de preocupaciones, particularmente la violencia antisindical.

La petición argumentó que Guatemala fracasó en hacer cumplir sus propias leyes laborales y sus compromisos de respetar, promover y hacer realidad los derechos fundamentales de los trabajadores y trabajadoras.

A partir de ahí, la situación sólo ha empeorado. Desde 2008 hasta el 2013, al menos 30 asesinatos de dirigentes y activistas sindicales fueron documentados, según la Comisión Internacional contra la Impunidad en Guatemala (CICIG).

Por otra parte, se han producido numerosos intentos de asesinato, además de casos de tortura, secuestros, robos y amenazas de muerte.

Esta cultura de intimidación e impunidad ha llevado la Confederación Sindical Internacional (CSI) a considerar a Guatemala cómo el país más peligroso en el mundo para sindicalistas.

Aun así, se llegó a un compromiso en abril de 2013, cuando los EE.UU. y Guatemala acordaron un plan de aplicación de 18 puntos para fortalecer la inspección del trabajo, aumentar el cumplimiento de los derechos laborales por parte de las empresas exportadoras, mejorar la aplicación de las órdenes judiciales, entre otras medidas.

Se suponía que el plan sería completamente implementado hasta abril de 2014, pero se ha concedido varias prórrogas a Guatemala con la intención de darle "una última oportunidad".

 

Al llevar a Guatemala a arbitraje, el Departamento de Comercio ha reconocido que muy poco se hizo para que Guatemala cumpliera con sus propias leyes laborales.

"Hoy el gobierno de Estados Unidos tomó la decisión correcta al dejar en claro que sin respeto a los derechos laborales, Guatemala no puede insertarse en la economía global", dijo Sharan Burrow, Secretaria General de la CSI.

"La comunidad empresarial presionó para que el CAFTA fuera firmado, a pesar de las graves violaciones. Este nuevo hecho debería hacer que los empleadores reflexionen para llevar a cabo reformas profundas en sus cadenas de suministro".

Guatemala, juntamente con América Central, tiene también un acuerdo de asociación con la Unión Europea.

El panel de arbitraje CAFTA-DR emitirá un informe preliminar con conclusiones y recomendaciones. Si el gobierno no logra poner en práctica esas recomendaciones, Guatemala podría enfrentar multas y potencialmente sanciones comerciales.

Un proceso similar se está llevando a cabo en la Organización Internacional del Trabajo (OIT), donde una solicitud de una Comisión de Encuesta - la medida de investigación más fuerte disponible bajo el sistema de la OIT - fue presentada por el Grupo de Trabajadores contra el gobierno de Guatemala. La decisión sería tomada en noviembre de 2014.

SINTRACOBAL negocia Convención Colectiva tras alcanzar porcentaje de afiliación


Después de un arduo trabajo de organización que se ha venido desarrollando durante el último año en fincas bananeras ubicadas en la zona de Sixaola en el Caribe Sur de Costa Rica, presentó ante COBAL (Subsidiaria de la Multinacional Bananera CHIQUITA Brands) un pliego de peticiones para negociar la Convención Colectiva en una de sus fincas denominada Súper Amigos tras alcanzar el porcentaje de afiliación indicado en el Artículo 56 del Código de Trabajo.

“Este esfuerzo, debemos reconocerlo, ha sido apoyado por varias organizaciones sindicales nacionales e internacionales como la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas - CSA y UITA, LO-TCO Suecia, CUT Brasil, COLSIBA, CTRN, SINTRAPEQUIA, SEC, FENTRAG, FES Costa Rica, OIT”, dijo Maikol Hernández Arias, dirigente de la organización sindical bananera.

Esta Convención Colectiva viene a desarrollarse en uno de los cantones más pobres y con mayores niveles de desigualdad social de Costa Rica y a la vez tiene el gran reto de poder incorporar matices muy particulares, como son la condición mayoritaria de trabajadores transfronterizos indígenas panameños, así como condiciones geografías de alto nivel de exposición ambiental. .

“Son más de 35 años de políticas antisindicales impuestas por los gobiernos, CORBANA y un sector de la iglesia Católica en las empresas bananeras y la agroindustrial en general, por lo que consideramos como organización que todo el apoyo que sigamos recibiendo será de gran importancia para garantizar avances futuros” remarcó Hernández.

Abajo se encuentra una copia del documento mediante el cual se presentó la denuncia ante la empresa y a la Dirección Nacional de Asuntos Laborales del Ministerio de Trabajo y Seguridad Social, de acuerdo al procedimiento legal establecido.
 




Fortalecimiento de la estrategia sindical en el uso del Sistema Interamericano de Derechos Humanos


Los días 18 y 19 de septiembre, con la cooperación del Centro de Solidaridad de AFL CIO, se llevó a cabo en la ciudad de San José el Seminario “Fortalecimiento de la estrategia del movimiento sindical de las Américas en el uso de los mecanismos del Sistema Interamericano de Derechos Humanos”, a la que asistieron miembros de la Red de Derechos Humanos de la CSA-CSI y del Equipo Jurídico Continental.

 

Los objetivos específicos de la actividad fueron:
 
• Articular el trabajo que se viene realizando con la Comisión Interamericana de Derechos Humanos, en particular con el seguimiento a los resultados de la audiencia temática del caso de Chile del 2013 y la preparación del caso regional solicitado para el año 2014.
• Intercambiar experiencias de las centrales sindicales relativo al uso de los mecanismos del sistema Interamericano de Derechos Humanos.
• Fortalecer la estrategia de incidencia/preparación de casos emblemáticos ante el Sistema Interamericano de Derechos Humanos.

El Secretario de Política Social, Laerte Teixeira, y el asesor legal del Departamento de Derechos Humanos y Sindicales de la CSI, Jeff Vogt, comentaron los desafíos y las perspectivas del Sistema Interamericano de Derechos Humanos como Mecanismo para la Defensa de los Derechos Laborales en las Américas.

La actividad sirvió para dar seguimiento a los avances en el uso estratégico por parte del movimiento sindical de las Américas de los mecanismos de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos para la defensa del derecho a la libertad sindical. En particular se dio seguimiento a los resultados de la audiencia temática 2013 del caso chileno y se presentó la preparación de los casos nacionales para la audiencia temática regional solicitada para este año ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos.

 

La actividad contó con el valioso aporte del Secretario Ejecutivo de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos y de un representante del Centro por la Justicia y el Derecho Internacional (CEJIL).

Se tuvo la oportunidad de hacer una visita guiada a la sede de la Corte Interamericana de Derechos Humanos y contar con una charla sobre sus mecanismos por parte de un funcionario de la secretaría técnica de la Corte Interamericana.

Finalmente se realizó un trabajo en grupos para discutir las estrategias de la CSA, la Red de Derechos Humanos CSA-CSI y del Equipo Jurídico Continental a fin de fortalecer la incidencia del movimiento sindical de las Américas en el Sistema Interamericano de Derechos Humanos. Como resultado los participantes elaboraron un Plan de Acción 2014-2015.

 

En el marco de la reunión los participantes propusieron y elaboraron una declaración de apoyo a la candidatura de la Sra. María Rosa Ortiz para las elecciones a la Comisión Interamericana de Derechos Humanos que se celebrará en el mes de junio del 2015.

Puede visualizar la declaración de apoyo aquí.

"7 de outubro é por trabalho decente e desenvolvimento"


Segundo o dirigente, “a capitulação de muitos governos à lógica do grande capital, expressa pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial, coloca os direitos da classe trabalhadora e a própria democracia em risco”. Daí a importância, sublinhou João Felicio, “da realização de mobilizações unitárias que ampliem a pressão em defesa da pauta do desenvolvimento, do trabalho decente, dos direitos e de aumentos reais de salário”. Abaixo, a íntegra da entrevista.

O que difere esta Jornada Mundial pelo Trabalho Decente, convocada pela CSI para o próximo 7 de outubro, das anteriores?

Mais do que uma palavra de ordem, os dizeres “Justiça para os trabalhadores, justiça climática” coloca em destaque o debate sobre o projeto de desenvolvimento defendido pela CSI, que é inclusivo, com trabalho decente, garantia de direitos e redistribuição de renda, em contraposição ao trágico receituário aplicado nos países centrais. Além de recessivo e de alavancar a miséria e o desemprego, o modelo adotado por boa parte dos governos da Europa e dos EUA tem impactos extremamente negativos para o meio ambiente, pois coloca sempre em primeiro lugar o grande capital, que depreda, degrada e contamina.
A água acaba sendo reduzida a uma simples mercadoria.

Entre outras questões, defendemos a água como um direito humano universal – e não como fonte de lucro para as transnacionais. Defendemos a soberania e a democratização energética, pois sem investimentos em modelos alternativos e não contaminantes não conseguiremos reduzir os efeitos prejudiciais dos gases estufa. Todas estas são questões relativamente recentes no debate do movimento sindical, mas que vêm tendo cada vez mais peso nas nossas agendas, pois dizem respeito ao presente e ao futuro das novas gerações.

Na sua avaliação, quais os nós a serem desatados para a afirmação do projeto de desenvolvimento da CSI?

Vivemos um momento em que as instituições financeiras internacionais e os empregadores estão atacando violentamente as relações de trabalho. Isso pode ser verificado até na OIT, o que fica evidenciado nas ações contra o direito de greve. Isso traz sérios riscos a conquistas, arrancadas ao longo de décadas, e à própria democracia. A fim de efetivar a justiça social, defendemos a taxação das transações financeiras, das grandes fortunas e heranças, pois do outro lado da balança da concentração desmedida de poder e renda temos o aumento do trabalho forçado, precário, inseguro e informal. Isso traz gravíssimas implicações geopolíticas, abrindo um abismo entre uma casta de bilionários e a quase totalidade população do planeta, o que é uma violência desmedida contra os direitos humanos que coloca em risco a paz no planeta.

Nesta caminhada, há obstáculos cada vez maiores à liberdade de associação e à negociação coletiva. Como superá-los?

Há uma compreensão comum na CSI de que, sem liberdade de associação e negociação coletiva, não há democracia e os direitos acabariam virando pó. Como defender os direitos dos trabalhadores migrantes, das mulheres, da juventude, dos informais, sem entidades de classe representativas da classe trabalhadora? Como sentar numa mesa de negociação com uma das partes amordaçada, algemada ou encarcerada? Daí a importância de que seja assegurado o diálogo social. Para isso a OIT necessita ter poder de fato e de direito, com poder normativo, disciplinador. Do contrário, seria reduzida a uma ONG. Por isso temos a responsabilidade de ampliar nossa unidade e mobilização, levando às ruas no próximo dia 7 de outubro a determinação e o compromisso de defender uma estratégia de desenvolvimento que promova a proteção e a ampliação de direitos, em um Estado que controle e regule o mercado com o fim de satisfazer as necessidades sociais e resguardar as das gerações futuras.

Video: "Debate entre el Sindicalismo y el Gobierno Uruguayo"


Foro Internacional “Desarrollo Sustentable y Trabajo Decente: Debate entre el Sindicalismo y el Gobierno Uruguayo” - 22 de Julio 2014 - Montevideo, Uruguay.
 
 

CSA repudia el asesinato de cuatro líderes indígenas Asháninkas en Ucayali, Perú


El primero de septiembre de 2014, cuatro dirigentes indígenas fueron asesinados en el departamento de Ucayali. Los cuatro comuneros Asháninkas: Edwin Chota, Leoncio Quinticima, Jorge Ríos y Francisco Pinedo son de la Comunidad Nativa Alto Tamaya-Saweto en el Distrito de Masisea, cerca de la frontera con Brasil.

Bajo la dirigencia de Edwin Chota, desde 2002 ellos venían luchando contra las mafias de tala ilegal de madera en Ucayali y exigiendo la reivindicación de sus derechos indígenas territoriales.

Comuneros asesinados: Edwin Chota, Leoncio Quinticima, Jorge Ríos y Francisco Pinedo.


Un grupo de taladores habría emboscado, amarrado, baleado y desmembrado los militantes. Los líderes indígenas se dirigían a la aldea Apiwtxa en la zona fronteriza de Brasil, para participar en una reunión de coordinación binacional contra la tala indiscriminada en sus territorios. La violencia en la zona vendría en aumento desde que los indígenas comenzaron a exigir títulos de propiedad para sus territorios. Los líderes indígenas quienes estarían contra la tala ilegal e indiscriminada, habrían manifestado su preocupación ante las frecuentes amenazas de muerte de parte de taladores, a los que durante años habrían intentado expulsar de tierras amazónicas. Pero mismo con el pedido de los dirigentes ante las autoridades forestales de Pucallpa, la Policía Nacional del Perú y el Ministerio Público por protección de sus derechos fundamentales y la reclamación por la presencia del Estado en la región fronteriza, nada se ha hecho.

La Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Americas – CSA manifiesta su repudio por el asesinato de los líderes indígenas, por lo que exigimos el cumplimiento de los derechos humanos como el derecho fundamental a la vida y el cumplimiento del Convenio Nº 169 – Convenio sobre los pueblos indígenas y tribales (1989) de la OIT, ratificado por el gobierno peruano.

La CSA, así como la CSI, enviaronán ambos cartas de repudio al Presidente de la República del Perú Sr. Ollanta Humala Tasso y al Ministro de Trabajo Sr. Fredy Otárola.

Carta de la CSA

Carta de la CSI

Abajo se encuentran otros importantes documentos mediante los cuales se presentó el rechazo y denuncia de lo ocurrido:

-Comunicado de prensa da Comisión Interamericana de Derechos Humanos
http://us6.campaign-archive2.com/?u=af0b024f4f6c25b6530ff4c66&id=a64acad3c5&e=6fc4bc7793

- Nota de Sustain Labour (escrita por Laura Martin)
http://www.sustainlabour.org/noticia.php?lang=ES&idnoticia=796

- Pronunciamiento de la Comunidad Nativa Alto Mayo Saweto
 

Video: CSA y CSI apoyan a trabajadores argentinos respecto a la situación de los Fondos Buitre



El presidente Obama incumple su promesa a los migrantes indocumentados

Por David Bacon de Equal Times 

El 6 de septiembre de 2014, un funcionario de la Casa Blanca comentó al New York Times: “A causa de la extrema politización por parte de los republicanos de este tema, el Presidente considera que sería perjudicial para la política propiamente dicha y para las perspectivas a largo plazo de la reforma integral de la inmigración anunciar medidas administrativas antes de las elecciones”.

El Presidente se ha visto sometido a la presión de las comunidades latina y asiática, así como de los sindicatos para detener la ola de deportaciones que han totalizado más de dos millones de personas durante su administración, es decir, alrededor de 400.000 personas por año.

El Presidente ha prometido reiteradamente conceder una situación jurídica provisional a una parte de los 11 millones de personas que viven indocumentadas en EE.UU.

La última fue la promesa de esta primavera según la cual iba a actuar por su cuenta si el Congreso no aprobaba la reforma migratoria a finales del verano.

La presión de los demócratas conservadores que hacen campaña contra los republicanos de derechas lo convenció de abandonar esa promesa.

Mary Kay Henry, presidenta del Sindicato Internacional de Empleados de Servicio (SEIU), comentó al Times que “la decisión de la Casa Blanca de retrasar las medidas ejecutivas obliga a innumerables familias a seguir esperando con el miedo de siempre”.

El presidente Obama se ha mantenido en la retaguardia de una ofensiva conservadora en materia de inmigración desde el mes de junio, cuando el sitio web de derechas Breitbart.com lanzó una campaña de histeria colectiva acerca de la llegada de menores no acompañados procedentes de América Central en la frontera entre Estados Unidos y México.

Breitbart. com publicó fotografías filtradas de la Patrulla Fronteriza y de guardias en centros de detención, que muestra a niños inmigrantes hacinados como animales.

El Tea Party aprovechó la histeria azuzada por las fotografías para acabar con toda posibilidad de una reforma migratoria con fines de legalización, atacar la medida ejecutiva de 2009 del presidente Obama de aplazar la deportación de algunos menores indocumentados (y toda posibilidad de que pudiera ampliarla) y exigió más recursos para la Patrulla Fronteriza y la ampliación de centros de detención.

Este discurso, repetido por los principales medios de comunicación, fue aprovechado por los gobernadores conservadores Rick Perry de Texas, y Jan Brewer de Arizona, para afirmar que los niños debían ser mantenidos en detención y no ser liberados para reunirse con sus familiares, tal como lo exige una ley aprobada en 2008.

El congresista republicano Louie Gohmert afirmó que los menores “ponían en peligro las vidas de los agentes de la Patrulla Fronteriza”.

En lugar de rechazar este discurso, la Casa Blanca anunció su intención de derogar la ley de 2008 y de deportar con mayor rapidez a los menores recogidos en la frontera.

En una hoja informativa de la Casa Blanca puede leerse: “Las medidas adicionales para reforzar la aplicación y procedimientos de expulsión [y] el aumento de los recursos gubernamentales para aplicarlas... permitirán a la Oficina de Inmigración y Aduanas (ICE) deportar a sus países de origen a los migrantes indocumentados centroamericanos con mayor rapidez”.

En agosto, el presidente Obama pidió al Congreso 3,7 mil millones de dólares para dedicarlos,, casi en su totalidad, a la aplicación de estas medidas.

Los EE.UU. actualmente gastan más dinero en hacer aplicar la ley de inmigración que en todos los demás programas de ejecución de la ley federal en su conjunto, y despliega más de 20.000 agentes en la frontera, más que en cualquier otro momento de su historia

Una ojeada a la historia

La cobertura de los medios de comunicación se ha centrado en la violencia de las bandas en América Central como causa de la migración, como si se tratara de una violencia espontánea y sin relación con la historia de los conflictos regionales promovidos por Estados Unidos y la política de deportaciones masivas.

De hecho, la política exterior y de inmigración de EE.UU. es responsable en gran parte de la presión que causa este flujo de personas procedente de América Central.

La marea de migración centroamericana comenzó durante las guerras promovidas por el presidente de Estados Unidos Ronald Reagan en la década de los años 1980, en la que regímenes armados y ejércitos contrarrevolucionarios se oponían al cambio social progresista.

A finales a finales de la década de los años 1970 y de 1980 llegaron a EE.UU. dos millones de inmigrantes solamente de El Salvador, junto con decenas de miles de guatemaltecos y nicaragüenses. Huyeron familias enteras, dejando atrás a sus seres queridos con la esperanza de que algún día volverían a reunirse.

Posteriormente, los Tratados de Libre Comercio de América del Norte y de Centroamérica y las políticas de ajuste estructural exigiendo la privatización a gran escala en estos países, el desplazamiento forzado de las comunidades locales a causa de proyectos mineros extranjeros y los recortes en el presupuesto social, son otras de las causas.

Las grandes corporaciones estadounidenses y su dumping aplicado al maíz y a otros productos agrícolas en México y Centroamérica, obligaron a las familias rurales a abandonar sus tierras debido a que no podían competir con estas corporaciones.

Los jóvenes de América Central que llegaron a Los Ángeles y a las grandes ciudades estadounidenses fueron reclutados en bandas.

Las autoridades estadounidenses de inmigración y las encargadas de la aplicación de la ley se dedicaron entonces a aplicar un enorme programa de deportaciones dirigido contra los jóvenes centroamericanos. En América Central, esta política produjo un incremento de la violencia de las bandas.

El Salvador, que hoy cuenta con un gobierno de izquierdas, se ha comprometido a fomentar una política de creación de empleo y desarrollo económico para brindar una alternativa a la migración.

Sin embargo, en Guatemala y Honduras, los EE.UU. siguen apoyando a los mismos gobiernos de derechas que utilizan solamente un estricto enfoque de ejecución de la ley, apoyado por la financiación y la asistencia técnica de Estados Unidos.

El senador demócrata de Nueva Jersey Bob Menéndez ha pedidoaumentar la financiación para el Comando Sur del Ejército de Estados Unidos y la Iniciativa de Seguridad de Centroamérica del Departamento de Estado, que da millones de dólares al ejército y a la policía de los regímenes de derechas.

La petición del presidente Obama de 3.7 mil millones de d&o

7 de octubre: Día Mundial por el Trabajo Decente


La CSA y la CSI, sus afiliadas y el movimiento sindical global celebran hoy, 7 de octubre, la Jornada Mundial por el Trabajo Decente, con el tema “Justicia para los Trabajadores; Justicia Climática”.

La Jornada en estos años ha movilizado cientos de miles de trabajadores y trabajadores en actividades en la mayoría de los países de la región, promoviendo el trabajo decente vinculado a diferentes reivindicaciones de los trabajadores/as y demandando de los Gobiernos acciones concretas para su solución.

Este año la CSI ha propuesto como consigna movilizadora el tema “Justicia para los/as Trabajadores/as; Justicia Climática” considerando que es central el objetivo de construir una nueva economía global, que centre la justicia social, el desarrollo sustentable y la justicia ambiental.

Sin ecuanimidad climática no llegaremos a un mundo con Justicia Ambiental para todos y todas. La justicia ambiental, según la visión de los trabajadores, establece que ningún grupo de personas, pueblo o nación debe soportar una cuota desproporcionada de las consecuencias ambientales negativas del actual modelo de desarrollo. Solo en equilibrio es posible garantizar ampliamente acceso público e igualitario por parte de todos los pueblos al goce de los bienes comunes, la naturaleza, los espacios verdes y, finalmente, al derecho humano básico del desarrollo.

La CSA desde su II Congreso ha colocado como una de sus prioridades estratégicas incidir en la disputa por un modelo de Desarrollo Sustentable para las Américas y desde este año contamos con la Plataforma de Desarrollo para las Américas (PLADA), que es una formulación política estratégica que tiene la relevancia de ser un instrumento de lucha de mediano y largo plazo, construida colectivamente desde el movimiento sindical, junto con otros movimientos sociales aliados, durante los años 2013 y 2014.

 

En este año, desde la CSA, queremos vincular la Jornada del 7 de octubre con dos importantes momentos políticos para la región. La realización de la XVIII Reunión Regional Americana de la OIT, Lima, 13 al 16 de octubre, y la Conferencia de Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (COP 20), Lima, 1 - 12 de diciembre. En estos dos escenarios el movimiento sindical de las Américas debe colocar sus propuestas para la superación de la lógica de exclusión social y depredación del planeta que representa el modelo capitalista neoliberal, por lo que la PLADA y otras formulaciones políticas estarán siendo llevadas para estos escenarios de definiciones políticas y sociales que afectan la región y el mundo.

Envíen sus reportes a la CSA (mayra.castro@csa-csi.org) y a la CSI (http://2014.wddw.org) con las acciones que serán o fueran desarrolladas.

También podemos intercambiar informaciones en la Página Oficial de la CSA en el Facebook https://www.facebook.com/csa.tuca y en el Twitter https://twitter.com/csa_tuca/

Centrales sindicales brasileñas realizan acción en ocasión de la Jornada Mundial por el Trabajo Decente


En la VII Jornada Mundial de la Decente el Trabajo (JMTD), convocada por la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA) y la Confederación Sindical Internacional (CSI), las centrales brasileñas afiliadas da CSA y da CSI: Central Única de los Trabajadores (CUT), la Fuerza Sindical (FS), la Unión General de los Trabajadores (UGT) y la Confederación Nacional de Profesiones Liberales - han realizado conjuntamente una manifestación en Sao Paulo, en frente de la Superintendencia Regional del Trabajo, con cerca de 300 Trabajadores y Trabajadoras.

La acción contó con la presencia del Secretario de Políticas Sociales de la CSA, Laerte Teixeira, el presidente de CSI, Joao Felicio; el presidente de la CUT Vagner Freitas; el Secretario General de la Fuerza Sindical João Carlos Gonçalves, Juruna; el presidente de la UGT Ricardo Patah y el presidente de CNPL, Carlos Alberto Schmitt de Azevedo. Una delegación de la KCTU (Confederación Coreana de Sindicatos) de Corea del Sur también estuvo presente en el acto.

 

El desarrollo sustentable con trabajo decente

"Iniciada en 2008, la campaña del 07 de octubre sigue movilizando a millones de trabajadores/as en todos los países del continente y del mundo y más de 50 organizaciones afiliadas a la CSA están celebrando este día y reclamando las cuestiones laborales y el trabajo decente. En la próxima semana estaremos abordando esta cuestión en la Reunión Regional de la OIT, en Lima, Perú, donde el movimiento sindical internacional debe poner sus propuestas a la superación de la exclusión social y la lógica de depredación del planeta del modelo capitalista neoliberal " señaló Laerte Teixeira, Secretaria de Políticas Sociales de la CSA.

João Felicio, presidente de la CSI ha completado afirmando que el 07 de octubre es un día "extremadamente importante para cualquier persona que aboga por una sociedad más justa en la lucha del trabajo decente. Sabemos que la gran mayoría de los países no respeta el trabajo; organizaciones sociales no son respetadas y en una buena parte del mundo los salarios son extremamente bajos; reformas que se producen, siempre se producen en la dirección de la retirada de derechos, por lo que, sólo los/las trabajadores/as pueden hablar de desarrollo sostenible, no los empresarios que tienen una comprensión del desarrollo que no respeta los derechos de los/as trabajadores/as, y mucho menos la naturaleza".

 

Vagner Freitas, presidente de la CUT afirmó, de forma más enfática, que “no habrá trabajo decente en esta sociedad capitalista, organizada desde los intereses del mercado, de los capitalistas, del poder del dinero; una sociedad dedicada a la explotación de los trabajadores. Tenemos que construir una sociedad solidaria, donde la mano de obra es más alta que a del mercado.

El Secretario General de la Fuerza Sindical conocido como Juruna pidió “¡Trabajo decente para toda nuestra gente! Unidad de acción y movilización es lo que va a garantizar los derechos.”

"Es importante para las acciones la unión entre los movimientos sociales y los sindicatos”, afirmó el presidente de la Unión General de Trabajadores, Ricardo Patha que citó en particular el comercio y la tercerización y dijo que debe incluir los que están a las márgenes, como los músicos.

Cerrando el acto las centrales han entregado un documento con sus reivindicaciones al Superintendente Regional de Trabajo, Luiz Antonio de Medeiros Neto que afirmó: "Cuando hablamos de trabajo precario en Brasil es común pensar sólo en los inmigrantes, pero no sólo eso. Tenemos trabajo precario muy cerca de nosotros, en las grandes empresas y organismos públicos. La baja remuneración es también trabajo precario".

 


Abajo el texto completo del manifiesto:

En el 7 de octubre, la Confederación Sindical Internacional (CSI), está llevando a cabo la Jornada Mundial por el Trabajo Decente, con el lema "Justicia para los trabajadores, la Justicia Climática".

En defensa de nuestros recursos naturales para combatir la contaminación y la explotación de la clase obrera, que estamos en las calles para un modelo de desarrollo sostenible, el mantenimiento y la expansión de los derechos, la creación de puestos de trabajo e ingresos.

El camino del diálogo social construido en nuestro país en los últimos años ha demostrado ser el más correcto para asegurar un mayor progreso, frente a los abusos del gran capital, sobre todo especulativo, parásito que crece la economía y obstaculiza la producción.

Nuestra unidad y la movilización son la principal garantía para la construcción de una nueva sociedad en la que todos puedan beneficiarse de la riqueza colectiva.

Por lo tanto, abogamos por:

- Garantía de los derechos laborales: contra la tercerización que mina;
- Fin del factor de seguridad y el fortalecimiento de Bienestar Social;
- Reforma Agraria;
- 10% del PIB para la educación;
- 10% del presupuesto para la Salud;
- La reducción de la jornada laboral sin reducción salarial;
- Igualdad entre hombres y mujeres: la igualdad de remuneración por igual trabajo;
- La democratización de la comunicación;
- Por la paz, contra la guerra!

El estado peruano no cumple con proteger a las comunidades indígenas


por Audrey Cordova , Jérémy Joly - Equal Times 

Ese día se dirigían a una reunión organizada con varios otros responsables de la comunidad para luchar contra la deforestación. Fue entonces cuando, de acuerdo con varias asociaciones asháninka, fueron asesinados por madereros ilegales.

Ya desde hace dos años Edwin Chota intentaba advertir a las autoridades acerca de la deforestación de las tierras de su comunidad a través de numerosas quejas. Consiguió reunir fotografías y nombres de varios madereros ilegales, lo cual le valió amenazas de muerte.

 

Ya desde hace dos años Edwin Chota intentaba advertir a las autoridades acerca de la deforestación de las tierras de su comunidad a través de numerosas quejas. Consiguió reunir fotografías y nombres de varios madereros ilegales, lo cual le valió amenazas de muerte. (AP Archive)
 

El pasado 6 de junio muchos esperaban que la situación por fin cambiara. Edwin Chota y varios otros representantes de la comunidad se reunieron con miembros de varios ministerios y organismos. Entre ellos el de Cultura, Defensa, Interior, Agricultura, Medio Ambiente, Relaciones Exteriores, pero también OSINFOR (organismo que gestiona los recursos forestales del país), y la policía nacional, los presentes alrededor de la mesa eran numerosos.

Cuatro meses más tarde, la reunión no ha dado ningún resultado y Chota y sus compañeros han muerto asesinados.

La Defensoría del Pueblo, el órgano independiente encargado de proteger a los ciudadanos que convocaron la reunión de junioreaccionó con gran rapidez. “Lo grave es que los líderes asesinados denunciaron durante años la debilidad del Estado en la zona y su situación de vulnerabilidad.
 
“Desde hace mucho tiempo pedían la protección de sus derechos fundamentales”, subrayó el comunicado.

Desde esta reunión, solamente OSINFOR se presentó sobre el terreno con motivo de una inspección, en agosto. Sin embargo, nada se ha hecho hasta ahora en la lucha contra la tala ilegal y la ausencia de los órganos del Estado.

La ausencia de los órganos del Estado

Sin embargo, es precisamente allí donde radica el meollo del problema.

La zona donde vive la comunidad chota se encuentra en la frontera con Brasil. Es decir, lejos, muy lejos de cualquier representante del Estado peruano.

“Desde Iquitos, la capital regional, se necesitan tres días en canoa para llegar hasta allí. Está demasiado lejos como para suscitar interés. No hay control de la fiscalía, ¡es una zona sin ley!” afirma Milagros Paz Zegarra, dirigente nacional a cargo del cambio climático en la Central Autónoma de Trabajadores del Perú, sindicato del que eran miembros los cuatro indígenas.

“Necesitamos una verdadera investigación sobre este asunto para encarcelar a los responsables. También es preciso que dediquemos más atención a la protección de la naturaleza y de las personas indígenas.
 
“Muchas comunidades viven de los bosques que los rodean. Sin embargo, desde la perspectiva del Estado, estos bosques ni siquiera son de su propiedad”.

La propiedad es otro punto de desacuerdo entre las autoridades y las comunidades. Muchas de ellas luchan desde hace muchos años para que el país reconozca que las tierras alrededor de sus aldeas les pertenecen.

Una situación agravada por el voto, en junio, del “paquetazo”: una serie de leyes destinada a reactivar la actividad económica pero que conlleva graves consecuencias medioambientales.

Con lo cual, el Pacto de Unidad Indígena denunció “una violación de los derechos de los indígenas” y exigió “respeto del derecho a la posesión y la propiedad de nuestras tierras ancestrales”.

El último capítulo de un proceso cuyo resultado sigue siendo incierto vista la importancia que revisten los intereses económicos. Sin embargo, la visibilidad que ha dado esta tragedia a las cuestiones indígenas podría tener como efecto hacer avanzar su causa.

Siempre y cuando el miedo no sea más fuerte.

Este es el escenario catastrófico evocado por Julia Urrunaga, directora de los programas peruanos de la Agencia de Investigación Ambiental (EIA, por sus siglas en inglés), en una conferencia con la prensa extranjera.
 
“Cuando una persona conocida como Edwin es asesinada sin que el Gobierno haga nada, los demás se dan por enterados de lo que puede sucederles. El mensaje es claro: cállate, no le importa a nadie lo que dices, si dices algo te mueres”.

Washington Bolívar, líder de la comunidad indígena de Mariscal Cáceres, denuncia también a su vez el comercio ilegal de la madera.

En una reunión celebrada en Lima, el 15 de septiembre, señaló conjuntamente con otros líderes su falta de confianza en las autoridades locales.

Por tanto, la Defensoría del Pueblo ha pedido inmediatamente que se le proteja. Cuestión de evitar que la historia se repita.

Centrales sindicales de las Américas realizan acciones en ocasión de la JMTD


1) Jornada Mundial por el Trabajo Decente 
Buenos Aires - 16/09/2014 

Se realizaron distintas actividades en los sindicatos de nuestra Confederacion consistentes en: talleres, seminarios, campañas de concientización, sensibilización y difusión.

El Equipo Multidisciplinario se reunió en la sede de UOCRA en una jornada de capacitación sindical junto a trabajadores y trabajadores, en la cual se resaltaron los pilares del Trabajo Decente, como así también los valores de la fortaleza sindical, la unidad y la solidaridad en defensa de los derechos de hombres y mujeres de nuestro país.
 
 
CGT RA - pujadasm@uocra.org

2) Exposición – Jornada Mundial del Trabajo Decente 
Uruguay – Montevideo - 07/10/2014 

Presentación que realizo el Instituto Cuesta Duarte, Instituto de formación y asesoramiento del PIT CNT, sobre los avances en los últimos 10 años en legislación laboral.

Estos avances, mediante dialogo social, no han sido solo en materia de salarios, si no que también en condiciones laborales, salud laboral, entre otros.
 

El mismo fue presentado en el 7 de octubre, Día Internacional del Trabajo Decente. La exposición estuvo a cargo del Coordinador del PIT CNT Fernando Pereira, el Director del Instituto Cuesta Duarte Milton Castellano, el Dr. Hector Zapirain perteneciente al gabinete jurídico del Instituto, la Ec. Alejandra Picco perteneciente al gabinete económico del Instituto, y se contó con la presencia del Secretario General de la CSA Víctor Báez.

Pues los avances antes nombrados, son fruto de la lucha que se ha realizado desde el movimiento sindical en busca de que todos/as tengamos trabajo decente.

PIT CNT - vivianarumbo@gmail.com


En la VII Jornada Mundial de la Decente el Trabajo (JMTD), convocada por la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA) y la Confederación Sindical Internacional (CSI), las centrales brasileñas afiliadas da CSA y da CSI: Central Única de los Trabajadores (CUT), la Fuerza Sindical (FS), la Unión General de los Trabajadores (UGT) y la Confederación Nacional de Profesiones Liberales - han realizado conjuntamente una manifestación en Sao Paulo, en frente de la Superintendencia Regional del Trabajo, con cerca de 300 Trabajadores y Trabajadoras
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CSA, CUT, UGT, Força Sindical y CPNL
 
4) Afiche de la movilización en Colombia
Colombia – Bogotá - 07/10/2014

Afiche acordado de las tres centrales obreras en Colombia

 

Comando Nacional Unitario - webmaster@cut.org.co

5) Conferencia sobre el tema de la JMTD: “Justicia para los trabajadores, Justicia Climática
Costa Rica - San Juan de Tibas - 07/10/2014

En Costa Rica se impartió un Foro en conjunto con las centrales CTRN y la CMTC, en el auditorio de la asamblea legislativa, los panelistas don Fernando Ferreira con el tema Trabajo Decente y Rose Mary Rodríguez con el tema Sindicatos y Derechos Humanos
 


6) Foro: ¡DEBATIENDO LA TRANSICION A LA FORMALIDAD CON TRABAJO DECENTE!
Perú - Lima – 22 e 24/09/2014

Con la participación de las afiliadas del sector del autoempleo, la CUT PERU, inició el debate de la Recomendación de OIT sobre la transición de la economía informal a la economía formal, contando con la participación del Sr. Julio Gamero, Especialista en Empleo de la Oficina Regional para los Países Andino de la Organización Internacional del Trabajo.
 

CUT PERU

7) Seminario: Empleos verdes. Vía para el desarrollo en la Ciudad de México  
Ciudad de México – 01/10/2014
 

Styfe y FES

8) Taller regional presencial - Formación de jóvenes promotores y promotoras sindicales: Por más Trabajo Decente
Argentina - Buenos Aires – 29 de Septiembre a 3 de octubre de 2014
 

Comité de Jóvenes Trabajadores de las Américas CSA

9) Carpa sobre el Trabajo Decente
Argentina – Buenos Aires – 30/09/2014

La delegación de la KCTU de Corea del sur se hizo presente en la Carpa que tuvo como finalidad dar visibilidad a la situación de precariedad que no solo atraviesan los trabajadores de Argentina sino también a nivel global. La Carpa se instaló el día 30 de septiembre y durante toda una semana se realizan actividades de debates, asambleas charlas informativas y formativas en torno a la precariedad que padecen la clase trabajara tanto del sector público como privado.

 


10) Jornada M

Video - Perú: estibadores exigen que se aplique ley que regule su labor



teleSUR
Categoría: Economía
Corresponsal: Jaime Herrera
Programa: Impacto económico

Solidaridad internacional con normalistas en México


El pasado 26 de septiembre, un grupo de alumnos de magisterio fue interceptado por patrullas policiales mexicanas que abrieron fuego. Más tarde, los jóvenes serían atacados por individuos no identificados en Iguala, estado de Guerrero.

 

Como resultado de la violencia, al menos seis personas murieron, 17 resultaron heridas, y se desconoce el paradero de 43 jóvenes.
“Lamentablemente, no se trata de hechos aislados, sino de las consecuencias de la impunidad imperante. Al día de hoy más de 20.000 personas siguen desaparecidas en México, según cifras de su gobierno”, afirmó la secretaria general de la CSI, Sharan Burrow, en una carta al Presidente Enrique Peña Nieto.

Los estudiantes de magisterio de Guerrero, tienen una tradición contestataria y de lucha social en un Estado pobre y campesino. Asimismo, desde la aprobación de la reforma educativa en 2003, las protestas de estudiantes y sindicatos de la educación han intensificado.

El día 8 de octubre, miles de mexicanos salieron a las calles el miércoles para exigir justicia y exigir que las autoridades federales y regionales devuelvan a los estudiantes con vida.

Solidaridad del Movimiento Sindical de las Américas con los Trabajadores/as de España


Varias centenas de dirigentes sindicales de las Américas realizaron una manifestación este 13 de octubre, frente a la embajada de España en Lima, capital del Perú, en solidaridad con los trabajadores y trabajadoras de España involucrados en procesos administrativos y penales por haber participado en acciones legítimas de huelga contra las medidas de austeridad impuestas por el gobierno español, incluyendo las reformas laborales o los recortes de beneficios sociales.

 

En esta manifestación se exigió que se ponga fin a la política de criminalización del sindicalismo español impuesta por el gobierno de Mariano Rajoy y que se retiren los cargos penales contra los y las sindicalistas españoles afectados.

El acto fue convocado por la Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas (CSA), al cual asistieron representantes sindicales de todo el continente americano (Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colombia, Costa Rica, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, República Dominicana, Uruguay, Estados Unidos y Venezuela) así como el presidente de la Confederación Sindical Internacional, Joao Felicio. La manifestación fue apoyada por las centrales peruanas CGTP, CATP y CUT.

 

El Secretario General de la CSA, Víctor Báez, afirmó que “hoy más que nunca es hora de que el sindicalismo afirme la solidaridad internacional, combativa y clasista con el sindicalismo español que se encuentra bajo un duro ataque”. Asimismo, Víctor Báez condenó como “absurda” la persecución contra las personas que luchan por los derechos colectivos, mientras que el gobierno del Mariano Rajoy facilita la vida de los banqueros y especuladores que causaron la crisis del 2008.

 

Se decidió realizar esta manifestación internacional el día 13 de octubre, aprovechando que el sindicalismo de las Américas está reunido en Lima para la reunión regional de la OIT, a fin de enviar un mensaje contundente al gobierno español el día en que tenía lugar la apertura del juicio oral del proceso penal contra la compañera KATIANA VICENS -Secretaria General de Comisiones Obreras (CCOO) en las Islas Baleares- por el hecho de haber participado en acciones legítimas de huelga. La petición del fiscal es de 4 años y medio de prisión. Hay alrededor de 300 imputados e imputadas por casos relacionados a las huelgas de 2011 y 2012.
 

En el siguiente link se podrá encontrar una entrevista a la compañera sindicalista KATIANA VICENS quien explica lo sucedido y comenta lo que se pretende con esta campaña de acoso al sindicalismo español:

Declaración del Grupo de Trabajadores de la 18ª Reunión Regional Americana de la OIT


Los guardias de seguridad merecen tener voz en el trabajo

Los guardias de seguridad trabajan en diversos puestos de trabajo: vigilancia con presencia de guardias, monitoreo, transporte de dinero en efectivo y otros valores. En todas estas capacidades, ponen en riesgo sus vidas para proteger la propiedad del cliente y a los individuos. Por esta razón es muy importante contar con empresas de seguridad privada de confianza que pueden, de manera segura, proporcionar estos servicios.


En esta actividad la primera línea de defensa es el guardia de seguridad. Algunas compañías tienen mucho cuidado de proteger a sus guardias estableciendo zonas de carga protegidas, barreras físicas y otros. En definitiva los estudios muestran que cuando los trabajadores de seguridad son atacados en los cajeros automáticos, los clientes y el público también están expuestos a altos riesgos de sufrir daños físicos.

Creemos que un guardia de seguridad está más seguro cuando él o ella tiene una voz en su lugar de trabajo a través de un sindicato reconocido, para poder plantear asuntos de seguridad con sus empleadores y juntos lograr y acordar soluciones.

Prosegur, una de las más importantes empresas de seguridad privada en Europa, lucha ferozmente contra los sindicatos en varios países de América del Sur, su mayor y más lucrativo mercado, y con frecuencia también el más peligroso. Todas las quejas presentadas ante la OIT, la OCDE y el Consejo de Derechos Humanos de las Naciones Unidas contra Prosegur alegan que continuamente se repiten casos de intimidación, coacción, despidos y la ausencia de un lugar de trabajo seguro para sus guardias de seguridad.

Creemos que todos los clientes y también el público tienen un interés directo en las actividades de las empresas que se niegan a seguir las normas comerciales aceptadas para las empresas multinacionales. Instamos a que todas las organizaciones discutan sus expectativas de que sus contratistas respeten los derechos humanos internacionales y las leyes laborales nacionales.

Prosegur debe reunirse con UNI Global Union para resolver todas las violaciones de los derechos de los trabajadores en América del Sur, incluyendo el de proporcionar un lugar de trabajo seguro. Prosegur debe respetar el derecho de todos los guardias de seguridad en su empresa, sin importar el país, a poder ejercer los derechos de libertad de asociación y de negociación colectiva, libre de intimidación, coacción y represalias. Por último, el Grupo considera que la firma de un Acuerdo Global con UNI es una de las mejores garantías para la empresa de que problemas como estos sean rápidamente identificados y que se resuelvan puntualmente en el nivel global.
 

Los sindicatos sitúan la salud y la seguridad en la agenda global


Cuando ocho grandes minoristas de la confección anunciaron en septiembre que estarían dispuestos a pagar más por las prendas de vestir fabricadas en Camboya, no se trató de un acto espontáneo de generosidad. Fue su reacción a una jornada mundial de acción organizada el 17 de septiembre por los sindicatos en apoyo a las reivindicaciones de los trabajadores y trabajadoras de la confección pidiendo un aumento salarial.

La campaña –que involucró a los sindicatos camboyanos, la CSI, las Federaciones Sindicales Internacionales IndustriALL y UNI y una extensa red de seguidores en el mundo entero– cobró impulso después de repetidos informes de casos de trabajadores que perdieron el conocimiento o incluso fallecieron en el trabajo como consecuencia de unas malas condiciones de trabajo y malnutrición.


Una semana antes en Melbourne, Australia, el movimiento sindical internacional hizo uso de su influencia en un entorno muy diferente. Los Ministros de Trabajo y Empleo del G20 hicieron pública una declaración complementada por un plan de acción sobre salud y seguridad de 10 puntos. Además de hacer hincapié en la necesidad de combatir el desempleo y crear mejores empleos, el documento subraya que la salud y seguridad ocupacional constituye “una prioridad urgente que protege a los trabajadores y contribuye a incrementar la productividad y el crecimiento”.

Una vez más, este hecho no fue cuestión de suerte. Dos meses antes, los sindicatos habían elaborado su propia lista de prioridades para el G20, y la declaración final reproduce partes importantes de la misma. No todo estaba allí, pero en un clima general de hostilidad a la regulación y a los derechos en el trabajo, el apoyo a una legislación más rígida sobre salud y seguridad y la promoción de “prácticas empresariales responsables y la implicación efectiva de las cadenas de suministros” para mejorar la seguridad y la salud constituye un trato importante. Al igual que el compromiso de promover unas directrices y normas de seguridad en los lugares de trabajo que incluyan la participación de los trabajadores y trabajadoras.

El precio por ignorar estos mensajes sindicales puede ser muy elevado. Los recortes y la desregulación condujeron al incendio mortal en una mina de carbón en Turquía en mayo de este año, en el que perdieron la vida 301 trabajadores. Y pese al habitual intento inicial de culpar a los mineros, fueron esos mismos factores los que un informe oficial atribuyó al descarrilamiento de un tren de crudo que se estrelló el año pasado en el centro de una localidad en Quebec, Canadá, matando a 47 personas.

Los sindicatos pueden asegurarse de que se aprenda de los errores. Un año después del derrumbe de la fábrica de Rana Plaza el 24 de abril de 2013 en Bangladesh, que se cobró más de 1.100 vidas, un fondo de compensación negociado por los sindicatos efectuaba los primeros pagos a los heridos y a los familiares de los fallecidos. Las fábricas de vestuario en el país fueron sometidas además a los primeros controles independientes de la seguridad. Dichos controles eran requeridos en un acuerdo de seguridad propuesto por los sindicatos, el Acuerdo sobre seguridad contra incendios y de los edificios en Bangladesh.

Mejorar las condiciones de trabajo nunca es cosa hecha, es una labor continua, y es por ello que siempre será necesario contar con una voz activa y firme en el lugar de trabajo. A pesar de las muertes en Bangladesh, el gobierno de aquel país continúa obteniendo un suspenso en cuanto a los derechos de los trabajadores. Hay que convencer a gobiernos y empleadores para que asuman su responsabilidad. Para lograrlo, los sindicatos necesitan mejorar aún más su organización y su capacidad.

Queda mucho trabajo por delante. Las empresas continúan reduciendo personal e introduciendo recortes. Ciertas enfermedades laborales conocidas desde la antigüedad continúan cobrándose la vida de mineros. Los trabajadores continúan muriendo a causa de enfermedades ocupacionales observadas hace dos milenios por Hipócrates y Plinio el Viejo. Las caídas desde gran altura siguen siendo una importante causa de fallecimientos en el lugar de trabajo, pese a que no existe ningún misterio para su prevención o sobre los efectos de la gravedad. La producción mundial de amianto aumentó nuevamente el año pasado. Ni siquiera el mayor asesino industrial del mundo ha desaparecido.

Y una serie de ‘milagros’ tecnológicos ha engendrado una nueva generación de riesgos. Apple puede haber sido designada como la marca más ‘cool’ del planeta por tercer año consecutivo, pero si descendemos por la cadena de suministros, las plantas que fabrican sus productos pueden ser extremadamente calurosas, sucias y letales. El gigante mundial de la microelectrónica, cuyos beneficios netos en el último trimestre ascienden a 7.700 millones USD, apenas acaba de aceptar la eliminación gradual del agente carcinógeno benceno y de la potente neurotoxina n-hexano por parte de sus subcontratistas. Aun así, este compromiso no se aplica a todo el proceso de producción.

Cuando la industria a nivel mundial sigue aferrándose a riesgos ancestrales como el amianto y lo complementan incluso con nuevos favoritos como los nano-materiales, resulta evidente que este déficit de salud y seguridad no es una cuestión de falta de conocimientos, sino de prioridades y poder. Ni siquiera tiene mucho sentido a nivel comercial. Tal como admiten los Ministros de Trabajo y Empleo del G20, “unos lugares de trabajo más seguros son un elemento esencial para un crecimiento fuerte, sostenible e inclusivo”.

Según estimaciones de la Organización Internacional del Trabajo, 2,3 millones de personas mueren cada año en todo el mundo a causa de accidentes y enfermedades relacionadas con el trabajo. La agencia internacional responsable de las normas del trabajo evalúa el costo directo e indirecto de los accidentes y enfermedades profesionales en 2,8 billones USD.

La brecha entre las buenas intenciones y unos buenos resultados seguirá existiendo mientras se permita a las empresas que sitúen los beneficios por encima de las personas. Es por ello que los sindicatos son cruciales para conseguir un mejor salario, más equidad y lugares de trabajo más sanos. Y es por ello que existe un marcado ‘efecto de seguridad sindical, y los estudios demuestran que unos lugares de trabajo sindicalizados no sólo protegen nuestros salarios, también protegen nuestra salud.

Los sindicatos saben que su capacidad para defender y mejorar las normas de salud y seguridad es valorada y les ayuda a reclutar y retener a sus miembros. Esta es una de las razones por las que la CSI ha hecho que sea una prioridad fundamental para la sindicalización, a nivel local, nacional e internacional. Las nuevas páginas de noticias sobre salud y seguridad de la CSI forman parte de un set de herramientas cuyo objetivo es intercambiar conocimientos sobre problemas de seguridad en todo el mundo, y sobre las estrategias creativas de organización que pueden aporta

Ha llegado la hora de la igualdad en las Américas


A continuación el discurso del secretario general de la CSA:


El movimiento sindical de las Américas que ha concurrido a esta reunión regional tiene un sentimiento que esto está llegando a un final satisfactorio.

La declaración final para nosotros contiene una buena parte de nuestras propuestas.

Ahora que hay evidencias un nuevo rebote de la crisis y del agotamiento de los recursos con que contaban algunos gobiernos para hacer política expansiva en el pasado reciente, pudiera ser que en los próximos años sea más necesario que nunca un proceso de diálogo social tripartito y buenos acuerdos bipartitos en el plano de la negociación colectiva para encontrar la forma de no perder lo acumulado durante el último siglo.

Señor presidente, en esta parte del mundo ha salido mucha gente de la pobreza, ha habido políticas que han sacado en algunos países a cientos de miles y en otros millones de personas de la pobreza, esto representa un cambio social y también político muy importante, porque esa gente que salió de la pobreza no solamente ella no quiere volver a la pobreza, sino que quiere mucho menos que sus hijos y sus hijas, sus nietos y sus nietas, vuelvan a la pobreza, y eso representa un salto en calidad en nuestras sociedades y un cambio también en la lucha política y social y en el enfoque que debe aplicarse a nuestras sociedades.

Un elemento clave aportado para esta reunión por el informe del director general de la OIT ha sido el destaque del defecto estructural de la región, el alto nivel de desigualdad, y sin embargo tenemos organizaciones de las Naciones Unidas también como la CEPAL que nos ofrecen documentos que reflejan que ha llegado la hora de la igualdad.

Hombres, mujeres, ricos, pobres, empresarios, trabajadores, la hora de la igualdad ha llegado en las Américas.

Pero como señala la OIT también hay un estancamiento y descenso en la participación de los asalariados en el ingreso y esto sucede a pesar de que el empleo asalariado ha crecido por lo que ese resultado se debe a que los salarios reales no han mejorado o lo han hecho por debajo del crecimiento del producto interno, y eso tiene explicación, eso nosotros lo llamamos precariedad laboral que debe ser superada. La precariedad laboral que conspira contra el progreso de nuestras sociedades.

Entonces más allá que la productividad en América Latina es baja en comparación internacional, sus moderados aumentos en los últimos años no han sido distribuidos a los asalariados.

Es aquí donde quiero cerrar volviendo al tema de las empresas sostenibles, repitiendo sencillamente algo que el documento del 2007 en la resolución aprobada en forma tripartita decía una cita que pido recordar siempre:

“los trabajadores y las trabajadoras tienen que poder participar en el éxito de las empresas y obtener una parte justa de los beneficios derivados de las actividades económicas y del aumento de la productividad, esto contribuye a una distribución más equitativa de los ingresos y la riqueza, la negociación colectiva y el dialogo social son medios importantes para lograrlo”.

Muchas gracias

Fallece ex Ministro de Trabajo de El Salvador, Humberto Centeno


Hemos sido informados del lamentable deceso del señor Humberto Centeno, ex Ministro de Trabajo de la República de El Salvador. Para la CSA la figura del Centeno es de grata recordación por el papel que desempeño en la procura de mejoras para los derechos laborales de la población salvadoreña, tarea que desempeño en distintas facetas de su vida.

 

Desde sus orígenes como sindicalista del sector de telecomunicaciones y miembro del Directorio de la Unidad Nacional de Trabajadores Salvadoreños (UNTS), así como desde su condición de luchador político y parlamentario, jugó un importante papel en la transición política de su país luego de los Acuerdos de Paz, colocando siempre los temas de interés de las y los trabajadoras/es como referentes de su acción.

También lo recordamos como un entusiasta de la unidad del movimiento sindical, expresado en varios espacios internacionales, incluido el II Congreso de la CSA en el año 2012, donde fue una de las figuras políticas invitadas en función de sus méritos en defensa de clase trabajadora.

Al recordar al compañero Humberto Centeno expresamos nuestras condolencias y solidaridad al movimiento sindical salvadoreño, así como a su distinguida familia.

Fraternalmente,
 
 

Corte Interamericana condena República Dominicana por violación de los derechos humanos


Esta sentencia hace referencia tanto a las privaciones ilegales y arbitrarias de libertad y posteriores expulsiones sumarias de personas dominicanas y haitianas de República Dominicana hacia Haití, incluidas niñas y niños, ocurridas entre los años 1999 y 2000, cuanto a la sentencia del Tribunal Constitucional emitida el 23 de septiembre de 2013 y los artículos 6, 8 y 11 de la Ley No. 169-14 de 23 de mayo de 2014 que establecían una discriminación a la luz de la Convención Americana, vulnerando el derecho de igualdad ante la ley y otros derechos de la Convención.

El texto íntegro de la Sentencia y el resumen oficial de la misma pueden consultarse en el siguiente enlace: http://www.corteidh.or.cr/index.php/es/casos-contenciosos.

La CSA y la CSI han condenado y denunciado la sistemática discriminación que sufren las personas dominicanas de ascendencia haitiana en República Dominicana ante las instancias internacionales de protección de los derechos humanos, entre ellas la Comisión de Expertos en la Aplicación de Convenios y Recomendaciones de la OIT y la Comisión de Aplicación de Normas de la Conferencia Internacional del Trabajo de la OIT.

Ante ello en febrero del 2014 la Comisión de Expertos manifestó en su informe anual su profunda preocupación por la referida sentencia del Tribunal Constitucional que en la práctica denegaba de forma retroactiva la nacionalidad dominicana de personas nacidas en dicho país que sean hijos o hijas de migrantes extranjeros en situación de irregularidad.

En junio del 2014, en la Comisión de Aplicación de Normas, la delegación sindical dominicana, conformada por CNUS, CNTD y CASC, condenó toda discriminación contra dominicanos o no dominicanos y, en particular, condenaron la referida sentencia del Tribunal Constitucional por afectar derechos fundamentales de dominicanos de ascendencia haitiana y resaltaron la necesidad de garantizar la igualdad de derechos a las mujeres, a los jóvenes y a las personas con VIH Sida, y convocar en el diálogo al movimiento sindical haitiano a fin de enfrentar de forma conjunta esta problemática.

Varios sectores de la derecha dominicana están rechazando esta sentencia de la Corte Interamericana argumentando que la misma vulnera la soberanía dominicana y la potestad del Estado dominicano para definir normas relativas al régimen de la nacionalidad y la regularización de la permanencia en territorio dominicano, acusando a sus compatriotas que accionaron contra la política segregacionista de “traidores a la patria”.

El Comunicado de prensa de la Corte Interamericana puede ubicarse en el siguiente link:
http://www.corteidh.or.cr/docs/comunicados/cp_28_14.pdf)

Multitudinaria manifestación en Italia contra Reforma Laboral que reduce derechos


Convocada por la Confederación General Italiana del Trabajo (CGIL), la manifestación exigió del gobierno italiano una política económica y social alternativa basada en la valorización del trabajo y los derechos fundamentales del trabajo.

Esta multitudinaria manifestación se realiza frente a la adopción por parte del Parlamento italiano de una reforma laboral denominada “Jobs Act” propuesta por el gobierno del Partido Demócrata dirigido por el primer ministro Matteo Renzi que pretende modificar el artículo 18 del Estatuto de los Trabajadores (que contempla la reintegración de los trabajadores despedidos injustificadamente) y reducir derechos laborales a fin de “incentivar el empleo” y superar la crisis económica por la que atraviesan actualmente.

La secretaria general de la CGIL, Sussana Camusso, expresó “nosotros estamos aquí para decir a este gobierno que el único centro importante es el trabajo”. “No hay salida a la crisis sin trabajo, trabajo bueno, tutelado, no como está haciendo el gobierno con reducción de los derechos y salarios más bajos”.

“Sabemos que no basta con decir de tener una esperanza, es necesario tomar decisiones y la primera decisión es la de crear trabajo, un trabajo libre que reconozca dignidad a las personas y por esto es que debe ser un trabajo con derechos.”, afirmó Sussana Camusso.

Las imágenes de esta multitudinaria manifestación pueden ubicarse en el siguiente link:
https://www.flickr.com/photos/17congressocgil/sets/72157648938040742/
 

Reunión Política de Cooperación de la CSA


El martes 28 de octubre se celebró en Paris la Reunión Política de Cooperación de la CSA. La reunión, convocada por el Secretariado de la CSA, contó con la participación de muchas organizaciones solidarias de la CSA, cuales: CUT Brasil; FES Alemania; ISCOD-UGT, Paz y Solidaridad- CC.OO. y Sotermun-USO España; FGTB, FOS, CSC y WSM Bélgica; CGT y CFDT Francia; ISCOS-CISL y CGIL Italia; LO FTF Dinamarca; LO, TCO y OPC Suecia; FNV Mondiaal Holanda.

 

La reunión permitió en primer lugar presentar un balance político de los resultados, prioridades y desafíos de la CSA, con particular atención a la estrategia de implementación de la PLADA, en segundo lugar, definir un mecanismo de seguimiento para promover una mayor coordinación de los esfuerzos de cooperación en las Américas de las organizaciones participantes y de la CSA, para incrementar su impacto y coherencia en el marco de la implementación de la PLADA.

Hay que democratizar la propiedad


En primer lugar, quiero fijar la posición del movimiento sindical sobre el tema de las empresas sostenibles. Las empresas sostenibles no pueden existir si no existe trabajo decente. Esto no es una discusión semántica. No puede concebirse una empresa que sea sostenible si es que no respeta los derechos de los trabajadores.

 

Pero quiero ir más allá diciendo también que no puede haber un mundo, un país, una empresa sostenibles mientras se sigan produciendo hechos como el caso de los “fondos buitre”, que viven de la usura, afectando los derechos de los pueblos, de los trabajadores y de los gobiernos a tener un desarrollo sustentable. Nuestra solidaridad con quienes enfrentan a este tipo de capital.
El continente sigue siendo el más desigual y con una alta pobreza. Hay una política tributaria injusta, y un no respeto en muchos países de los derechos mínimos de los trabajadores y trabajadoras. Pero también hay que mencionar el derecho a la propiedad. Siempre hemos escuchado hablar sobre esto a los señores empresarios y muchos gobiernos y estamos de acuerdo. Pero hay un detalle: el derecho a la propiedad es un derecho humano. En la historia es uno de los primeros derechos. También está reconocido como tal por el articulo17 de la Declaración de Derechos Humanos. El derecho a la propiedad no puede concentrarse en el uno por ciento de la humanidad, sino que debe ser extendido mediante políticas de democratización de la propiedad.

Otro tema de esta reunión será el diálogo social, sobre lo cual queremos llamar las cosas por su nombre. La falta de respeto a los derechos fundamentales del trabajo en nuestros países es lo que explica en esencia el déficit de diálogo social.

Hay que seguir el camino de la reducción de la crónica desigualdad en este continente.

El respecto a los derechos de los trabajadores y mejores salarios se convierte en algo valioso para las sociedades, países y hasta empresarios.

Desde Santiago hay un importante elemento que destacar: la decisión política de algunos gobiernos de la región de paliar los efectos de la crisis del 2008, movilizando recursos con un criterio contracíclico que permitió mitigar los costos sociales.

Las organizaciones sindicales también han desarrollado campañas promocionales de los Convenios Fundamentales de la OIT y de otros convenios pertinentes, como el Convenio 189. Entendemos que al ratificar e implementar dichas normas, cada gobierno mejora las condiciones de trabajo. Este es el gran valor de los principios y objetivos estratégicos de la OIT que las organizaciones sindicales continuaremos promoviendo. 

El movimiento sindical tiene prioridades que presenta aquí. Es una política de multiples niveles para enfrentar la desigualdad. No se refiere solo a la dimensión económica, sino también a las dimensiones social, medioambientales y política.

I. Políticas macroeconómicas

a) políticas de empleo basadas en las conclusiones de la segunda discusión recurrente del empleo (103ª. CIT, 2014), y en el seguimiento de las conclusiones de la discusión del 2015 sobre la transición de la economía informal a la economía formal, aunque sabemos que esto último no alcanza.

b) Políticas de reestructuración productiva con eje en la transformación industrial hacia productos con mayor valor agregado. No podemos seguir exportando solo materias primas.

c) Políticas de integración regional que promuevan un mercado ampliado en el comercio e inversión, destacando en un lugar central a la infraestructura económica.

d) Políticas tributarias para la reducción de la desigualdad primaria y para financiar la política de redistribución secundaria mediante la inversión social.

e) Políticas de salarios como principal instrumento de redistribución y lucha contra la desigualdad, incluyendo los salarios mínimos (Convenio 131), para proteger el nivel de ingresos de los trabajadores no cubiertos por la negociación colectiva, e introducir pautas básicas a la escala salarial.

f) Políticas de extensión vertical/horizontal de la protección social y la seguridad social, promoviendo más ratificaciones del Convenio 102 y la aplicación de la Recomendación 202.

g) Políticas de promoción de servicios públicos universales de calidad, y promoción de mejores condiciones de trabajo para los trabajadores del sector público.

h) Políticas de promoción del empleo de los jóvenes, siguiendo la Resolución a favor de una acción inmediata, renovada y específica dirigida a abordar la crisis del desempleo juvenil (CIT, 2013).

i) Políticas que garanticen adecuadas condiciones de salud y seguridad en el trabajo, promoviendo la ratificación e implementación del Protocolo del 2002 relativo al Convenio 155 sobre seguridad y salud de los trabajadores, y del Convenio 187. Se calcula que en la región hay treinta millones de accidentes de trabajo por año, que ocasionan 200 mil muertes.

j) Políticas de reforma agraria integral como un instrumento de generación de empleo y de redistribución de la riqueza.

k) Políticas para promover una transición justa hacia empleos verdes, siguiendo la Resolución sobre el desarrollo sostenible, el trabajo decente y los empleos verdes(102 CIT, 2013). 

l) Políticas para una migración equitativa basada en el respeto de los derechos fundamentales de los trabajadores migrantes, en brindar oportunidades para obtener un trabajo decente en los países de origen así como en los de acogida, en regular la actuación de las agencias privadas, y en promover la ratificación e implementación de los convenios 97, 143,181.

m) Políticas contra la esclavitud y trabajo forzoso, que promuevan la ratificación e implementación del Protocolo al Convenio 29 ( 103 CIT, 2014).

2. Políticas laborales

a) Políticas de promoción e implementación del respeto a la libertad sindical y la negociación colectiva en base a los Convenios 87, 98, 151 y 154, entendiendo que la aplicación de los mismos no se limita al tema de la falta de inspección laboral sino a la vulneración de derechos fundamentales.

b) Políticas de seguimiento de las recomendaciones de los órganos de control para el pleno respeto de la libertad sindical en cuanto a la legislación y la practica a nivel nacional.

c) Políticas de identificación y eliminación de restricciones legales para el ejercicio pleno de los derechos de libertad sindical y negociación colectiva, extendiendo estos derechos a categorías de trabajadores proclives a la precariedad e informalidad, incluyendo a los trabajadores urbanos y rurales, públicos y privados, fijos y transitorios, dependientes y autó

GTDIH debate las políticas de Industrialización y define plan para Implementación de la PLADA


El encuentro, dividido en dos momentos, tuvo como objetivo debatir las políticas sobre industrialización para la región y las estrategias para la implementación de la PLADA en los niveles nacional e internacional.
 

El primer momento del encuentro fue dedicado al seminario intitulado Las políticas industriales y de complementación productiva ¿claves para una estrategia de desarrollo para las Américas?, realizado conjuntamente con el Banco Interamericano de Desarrollo - BID, la FESUR y el Centro de Formación para la Integración Regional – CEFIR.

El evento contó con la participación del secretariado ejecutivo de la CSA: Víctor Báez, Secretario General; Rafael Freire, Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable; Amanda Villatoro, Secretaria de Política Sindical y Educación; Laerte Teixeira, Secretario de Política Sociales, así como también con la presencia Simone Reperger, directora de la Fundación Friedrich Ebert en Uruguay; Álvaro Padrón, Director de Proyectos de la FES , de los representantes del Banco Interamericano de Desarrollo - BID Gustavo Crespi, Juan José Toccone y Graciana Rucci y de Federico Gomensoro, Secretario Ejecutivo del CEFIR.

En sus palabras de bienvenida, Víctor Báez destacó la importancia del encuentro, por ser la primera vez que el BID y la CSA se encuentran para debatir sobre aspectos centrales del desarrollo en la región. "Este es un evento muy importante, hemos trabajado con FESUR-CEFIR pero es la primera vez que nos reunimos con el BID para discutir sobre políticas industriales y desarrollo", afirmó. Y destacó el papel de la Plataforma de Desarrollo de las Américas: "La PLADA identifica los sueños y aspiraciones desde el movimiento sindical, a pesar de las asimetrías tenemos una sueño común, y en los procesos industriales, la complementación productiva que se puede lograr con la complementación de derechos".

Simone Reperger, directora de la Fundación Friedrich Ebert en Uruguay, afirmó: “Estamos aquí en medio de proceso electorales determinantes para América Latina y reflexionamos sobre los caminos para el desarrollo, el tema de la productividad y los caminos para la integración. No podemos hablar del futuro de los países sino pensamos en el desarrollo industrial y las políticas productivas en el marco de ese desarrollo. Por ello el contenido de la actividad es importante y es posible por las organizaciones presentes, CSA, CEFIR y es importante que el BID mire sobre el desarrollo industrial escuchando a los sindicatos y su apuesta colocada en la PLADA”.


“Nos parece importante el fortalecimiento al movimiento sindical para incidir en los proyectos de gobiernos en nuestros países, y en materia de integración productiva sobre la base de los interese de nuestros países y no de los capitales extranjeros”, afirmó Secretario Ejecutivo del CEFIR, Federico Gomensoro que también destacó la cuestión de las privatizaciones y su impacto en las economías de la región y el tema de la integración regional como respuesta a la crisis económica mundial. “El asunto de la industrialización es un viejo tema del movimiento sindical y no lo podemos hacer si no hablamos del desarrollo y la PLADA es una herramienta para avanzar en el desarrollo industrial y la integración desde la perspectiva del desarrollo sustentable como lo plantea la CSA”, concluyó Gomensoro.

Los representantes del BID Gustavo Crespi, Juan José Toccone y Graciana Rucci hicieran la presentación del Panel, exponiendo el contenido del libro ¿Cómo repensar el desarrollo productivo?: políticas e instituciones sólidas para la transformación económica editado por Gustavo Crespi, Eduardo Fernández-Arias y Ernesto Stein.

http://publications.iadb.org/handle/11319/6634?locale-attribute=es

Sebastian Torres, docente de la Universidad de Uruguay y Ex director nacional de Industrias, hizo un recorrido por las distintas políticas implementadas por los gobiernos los últimos 8 años y las contribuciones para lograr una economía más equilibrada y que respondiera a las necesidades sociales de la población. Rafael Freire, Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable de la CSA, cerró los comentarios de la presentación antes del debate en la plenaria, colocando en la perspectiva de los trabajadores el significado de las políticas de industrialización teniendo en cuenta la existencia de los nuevos paradigmas del desarrollo sustentable, luego de más de 15 años de gobiernos progresistas. En especial señala la madurez del movimiento sindical al formular la PLADA, con una mirada estratégica hacia los próximos 20 o 30 años de la región.

Estrategia de implementación de la PLADA

El segundo día del encuentro fue dedicado al debate sobre las estrategias de implementación de la PLADA, aprobando un plan de trabajo para el próximo año, destacando la articulación de estrategias de Formación, Divulgación-Comunicación e Incidencia Política, las cuales deberán estructurarse y permitir la acción nacional, regional e internacional, desplegando al sindicalismo frente a gobiernos, partidos políticos, movimientos sociales y organismos multilaterales.

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Muchos de nosotros estamos preocupados por nuestros hermanos y hermanas de Guinea, Sierra Leona y Liberia, que están luchando contra la enfermedad viral del Ébola, que arrasa ferozmente y causa estragos en estos países y ha causado una crisis de salud pública sin precedentes en África. A 24 de octubre de 2014, se habían notificado un total de 12.008 casos sospechosos y 5.078 muertes.

El número de víctimas va en aumento, incluso parece posible que el virus esté mutando muy rápido y que puedan pasar varios meses o años antes de que se ponga fin a la epidemia. Innumerables familias están sufriendo la pérdida de sus seres queridos.
Los trabajadores y trabajadoras de la salud están en la primera línea de defensa contra el Ebola, han sido los más afectados y continuarán en peligro de contraer el virus en el curso del desempeño de sus funciones profesionales. Hasta el momento, más de 200 trabajadores y trabajadoras de la salud han muerto y muchos están infectados. Agradecemos su sentido del deber, su valentía y su sacrificio.

El brote del virus del Ebola muestra las grietas profundas en el Sistema Africano de Salud Pública. Es lamentable observar que el acceso a la salud, que se supone que es un derecho humano básico, se ha deteriorado en muchos países africanos. Las infraestructuras de atención de salud, incluyendo las instalaciones hospitalarias, se han deteriorado hasta el punto de que la gente común ha perdido la fe en los sistemas de la salud pública.

Una persona promedio africana no tiene acceso garantizado a servicios de atención de salud de calidad. Un número importante de personal médico (médicos, enfermeras y otros profesionales de la salud) ha abandonado el sector público de salud en busca de mejores oportunidades, ya sea en el sector de la sanidad privada o fuera de África.

Las altas tasas de mortalidad de Ébola en África Occidental se han atribuido en parte a la falta de instalaciones de cuidados intensivos adecuados y de personal para administrar la asistencia sanitaria. Es alarmante que muchos pacientes tengan aún miedo de ir a los servicios de salud de las instituciones que se supone están para salvar sus vidas.

El brote de Ébola es un llamado a los gobiernos africanos a invertir más recursos financieros y humanos en los sistemas de salud pública, y en el desarrollo de infraestructura que garantice a los ciudadanos el acceso a los centros de salud. Salud debe ocupar un lugar prioritario en los presupuestos nacionales de los países africanos.

Como parte de los esfuerzos inmediatos para combatir la pandemia, los gobiernos de los países y las comunidades afectadas están tomando medidas que incluyen el cierre de escuelas, de mercados, o poner en cuarentena a las personas infectadas sospechosas y acordonar zonas con infectados. También está mejorando la conciencia de las prácticas de higiene y salud pública. Por otra parte, los gobiernos de los países afectados han hecho un llamado urgente a la comunidad internacional para acudir en su ayuda en el control de esta pandemia.

La CSI-África se une su voz a este llamamiento para pedir que el mundo se despierte, escuche y haga aportaciones para ayudar a detener esta pandemia que está cortando vidas y torpedea los sueños de muchos en las comunidades afectadas.

La CSI-África también quiere llamar la atención sobre los efectos del Ebola en la economía de las comunidades afectadas, que se ve seriamente afectada. Mercados cerrados, fronteras, oficinas y áreas acordonadas provoca que las actividades económicas diarias se hayan visto afectadas seriamente. Las informaciones que nos llegan muestran que la distribución, disponibilidad y compra de productos esenciales cotidianos está resultando difícil, exacerbando así la crisis humanitaria provocada por el EVD. Esta es una crisis humanitaria que requiere toda nuestra ayuda, incluso la contribución más modesta tiene importancia.

Les llamamos a ustedes, a sus organizaciones y a sus comunidades a unirse a nosotros en nuestro esfuerzo para movilizar donaciones materiales y financieros para ayudar a nuestros hermanos y hermanas en estas comunidades afectadas.

Kwasi ADU-AMANKWAH Secretario General de la CSI Africa

Las donaciones pueden ser enviadas a:

CSI-Afrique, Centro FOPADESC, Agoè, Lomé, BP: 4401- Togo. Cuenta Bancaria: 7080161408998902 con Ecobank. Código Swift: ECOCTGTG. Por favor indique "Fondo Crisis Ébola"

Publicado originalmente en: http://www.ituc-africa.org/Solidarity-Appeal-for-Ebola.html?lang=en

Día Internacional de la No Violencia contra las Mujeres


La Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas – CSA y su Comité de Mujeres Trabajadoras de las Américas – CMTA, hacen un llamado a la acción para la denuncia y eliminación de las persistentes manifestaciones de violencia que enfrentan las mujeres en todos los ámbitos.

Se estima que al menos una de cada tres mujeres en el mundo ha sido coaccionada sexualmente, agredida físicamente o ha sufrido algún otro tipo de abuso en su vida, y que para las mujeres entre los 15 y 44 años dicha violencia es una importante causa de invalidez y de muerte. La violencia contra la mujer es la más generalizada y la más tolerada de las violaciones de los derechos humanos.

Tiene lugar en todas partes: en el hogar, en la escuela, en la calle y en el trabajo. Sólo unos pocos países proporcionan protección frente a la violencia de género en el lugar de trabajo. Las diferentes estadísticas de nuestros países reflejan datos alarmantes de violencia intrafamiliar; sin embargo, ninguna refleja los tipos de violencia que sufren las mujeres en sus lugares de trabajo.

Las mujeres siguen constituyen una proporción creciente de la fuerza de trabajo. Sin embargo, una parte muy importante de las trabajadoras están en pues¬tos precarios, salarios bajos y en condiciones desfavorables. También cada vez mujeres están asumiendo puestos de dirección, las que se enfrenta a pro¬blemas relacionados con la exclusión o asedio moral de los hombres, que las consideran como una amenaza; el acoso sexual y laboral es frecuentemente utilizado como una herramienta de control general.

Ante esto, sigue siendo una necesidad el establecer y mejorar los mecanismos de coordinación, colaboración y actuación conjunta de las administraciones públicas, organismos y organizaciones sociales, para detectar y corregir las deficiencias existentes, que haga posible caminar hacia la finalidad última que es la erradicación de la violencia contra las mujeres.

Pocos países cuentan en sus legislaciones laborales con disposiciones para prevenir, abordar y reparar la violencia de género en el lugar de trabajo. Es por esta razón que el movimiento sindical está proponiendo ante el consejo de Administración de la OIT la adopción de un nuevo Convenio sobre la violencia de género en el lugar de trabajo. No obstante, necesitamos conseguir que una mayoría de los Gobiernos miembros de esta instancia apoye la adopción de esta valiosa norma internacional.

La CSA y su CMTA demanda a sus organizaciones a movilizarse, presionar y convencer a sus gobiernos de que, según lo dispuesto en diversos convenios internacionales sobre derechos humanos, es también responsabilidad de los estados, apoyar esta iniciativa que contribuirá a prevenir, investigar y castigar los actos de cualquier forma de violencia contra la mujer en el lugar de trabajo.
 
¡No más violencia contra las mujeres en los lugares de trabajo!

Presentación de la PLADA en el Ministerio de Trabajo de Argentina


Con la presencia de Carlos Tomada, Ministro de Trabajo de Argentina, de Noemi Rial, Vice Ministra de Trabajo, de Julio Rosales, Director del Departamento Internacional, así como de personalidades del ámbito sindical, empresarial y de ONGs, el Secretario General de la CSA, Víctor Báez, presentó la Plataforma de Desarrollo de las Américas.
 
"Este es un documento destacado para marcar un tiempo inédito que vive la región", dijo el Ministro Tomada al referirse a la exposición de Víctor Báez.

La exposición que desarrolló Báez abarcó desde la situación de las recientes elecciones en países latinoamericanas, pasando por la situación en Europa, hasta llegar a las luchas del movimiento sindical dentro de la propia Organización Internacional del Trabajo por el derecho a la huelga y por preservar la función normativa de la OIT.

Báez se refirió también a la "nueva guerra fría" que ex líderes como Gorbachov afirman que puede desatarse y que otros sostienen que ya está en curso. Agradeció a los gobiernos de Argentina y de Brasil por oponerse en el G 20 a que en las declaraciones se abogue por la flexibilización laboral, la cual es demandada permanentemente por los empresarios, especialmente los alemanes que son el sector empresarial más fuerte de la Unión Europea.

http://www.pagina12.com.ar/imprimir/diario/elpais/1-260806-2014-11-28.html

Inicio del Programa CEPAL - CSA "Formación de dirigentes sobre Desarrollo Sustentable con Inclusión Social"


En la sede de la CEPAL en Santiago de Chile y del Instituto Latinoamericano de Planificación Económica y Social, ILPES, de la CEPAL el lunes, 1º de diciembre, con la participación de 25 dirigentes nacionales y de federaciones sindicales internacionales de la Central Unitaria de Trabajadores, CUT y de la Central Autónoma de Trabajadores, CAT, organizaciones afiliadas a la CSA/CSI en la República de Chile, se dío inicio al Curso "Desarrollo sustentable con inclusión social", evento que culminará el próximo viernes 5 de diciembre.

 

El Curso CEPAL - CSA tiene como objetivo que los dirigentes sindicales de la CUT y de la CAT, amplíen sus conocimientos sobre los fundamentos de las dimensiones políticas, económicas, sociales y ambientales de la Plataforma de Desarrollo de las Américas, PLADA, así como de los planteamientos económicos, sociales y ambientales de la CEPAL, a fin de que estén en condiciones de formular e implementar propuestas de políticas públicas sobre estas áreas del desarrollo de Chile, con gobiernos, partidos políticos, empresarios y organizaciones sociales de la sociedad civil, a través del diálogo social.

El curso se inició con una Conferencia inaugural denominada "La trilogía de la Igualdad" que contiene la actual propuesta de o para el desarrollo de la CEPAL, que contiene tres planteamientos básicos: Ha llegado la hora de la Igualdad; es necesario y urgente un cambio estructural para lograr la igualdad y el cambio estructural tiene que lograrse a través de Pactos Sociales para la Igualdad.

¿Por qué la hora de la igualdad? Porque la crisis quebró la continuidad de un modelo de mercado que estaba y está asociado a dos décadas de concentración de riqueza y de exclusión social que no solo no disminuyó sino que acrecentó la brecha o deuda social.

¿Por qué el cambio estructural con igualdad? Porque el cambio estructural es y debe ser una transformación cualitativa de la estructura productiva que tienda a fortalecer sectores y actividades más intensivos en conocimiento y de rápido crecimiento de la demanda, al tiempo que genere más y mejor empleo. Empleo con derechos es y debe ser la llave maestra de la igualdad


¿Por qué los pactos sociales para la igualdad? A partir de una nueva relación Sociedad, Estado, Mercado, donde se entienda que lo público es un espacio de intereses colectivos y no solo ni exclusivamente el ámbito de acción del Estado, son necesarios acuerdos políticos para nuevos pactos sociales, en el marco de una visión estratégica de desarrollo de largo plazo y desde dentro, que promueva pactos entre actores productivos en las siguientes áreas:

Un pacto fiscal para dotar de recursos al Estado para impulsar políticas para la igualdad, la sostenibilidad y el cambio estructural;

Un pacto para la política industrial para lograr un Estado con capacidad para articular agentes públicos y privados;

Un pacto social y laboral para potenciar la capacidad redistributiva del Estado en distintos ámbitos de la desigualdad y para que la institucionalidad laboral acompañe el cambio estructural, y logre reducir brechas de género, de productividad, de empleo de calidad y de apropiación entre capital y trabajo;

Un pacto para un mayor bienestar social y mejores servicios públicos, tales como transporte, educación, salud y servicios ambientales;

Un pacto para la sostenibilidad ambiental, factor clave en la solidaridad intergeneracional, que permita transitar hacia sendas bajas en carbono, prevenir desastres naturales, evitar la degradación y contaminación del aire, agua y suelo y que proteja la biodiversidad;

Un pacto para la gobernanza de los recursos naturales y para regular con mayor equidad la propiedad, apropiación y distribución de rentas;

Un pacto de la comunidad internacional para el desarrollo y la cooperación más allá del 2015 y que apunte hacia una estructura económica global que garantice sostenibilidad ambiental, bienestar social a la mayoría de la población y que elimine las profundas desigualdades y asimetrías que existen entre las sociedades.

Esta conferencia inaugural contiene los elementos que serán profundizados durante el desarrollo del Curso y que servirán de base para detectar y analizar las coincidencias y/o las divergencias con los planteamientos y propuestas de la CSA contenidas en Plataforma de Desarrollo de las Américas, PLADA, particularmente en el último día del Curso, que facilitará la Compañera Amanda Villatoro en representación del Secretariado de la CSA.

Ex presidente Lula habla de la PLADA durante seminario promovido por la UNASUR


Durante el Seminario Internacional "Integración y Convergencia en América del Sur", desarrollado por la Unión de Naciones Suramericanas (UNASUR), el presidente Luiz Inácio Lula da Silva habló de la Plataforma de Desarrollo de las Américas – PLADA, lanzada por la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas – CSA.

                                                                                                               Foto: La Republica

El seminario integró la "Conferencia de la Unidad y la Integración de América Latina y el Caribe: Pasado, Presente y Futuro" y precedió a la inauguración de la sede permanente de la Unasur en Quito.

En su intervención Lula felicitó la elección de Ecuador para abrigar la sede permanente de la Unasur y afirmó que "Quito se convirtió la capital de la Integración. El hermoso edificio en la Mitad del Mundo será, a partir de mañana, la casa de todos nosotros".

Al saludar la victoria de Tabaré Vasquez, electo presidente del Uruguay, Lula se refirió a las elecciones de Michelle Bachelet en Chile, de Salvador Sánchez Cerén en El Salvador, de Evo Morales en Bolívia y Dilma Rousseff en Brasil, como el “Segundo ciclo” de la integración entre los gobiernos progresistas de la América Latina y Caribe.

Durante la evaluación del proceso de integración en el siglo XXI, Lula resaltó la especial importancia de los gobiernos progresistas en la recuperación del proceso de integración de la región y citó ejemplos como la creación de la Unasur. "En la última década, el proceso de integración, que había sido interrumpido por los gobiernos neoliberales, se reanudó con vigor. Después de todo, somos conscientes de que los retos del desarrollo son comunes a nuestros pueblos y países, por lo que no podemos darnos las espaldas los unos a los otros", dijo.

Al hablar de la crisis económica mundial, Lula pidió refuerzos en los procesos de integración como manera de enfrentarla. “La crisis ha tenido un efecto negativo en las iniciativas de integración. Es como si tuviéramos que esperar hasta que pase la crisis para volver a la dirección de la integración” afirmó el ex presidente que completó diciendo: “Estoy convencido de que es precisamente lo contrario: cuanto más nos integramos, mejores serán nuestras condiciones para enfrentar y superar la crisis. La integración no es un problema, es parte de la solución. Lejos de mantenerla congelada, a la espera de tiempos mejores, lo que debemos hacer es acelerarla".

De esa manera Lula enfatizó las iniciativas positivas de integración comercial entre los países de la región y afirmó la necesidad de integrar también las cadenas productivas, iniciativa que debe estar no sólo en las agendas de los gobiernos, sino también del sector financiero y del movimiento sindical. Por eso afirmó que, en este sentido, considera importante la Plataforma de Desarrollo de las Américas, lanzada en mayo de 2014 por la CSA en Chile.

Al cerrar su discurso el ex presidente, militante asumido de la integración en el continente afirmó: "El verdadero significado de la integración se manifiesta sobre todo en la expansión de los derechos y oportunidades para todos los ciudadanos, que no deben limitarse más a su propio país."

El evento, organizado por el Instituto Lula y el Ministerio de Relaciones Exteriores del Ecuador contó con la participación del nuevo secretario general de la UNASUR Ernesto Samper, de la Secretaria General de la CEPAL, Alicia Bárcena, el ministro de Relaciones Exteriores de Ecuador, Ricardo Patiño y representantes de instituciones multilaterales, como MERCOSUR, Alianza del Pacífico, ALBA, parlamentarios y embajadores.
 
 

¿Hemos ganado o hemos perdido?


Víctor Báez Mosqueira
 
El Frente Amplio ha ganado el ballotage (segunda vuelta) de las elecciones uruguayas, el 30 de noviembre pasado. Antes en Uruguay ganaban los partidos con mayoría simple, pero en las elecciones del 27 de noviembre de 1994 el Partido Colorado (Sanguinetti) obtuvo el 32,35% de los votos, el Partido Nacional -también conocido como Partido Blanco- el 31,21% y el Frente Amplio 30,61%, apenas 1,74 puntos porcentuales por debajo del ganador. Los blancos y colorados no ocultaron su temor a perder en las siguientes elecciones y decidieron dificultar el ascenso del Frente Amplio. Sancionaron en el parlamento, dos años después, la obligatoriedad del segundo turno si nadie obtenía más del 50 por ciento de los votos en la primera vuelta.

Luiz Inácio Lula da Silva saludó la victoria de Tabaré Vázquez durante un evento reciente de la UNASUR realizado en Guayaquil y sostuvo que con la reelección presidencial en diversos países de las Américas “las fuerzas progresistas inauguraron un segundo ciclo de victorias electorales en nuestra región”, refiriéndose a Venezuela, Ecuador, Chile, El Salvador, Bolivia, Brasil, Uruguay y otros.

La gran mayoría de esos gobiernos progresistas en América Latina ha hecho bastante en los últimos años para democratizar la sociedad y la economía, a través de políticas de distribución de renta y de inclusión social. Algunos avanzaron en la democratización de los medios de comunicación y siguen pagando un alto precio por ello. Más caro, sin embargo, les ha resultado a otros no haber emprendido esfuerzos para enfrentar el monopolio comunicacional de los latifundios mediáticos. Los planteamientos de reformas políticas y de combate a la corrupción también han sido parte esencial de las políticas progresistas de democratización de los Estados.

La disputa es global y América Latina es considerada hoy como mal ejemplo por las fuerzas neoliberales globales debido a sus gobiernos progresistas. Lula dijo en su discurso que “los ataques del conservadurismo no se dirigen a cada país aisladamente. Son ataques a la soberanía de toda una región del planeta que está construyendo un vigoroso proyecto alternativo al neoliberalismo, basado en la democracia, en el diálogo y en la búsqueda de formas más justas de desarrollo”.

Los conservadores que han perdido las elecciones quieren obligar a las fuerzas progresistas ganadoras a que implementen los programas de derecha que fueron derrotados en las urnas. Eso está ocurriendo en Brasil en forma intensa. En Chile no quieren dejar que el gobierno de Bachelet devuelva a los trabajadores y trabajadoras sus legítimos derechos que les fueron confiscados por el dictador Pinochet. Muchos dicen en Argentina que en el gobierno que venga después de Cristina Kirchner habrá una “alvearización” de la política (en alusión a Marcelo T. de Alvear quien gobernó de 1922 a 1928 entre las dos presidencias del literalmente radical Hipólito Yrigoyen), queriendo significar una conducción conciliadora y cada vez menos popular.

Por otra parte, como bien lo apunta Lula, la presión no se da solamente a nivel local. Por ejemplo, debe llamarnos la atención que el periódico “El País” de España, muy bien considerado -según me dijeron - en los medios diplomáticos internacionales, traiga en sus ediciones del 1 y 2 de diciembre de 2014 varias recetas sobre lo que debe hacerse en América Latina a partir de ahora. Títulos como “El frenazo económico fuerza a una era de reformas en América Latina”, “Recorte de gasto y freno a la inflación” y “La era de los gobiernos inteligentes en las Américas” - como si los actuales no lo fueran- muestran una opinión clara, sobre todo del sector financiero internacional, ya que no hay que olvidar que los Bancos Santander y BBVA son de origen español y en uno de los artículos se reproducen opiniones del último citado.

“América Latina necesita adoptar una agenda audaz y creíble de reformas estructurales, focalizada en la educación, la infraestructura y el clima de negocios”, dice la nota de “El País”. En otra, alguien del BID dice que los gobiernos deben ser eficaces, eficientes y abiertos. Varios medios de comunicación globales vienen con la misma tónica. No se dice una palabra sobre la inclusión social, porque ella es considerada un dispendio de recursos.

El plan es repetir lo que se hizo en Europa: El capital financiero produjo, con sus desmanes, la crisis internacional. Para intentar resolverla, forzó los recortes sociales en el viejo continente bajo el pretexto de que el Estado de Bienestar era muy caro y un lujo que nadie se puede dar. Conseguido ya más que a medias el objetivo de acabar con la Europa Social, el capital pone los ojos en América Latina. La solución al “frenazo económico” es el “recorte del gasto”. La “cobardía política” –como dice Pepe Mujica-hace que varios gobiernos pasen por alto que las grandes fortunas están en los paraísos fiscales y no se atreven a “cobrarle, pedirle o meterle la mano en los bolsillos” a los millonarios.

La CEPAL dice que el gasto público social por habitante en la Unión Europea de los 27 países es de 9.516 dólares, mientras en Argentina es de 1.384, en Brasil de 1.323, en Uruguay de 1.365, en Paraguay de 119 y en Nicaragua de 117. ¿Qué es lo que se debe recortar más? ¿Dónde?.

¿Qué debemos hacer entonces? ¿Acatar los dictados de la internacional neoliberal, retrocediendo en todo lo que los gobiernos progresistas de América Latina han hecho en los últimos lustros u organizarnos para una fuga hacia adelante, hacia la justicia social, combinando la acción institucional –que no basta por sí sola- con la movilización social –cada vez más indispensable- y con lo que Mujica llama “una revolución cultural” necesaria para cambiar esa mentalidad consumista que nos esclaviza?

Lula nos da la clave para caminar hacia el futuro. Nos dice, por ejemplo, que los intercambios comerciales entre los países de América Latina y el Caribe pasaron de 50.000 millones de dólares a 189.000 millones en solo 10 años. Grandes emprendimientos regionales se están haciendo en sectores como aviación, telefonía, servicios financieros, alimentación, cemento y tecnología de la información, entre otros. La salida a la crisis mundial no puede parar la profundización de la integración, que debe ser acelerada.

¿Cómo será financiado ese proceso de integración? Lula urge el pleno funcionamiento del Banco del Sur, pero dice que también es necesario valorizar más las fuentes existentes, nacionales y multilaterales y aprovechar las oportunidades del nuevo banco de desarrollo instituido por los BRICS. Hay que financiar los proyectos estratégicos pero también a la pequeña y mediana empresa, integrando las cadenas productivas, evitando que puedan ahogar desde

Solidaridad del movimiento sindical de las Américas con los trabajadores y trabajadoras de España


Contra los 8 compañeros sindicalistas la Fiscalía española ha solicitado 8 años de cárcel por participar en la huelga general del 29 de septiembre del 2010 a fin de protestar contra la reforma laboral impuesta unilateralmente por el gobierno español. Esa es la mayor pena que se ha solicitado por hechos similares en el país desde que España llegó a la democracia.
 

José, Raúl, Tomás, Enrique, Rodolfo, Edgar, Armando, Jerónimo participaron en un piquete durante la huelga general y, la casualidad, es que todos los acusados estaban involucrados en la actividad sindical dentro de la empresa Airbus donde trabajaban. Para Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas - CSA no hay ninguna duda que esto representa una política de criminalización de la protesta social y un juicio político contra el derecho de huelga y los representantes sindicales.

La CSA ha enviado una carta de apoyo y solidaridad a los 8 compañeros sindicalistas y solicita a las afiliadas que expresen su solidaridad enviando cartas similares a la siguiente dirección: internacional@ccoo.es

Con copia a iaraqui@ccoo.es, montsemir@ccoo.es, derechoshumanos@csa-csi.org y tur@ituc-csi.org

Desde CSA estamos apoyando las campañas de información y de denuncia que están ejecutando a nivel nacional los compañeros y las compañeras de España y la Campaña de CSI de apoyo al derecho de huelga “HuelgaNoEsDelito” vigente a nivel internacional.

En este link encontrarán la movilización del 13 de octubre, convocada por CSA, frente a la embajada de España en Lima en solidaridad con las/os trabajadoras/es de España:

Solidaridad del Movimiento Sindical de las Américas con los Trabajadores/as de España

Más informaciones sobre el caso: http://www.eldiario.es
 
¡LA SOLIDARIDAD SINDICAL INTERNACIONAL PUEDE HACER LA DIFERENCIA EN ESPAÑA!


Día 12 de diciembre del 2014 - La Huelga General Nacional en Italia


Los sindicalistas quieren, también, presentar sus propuestas en materia económica y social para enfrentar la crisis en Italia. El slogan elegido por las dos confederaciones sindicales italianas es “Così non va!” (“¡Así no va!”).

Una de las medidas adoptadas por el gobierno del partido democrático, dirigido por el Primer Ministro Matteo Renzi, es la llamada “Jobs Act” que reduce derechos laborales e intensifica la flexibilidad laboral en materia de despidos. Esta medida se inscribe en el marco de la política laboral del gobierno italiano con la que se pretende debilitar el sistema de protección social y reducir la tutela en materia de derechos laborales.

La secretaria general de la CGIL, Susana Camusso, ha expresado recientemente en el XVI Congreso de la UIL que “resignarse y esperar no es la opción que un sindicato puede optar porque ello significaría ser parte del problema, cuando el sindicato es la solución”.

Esta huelga general se realiza después de la multitudinaria manifestación nacional del 25 de octubre donde cerca de un millón de trabajadores y trabajadoras, así como jóvenes desempleados y jubilados, se reunieron en la Plaza San Giovanni en Roma para exigir al gobierno italiano una política económica y social alternativa basada en la valorización del trabajo y los derechos fundamentales del trabajo.

Nota CSA: Multitudinaria manifestación en Italia contra Reforma Laboral que reduce derechos

La CSA manifiesta su solidaridad con el movimiento sindical italiano y con los trabajadores y las trabajadoras que vienen luchando día a día para defender los derechos laborales conquistados históricamente en las luchas sociales.

 

Derechos Humanos, 365 días al año

 

                                                  Por Álvaro Herraiz San Martín con modificaciones de Mayra Castro 

Nadie regaló nada. Los derechos humanos han sido conquistados día por día. Hubo y hay una lucha permanente en torno a la construcción y la vigencia de los derechos humanos. La construcción histórica de los derechos humanos ha estado determinada por las luchas, las contradicciones, la pugna entre los intereses de los distintos grupos humanos en determinados espacios y tiempos. La vigencia de los derechos humanos es la cosa menos espontánea que existe. Los derechos humanos se deben reconquistar día por día, sino se convierte en patrimonio de pocos.

El movimiento sindical tiene un rol político fundamental en la construcción de la historia de los derechos humanos y en la lucha por su vigencia en la práctica.

La Confederación Sindical de trabajadoras/es de las Américas (CSA), conforme a sus Estatutos, la Declaración de Principios y Programa de Acción, tiene como objetivo prioritario realizar en las Américas el pleno respeto y la promoción de los derechos humanos en general y en particular por los derechos sindicales y laborales de todas las personas sin distinción alguna y con independencia de que sean nacionales, residentes y extranjeros, del campo y la ciudad, trabajadores/as activos o pasivos/as, de la economía formal o informal, del sector privado o público, con contrato o sin contrato, provenientes de diferentes grupos etarios, hombres y mujeres, dependientes o autónomos.

Uno de los principales retos es la lucha por la efectividad de los derechos humanos. En gran parte de las Américas presenciamos recurrentes asesinatos o amenazas a la vida y la integridad física de sindicalistas, traslados y despidos antisindicales, procesos penales contra sindicalistas, muerte de trabajadores/ras por el uso de amianto, reformas laborales de desmejora de derechos, etc. En algunos países, como Guatemala y Colombia, existen graves violaciones antisindicales y una fuerte impunidad. Asimismo, actualmente somos testigos de cómo las organizaciones patronales han emprendido un ataque sin precedentes contra uno de los derechos humanos más fundamentales: el derecho a la huelga.

Frente a ello, la CSA, como expresión del movimiento sindical de las Américas, reconociendo la necesidad de profundizar las transformaciones impulsadas por los proyectos políticos emancipatorios en curso en el continente, está impulsando la implementación de la Plataforma de Desarrollo de las Américas (PLADA) como formulación política estratégica hacia la superación de los desequilibrios estructurales de la región, con especial enfoque en el desarrollo sustentable.

La PLADA reconoce que no hay democracia sin respeto de los derechos humanos y, viceversa, no hay una democracia real sin la vigencia de los derechos humanos, al declarar que “solo en una sociedad con respeto sustantivo por los derechos humanos integrales se puede construir una democracia real”, y al reconocer el rol de los sindicatos “como instrumento de la democracia y del ejercicio de los derechos humanos para el conjunto de los ciudadanos en todo el Continente”.

Los derechos humanos a la libertad sindical, la negociación colectiva y la huelga son una gran conquista de los trabajadores y las trabajadoras, con los que se fortalece la democracia política y se afirma plenamente la dignidad de la clase trabajadora.
Este Día Internacional de los Derechos Humanos, nuestra CSA, con base en sus instrumentos políticos institucionales, insta a todas y todos a seguir luchando día a día por la vigencia y respeto de los derechos humanos en el Continente.
 

Campaña ¡dame esos cinco! cumple su primera fase en el Día Internacional de los Derechos Humanos


“Al menos 50% de las organizaciones afiliadas a la CSA están suscritas a la campaña ¡dame esos cinco! al 10 de Diciembre -Día Internacional de los DDHH.”
 
 


La juventud trabajadora y los derechos humanos

Las personas jóvenes representan el 24,5% de la población total de la Región (232 millones). Alrededor de 156 millones son adolescentes y jóvenes entre 15 y 29 años. 

39% de las y los jóvenes viven en situación de pobreza. La pobreza juvenil en el área rural es de 46,8% y la pobreza en la zona urbana es de 25,5%. En una región étnica y culturalmente diversa, las y los jóvenes indígenas representan el 50% del total de la población joven.

Según datos de la OIT, la precariedad de la inserción laboral de las y los jóvenes continúa siendo una característica persistente en la región: el desempleo medio, superior al 14%, triplica la tasa de los adultos, situación que es más grave entre las mujeres, la población indígena y la población afro-descendiente. Uno de cada cinco jóvenes de la región, entre 15 y 24 años, ni estudia ni trabaja. Entre los jóvenes que trabajan, un elevado porcentaje lo hace en condiciones precarias: sólo el 37% cotiza a un seguro de salud y el 29% a un sistema de pensiones, y más de la mitad (55,6%) tiene un empleo informal.

Por eso, la CSA reitera siempre “su compromiso de organizar y empoderar a la juventud trabajadora como sujeto activo, social, sindical y como una condición necesaria y urgente para fortalecer las luchas de la clase trabajadora de las Américas.”

Participación y promoción de las y los jóvenes

Para poder cambiar la situación actual de las juventudes, resulta importante generar procesos de participación y promoción de las y los jóvenes en las estructuras sindicales y en los mecanismos de dialogo social, para lograr sus reivindicaciones en la propuesta de un modelo de desarrollo alternativo y sustentable.

Como parte del Plan de Trabajo del Comité de la Juventud Trabajadora de las Américas (CJTA), la CSA propone acompañar a la juventud en el accionar sindical en la región, a través de la campaña ¡dame esos cinco!
 

¿En qué consiste la campaña?

La campaña ¡dame esos cinco! compromete a hombres y mujeres jóvenes a generar acciones de incidencia y movilización para lograr cambios en los porcentajes de participación juvenil, en la percepción del trabajo de los jóvenes en los sindicatos, así como también en las reivindicaciones de los derechos laborales de las y los jóvenes trabajadores.

Invitamos a todas las centrales afiliadas y/o fraternas de la CSA a sumarse a la campaña, para ello pedimos de favor completen el formulario de adhesión a la campaña, respondan al breve cuestionario y lo remitan a la Secretaría de Política Sindical y Educación de la CSA, al correo: marcelo.alvarenga@csa-csi.org

El CJTA ha recibido comunicaciones de las Secretarias de Juventud de algunas organizaciones afiliadas e fraternas a la CSA, donde les informan el interés de adherirse a la campaña. De momento se está supliendo algunas necesidades en cuanto a la solicitud de materiales externos para lanzar la campaña en los países donde se encuentran dichas centrales.

Debemos realizar mayores esfuerzos para lograr que la dirigencia de las centrales se comprometa más con la campaña y puedan acompañar a las juventudes en el diseño y realización de la estratégia de organización juvenil de cada Secretaría de Juventud.

Proponemos:

1- Hacernos llegar el Formulario de Adhesión a la Campaña a la menor brevedad posible. Pueden descargar este formulario en nuestro sitio web: http://www.csa-csi.org/index.php?option=com_docman&task=cat_view&gid=383&Itemid=181&lang=es

2- Hablar sobre la Campaña en todos los espacios posibles e iniciar planificación estrategia de organización de jóvenes en las centrales.

3- Sumarse a las acciones de la Campaña en las redes sociales, específicamente en twitter estamos lanzando una nueva acción:
Incrementar número de “seguidores” en nuestro twitter: https://twitter.com/dameesoscinco

La meta es 2,000 seguidores.

El material y los recursos de la campaña ya están disponibles en el sitio web de la CSA (www.csa-csi.org). Las actualizaciones de la campaña se publicarán en los diferentes medios de comunicación del CJTA y la CSA; además, se compartirán actualizaciones semanales en nuestras páginas oficiales de twitter: https://twitter.com/dameesoscinco y facebook: https://www.facebook.com/pages/Dame-esos-cinco/1504490553100331
 
¡Felicitaciones por el maravilloso trabajo - Gracias por sumarte a la campaña!
Reivindica los derechos de la juventud, por ti, tus amigos y amigas ¡dame esos cinco!

CSA condena la reacción del Estado mexicano ante el caso de Ayotzinapa


En el Día Internacional de la Defensa de los Derechos Humanos – 10 de diciembre - la CSA y la CSI manifiestó nuevamente (así como señalado en carta CSI el día 8 de octubre) su posición ante el caso de los estudiantes desaparecidos de Ayotzinapa, que fue el detonante para evidenciar un problema estructural en México de violación sistemática de derechos humanos e impunidad.
 

                                                              Por Sofía González con modificaciones de Mayra Castro 

El 26 de septiembre 43 estudiantes de la Escuela Rural Raúl Isidro Burgos, en la Ayotzinapa, fueron reprimidos por fuerzas policiales y después entregados por ellos al grupo narcotraficante Guerreros Unidos, mientras hacían una protesta. Seis alumnos murieron en el acto, once quedaran heridos y cuarenta y tres fueron desaparecidos. En la conmoción social que la población empezó por exigir la aparición de los estudiantes, surgieron innumerables denuncias de desapariciones en México en los últimos años, lo que evidencia que el caso de Aytzinapa no es aislado, sino una situación generalizada.

No obstante, la reacción de las autoridades estatales ante el caso, fue una negligente búsqueda por respuestas y reparación, además de represión – deteniendo arbitrariamente 11 manifestantes el día 20 de noviembre – y aprobando cambios en los artículos 11 y 73 de la Constitución Política, lo que posibilita una acción “antimarchas”.

Para Amnistía Internacional esta situación revela que México vive una “crisis humanitaria”, mientras la organización Human Rights Watch calificó el crimen como “uno de los más graves registrados en la historia contemporánea del México y de Latinoamérica”. Asimismo la Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH) firmó un acuerdo de cooperación técnica para la búsqueda de los estudiantes desaparecidos y el Alto Comisionado de Naciones Unidas en México reiteró su respaldo a las demandas de justicia de los familiares y compañeros de los normalistas.
  
La CSA y la CSI enviaron ayer al gobierno mexicano una carta (conforme anexo) y solicitaron a sus afiliadas su solidaridad para el envío de cartas similares, exigiendo lo siguiente:

• Investigar exhaustivamente el caso determinando el paradero de los 42 estudiantes desaparecidos y sancione a los responsables materiales e intelectuales.
• Asistir a los familiares de las víctimas de manera integral.
• Poner en libertad a los 11 manifestantes injustamente encarcelados el día 20 de noviembre de 2014.
• Revocar los cambios en los artículos 11 y 73 de la Constitución Política.
• Detener la represión y la criminalización de la protesta social.
• Utilizar la capacidad transformativa de los movimientos sociales, sindicales y juveniles que están en la calle para cambiar esta situación de manera urgente.

La CSA considera que el Estado mexicano debe adoptar todas las medidas de rigor necesarias para garantizar que hechos como los registrados no vuelvan a suceder y “resolver las causas estructurales subyacentes a las desapariciones forzadas en México, para ponerles fin.”, conforme lo expresado por la Presidenta de la CIDH, la Comisionada Tracy Robinson.
 
Aquí la carta de CSA dirigida al gobierno de México.

Sindicalismo Internacional participa en la Marcha en Defensa de la Madre Tierra promovida por la Cumbre de los Pueblos

 

Frente al Cambio Climático, miles de personas pertenecientes a movimientos ambientalistas, de mujeres, estudiantes, campesinos, indígenas y sindicalistas (representado por la delegación de la CSI-CSA) marcharon por la capital peruana exigiendo de las autoridades nacionales e internacionales reunidas en la COP20 compromisos firmes y vinculantes para frenar el calentamiento global.

La sociedad civil en la COP20

Mientras autoridades oficiales del mundo se reúnen en la COP20 para hablar sobre soluciones para el cambio climático, los movimientos sociales, organizados en la Cumbre de los Pueblos, exigen acciones verdaderas que frenen en consumo irracional y garanticen el desarrollo sostenible de todos los pueblos.

En la COP 19 realizada en Varsovia (Polonia) las redes internacionales de la sociedad civil se retiraron ante un escenario considerado frustrante por la ausencia de compromisos de los Estados.

Ahora, las miradas del mundo se encuentran atentas a la evolución de las negociaciones en la COP 20 donde se debe llegar a un borrador de nuevo pacto climático mundial que deberá ser finalmente adoptado por la COP 21 a realizarse en diciembre del próximo año en París, Francia.

El nuevo acuerdo climático reemplazará al Protocolo de Kioto. Hay expectativa por que la expresión de los pueblos contribuya a mejorar el contexto en que se desarrollan las negociaciones.


En la Plaza San Martín, en el cierre de la marcha, los representantes de las organizaciones y movimientos sociales, hicieron uso de la palabra destacando la fuerza de la movilización y la importancia ciudadana de la Cumbre de los Pueblos. Allí, Antolín Huáscar, vocero de la Cumbre de los Pueblos, exigió "cambiar el sistema capitalista para salvar a la Madre Tierra”.
En nombre de las mujeres la coordinadora internacional de la Marcha Mundial de las Mujeres, la mozambiqueña Graça Samo, destacó que “El despojo de nuestras tierras, de nuestros medios de trabajo, de nuestras aguas, bosques y mares es cada día más visible".

Los jóvenes fueron representados por Aymara León, estudiante de la Universidad Católica y representante del comité de la Cumbre de los Pueblos que afirmó “los gobiernos buscan dar falsas soluciones al cambio climático, en la Amazonía se están contaminando los ríos, en todas las regiones hay contaminación y nuestro gobierno tiene la hipocresía de decir que está organizando una COP20 para solucionar el cambio climático cuando sacó un paquetazo ambiental (Ley 30230) por eso los jóvenes nos estamos levantando por soluciones reales que cambien el sistema y no el clima”.

Iván González Alvarado, coordinador político de la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas – CSA habló en nombre de los/as trabajadores/as. “Nosotros, del movimiento sindical, congregados con los hermanos y hermanas indígenas, campesinos, mujeres, estudiantes, ambientalistas decimos NO a este capitalismo salvaje que destruye el planeta, concentra las riquezas, explota los pueblos y destruye la tierra y la humanidad”.

Además “llamamos a la movilización permanente para impedir que sea la concentración de la riqueza en pocas manos la que nos condene a nosotros y a nosotras y a las generaciones futuras a vivir en miseria y pobreza. Demandamos medidas que garanticen la transición justa hacia a un planeta sostenible. Demandamos trabajo con derecho, con protección social, con justicia para todas y todos para impedir que la pobreza siga llevándonos por el camino de la miseria humana. Llamamos a la Unidad de todos y todas que hoy en Lima hemos demostrado que es posible cuando el bien común de la salvación de la humanidad nos convoca”.

Las Cumbre de los Pueblos continuará hasta día 12 de diciembre, donde adoptará las Declaración Final con la posición de los movimientos sociales sobre el resultado de las negociaciones de la COP 20 y los acuerdos unitarios de los movimientos.

Con informaciones de lo sitio web: http://grupoperucop20.org.pe/
 

15 de diciembre del 2014 - Huelga General Nacional en Bélgica


Junto a numerosas asociaciones las centrales convocan la huelga a fin de protestar contra los planes de austeridad y las políticas sociales y laborales del Gobierno belga liderado por el liberal Charles Michel.
 

                                                                 Por Antonio Ponte con modificaciones de Mayra Castro 
 
Entre las medidas que pretende adoptar el gobierno belga figuran, el retraso de la edad para jubilarse (de 65 a 67 años), las reformas en las pensiones, el abandono de la indexación de los salarios sobre el costo de la vida que reduce el poder adquisitivo de la clase trabajadora, el deterioro de los servicios públicos, el desmantelamiento de la seguridad social y la exclusión del subsidio de empleabilidad destinado a 55 mil personas en enero de 2015.

Esta Huelga General Nacional complementa las jornadas de huelgas regionales en Bélgica para protestar contra las políticas sociales y laborales y los recortes presupuestarios que está llevando a cabo el Gobierno belga, el cual ha utilizado la represión contra quienes han participado de los piquetes limitando con ello el derecho de huelga.

Este no es un caso aislado. Similares movilizaciones nacionales se vienen llevando a cabo en otros países europeos, entre ellos España, Italia, Grecia, donde se pretende imponer planes de austeridad en desmedro de los derechos e intereses de los trabajadores y las trabajadoras. Al igual que en España y en Italia, el movimiento sindical belga se ha puesto de pie para luchar contra este tipo de medidas y defender el derecho humano a la huelga.

Nota España: http://www.csa-csi.org/index.php?option=com_content&task=view&id=7830&Itemid=236&lang=pt

Nota Italia: http://www.csa-csi.org/index.php?option=com_content&view=article&id=7831%3Adia-12-de-diciembre-del-2014--la-huelga-general-nacional-en-italia&catid=23%3A-1&Itemid=258&lang=pt

La CSA manifiesta su solidaridad con el movimiento sindical belga y con los trabajadores y las trabajadoras que vienen luchando día a día para defender los derechos laborales conquistados históricamente en las luchas sociales.
 

Declaración de Lima - Cumbre de los Pueblos Frente al Cambio Climático




DECLARACIÓN DE LIMA

La Cumbre de los Pueblos frente al Cambio Climático, realizada en Lima del 8 al 11 de diciembre de 2014, es expresión de los procesos de movilización y resistencia emprendidos por una diversidad de organizaciones, movimientos, plataformas, redes y colectivos sociales, sindicales, de mujeres, campesinos, indígenas, juveniles, ambientalistas, religiosos, artísticos y culturales peruanos e internacionales. Nos reunimos para seguir debatiendo y compartiendo las múltiples formas de lucha y resistencia, por la construcción de la justicia social, contra el sistema capitalista patriarcal, racista y homofóbico, por el respeto de las diversas formas de vida, sin explotación ni expoliación de los bienes de la naturaleza, por la capacidad de los pueblos de decidir sobre sus fuentes de energía, comunitaria, por la reducción de las desigualdades sociales así como promover el Buen Vivir como modelo de vida en armonía con la Naturaleza y la Madre Tierra.

El capital busca hacer frente a su crisis sistémica imponiendo la captura el agua, el saqueo de los territorios y el patrimonio natural, la depredación, la producción de combustibles fósiles, la mayor explotación de los trabajadores y trabajadoras, la represión de los movimientos sociales y la violencia física y psicológica, aumenta múltiples formas de criminalización de las luchas, de los pueblos, de militarización y control territorial. Todo esto es alentado por las corporaciones mediáticas. Además, a esta realidad hay que sumarle la captura de los Estados y de sus burocracias por el poder económico, el pago de las deudas injustas y corruptas, y una diversidad de hechos que benefician exclusivamente a los verdaderos poderes tras los gobiernos de turno, dóciles al mandato de las empresas nacionales y las grandes corporaciones transnacionales y sus operadores políticos.

En esta coyuntura la Cumbre de los Pueblos representa la voz de los sectores explotados y oprimidos del mundo, de los marginados por un sistema económico y cultural que los subordina a los sectores racistas, fundamentalistas, machistas y patronales que se benefician del modelo capitalista. En este momento crucial que atraviesa la humanidad, en el que el gravísimo cambio climático que sufrimos exige acciones urgentes de parte de la sociedad global, demandamos a los Gobiernos –y al Sistema de Naciones Unidas reunido en la COP 20–la adopción de acuerdos que respeten y valoricen la vida de los pueblos originarios, campesinos y urbanos, y que promuevan la preservación de la biodiversidad global. Rechazamos cualquier mecanismo de mercado que se plantee como solución a los problemas climáticos y ambientales.

Quienes nos reunimos en esta cumbre, recogemos y hacemos parte de procesos de luchas anteriores que se han tejido en nuestros pueblos, y llegamos a este momento con esa fuerza y construcción colectiva. A partir de ello expresamos y demandamos:
A los Gobiernos del mundo que respeten nuestros territorios, derechos y modos de vida, nuestras culturas, costumbres y cosmovisiones sobre la vida y el mundo que habitamos. Denunciamos la explotación de nuestros recursos naturales y territorios por parte de las industrias extractivas, que afectan nuestras formas de sustento, nuestra fuente de identidad y la relación armoniosa de nuestras comunidades con la Madre Tierra.

Demandamos el reconocimiento de la propiedad territorial de las comunidades que tradicionalmente han vivido en sus tierras. No aceptamos el control externo de los territorios, ni los procesos de negociación e implementación de las falsas soluciones al clima. Los Gobiernos deben tener como eje central el respeto de nuestras formas de vida ancestrales y el reconocimiento a nuestra autodeterminación como naciones y pueblos originarios.

Asimismo, aclaramos que el conjunto de iniciativas orientadas a revertir la destructiva tendencia climática hacia la que ha sido conducido nuestro planeta, deben considerar las responsabilidades históricas de los países desarrollados y el reconocimiento y reparación de la deuda histórica y ecológica que tienen con el Sur global. En particular, las corporaciones transnacionales de capital privado de los países desarrollados deben ser responsabilizadas por sus acciones y prácticas a nivel global. Exigimos plena justicia en los casos de contaminación por parte de Newmont, Doeran en Perú, y la Chevron-Texaco, entre otras, la cual en su paso por la Amazonía dejó como legado uno de los mayores ecocidios de la historia del planeta.

A los Gobiernos y empresas les exigimos aceptar y respetar nuestro derecho humano a un trabajo digno, con pleno ejercicio de los derechos individuales y colectivos, y que se garantice un proceso de transición justa en un mundo que nos permita mejorar la calidad de vida. Demandamos garantías al acceso universal a los sistemas de protección y seguridad social, el respeto de nuestra libertad sindical y a una repartición justa y equitativa de la riqueza producida con nuestro trabajo y conocimientos.

Consideramos que ninguna acción para enfrentar el cambio climático será eficiente o viable si no se promueve con políticas públicas efectivas a favor de la pequeña agricultura familiar y campesina, la reforma agraria, la soberanía y seguridad alimentaria de nuestros pueblos, la producción auto sustentable, con base agroecológica, autóctona y libre de transgénicos y agrotóxicos, orientada al consumo humano y a la preservación de nuestra biodiversidad. Creemos que para avanzar hacia un mundo justo y una economía local, solidaria, cooperativa, feminista y comunal, es fundamental reconocer el derecho humano a la alimentación, así como el gran aporte de la agricultura familiar campesina, que contribuye con más del 70% de la alimentación del mundo. Exigimos frenar la producción y expansión de los agrocombustibles, que promueven la deforestación, erosión de las tierras, contaminación de las fuentes del agua y aire, y significan una forma de recolonización territorial.

Como expresión de esta estrategia del capital, en los últimos años se han agudizado los procesos de privatización, mercantilización y financiarización de la naturaleza, expresados en los principios de la economía verde, que nos presenta las falsas soluciones a la crisis climática. Algunas de ellas son: Mecanismos de Desarrollo Limpio (MDL), proyectos de Reducción de Emisiones por Deforestación y Degradación de los bosques (REDD), transgénicos, agrocombustibles, geoingeniería, megaproyectos hidroeléctricos, centrales nucleares, fractura hidráulica (“fracking”), agricultura climáticamente inteligente.

La estrategia del capital pasa también por lo que llamamos arquitectura de la impunidad de las corporaciones transnacionales y gobiernos, a través de los tratados de libre comercio y protección de inversiones, entre otros, que pretenden privatizar servicios esenciales como el agua, la educación, salud y vivienda, y atentan contra los derechos humanos de trabajadores y de los pu

La CSA condena la política de flexibilización laboral del gobierno peruano



                                                                                         Por Danielle Pereira con modificaciones 
 
El 21 de julio del presente año la CSA manifestó su preocupación por el paquete de medidas legislativas y administrativas adoptadas, bajo el motivo de reactivar la economía peruana, que flexibilizan la protección laboral en materia de prevención de riesgos laborales, inspección laboral, sanción penal a los infractores de las normas sobre salud laboral y protección ambiental.

El Gobierno peruano no sólo no ha revertido estas normas flexibilizadoras sino que además continúa adoptando medidas que implican una regresión de derechos laborales. Esto a través de recientes iniciativas gubernamentales, que reducen sustancialmente derechos laborales de los jóvenes que ingresen al empleo, facilitan el despido colectivo por motivos económicos, restringen el arbitraje potestativo en la negociación colectiva, limitan las atribuciones de los inspectores del trabajo, limita la negociación colectiva en el sector público para cada 2 años con exclusión de reivindicaciones económicas profundizando la desigualdad entre las/os trabajadoras/es del sector público y el sector privado, entre otras medidas.

Los diversos gremios empresariales han puesto en marcha en el Perú una intensa campaña encaminada a exigir al Gobierno la flexibilización de la protección en materia laboral, aprovechando la supuesta fase de desaceleración del crecimiento económico. Frente a ello, las organizaciones sociales y sindicales así como un amplio sector de profesionales y especialistas han rechazado esta campaña poniendo en cuestión la idea que la flexibilización laboral favorece la formalización sustentando por el contrario la necesidad de promover el respeto de los derechos fundamentales del trabajo.

La CSA ha enviado una carta de condena al gobierno peruano donde se insta a no continuar con esta política de flexibilización y reducción de derechos laborales que, lejos de reactivar la economía peruana, conducirá a la precarización de las condiciones de trabajo y la reducción de la calidad de vida de los peruanos y peruanas.

Carta CSA dirigida al gobierno
 

Informe Final de la Comisión Nacional de la Verdad de Brasil



                                                                       Por Sindicato dos Bancários de Santos e Região

La CNV fue creada en mayo de 2012 para investigar y esclarecer -indicando las circunstancias y la autoría- las graves violaciones de derechos humanos practicadas entre 1946 y 1988 a fin de efectivizar el derecho a la memoria y la verdad histórica y promover la reconciliación nacional. La CNV recogió 1121 testimonios, realizó 80 audiencias y sesiones públicas en el país, centenas de diligencias de investigación, entre ellas decenas de pericias.

El Informe Final está dividido en tres volúmenes.

- El primer volumen enumera las actividades realizadas por la CNV en busca de la verdad, describe los hechos examinados y presenta las conclusiones y recomendaciones de los miembros de la CNV para que los hechos allí descritos no vuelvan a repetirse.
- El segundo volumen reúne un conjunto de textos producidos por miembros de la CNV, originados a partir de las actividades desarrolladas en los grupos de trabajo, integrando víctimas, familiares, investigadores e interesados.
- El tercer volumen es integralmente dedicado a las víctimas. En este último volumen 434 muertos y desaparecidos políticos tienen reveladas su vida y las circunstancias de su muerte.

En el siguiente enlace es posible descargar y visualizar el Informe Final de la CNV. http://www.cnv.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=571

Grupo de Trabajo “Dictadura y Represión a los trabajadores, las trabajadoras, y al movimiento sindical” de la CNV

Las centrales sindicales de Brasil -entre ellas CUT, UGT y Força Sindical- tuvieron una importante participación a través del Grupo de Trabajo “Dictadura y Represión a los trabajadores, las trabajadoras, y al movimiento sindical” (GT) de la CNV, coordinado por la Dra. Rosa Cardoso, destacando las Recomendaciones propuestas a la CNV el 17 de octubre donde se sugirió, entre otros puntos, reformas en la legislación, como la revisión de la Ley de Amnistía para que los actores que cometieron crímenes de lesa humanidad puedan ser juzgados penalmente (conforme con la sentencia "Araguaia" de la CIDH), la desmilitarización de las fuerzas policiales y el establecimiento de una entidad estatal permanente destinada a dar seguimiento a las conclusiones de la CNV. (https://trabalhadoresgtcnv.files.wordpress.com/2014/10/pag_blog.jpeg)

El GT de los trabajadores de la CNV constituye un ejemplo valioso de trabajo colectivo, con la participación de todas las centrales sindicales brasileñas. Su trabajo fue exitoso en estudiar profundamente y visibilizar las violaciones de los derechos humanos de los/as trabajadores/as durante la dictadura, a través de decenas de investigaciones, audiencias públicas y visitas en loco.
Una gran contribución es el texto "Violaciones de Derechos Humanos de los Pueblos Indígenas" (Volumen II), donde se reconoce como un avance “el reconocimiento por parte del Estado brasileño de su responsabilidad, por acción directa u omisión, en el despojo de las tierras indígenas ocupadas ilegalmente en el período investigado y en las demás graves violaciones de derechos humanos que se operaron contra los pueblos indígenas”. (http://migre.me/nqewe)

Culpabilidad de las empresas privadas en las violaciones masivas de derechos humanos

También fue notable el esfuerzo del GT de identificar la culpabilidad de las empresas privadas en las violaciones masivas de derechos humanos durante el régimen militar, por ejemplo a través de la creación de "listas negras" de activistas sindicales prohibidos de conseguir empleo en determinados sectores, la denuncia ante autoridades militares de trabajadores sospechosos de fomentar actividad sindical o política "ilegal", y su aprobación y complicidad en la práctica de eliminar juntas directivas sindicales que fueron democráticamente elegidas por sus miembros, reemplazándolas con interventores nombrados por las autoridades militares.
El GT de los trabajadores entregó formalmente un informe sobre la persecución a la clase trabajadora durante la dictadura (1964-1985), que contiene el nombre de 114 trabajadores/as urbanos cuyo asesinato ha sido comprobado, una lista con dos decenas de empresas –públicas y privadas-, y una serie de documentación y testimonios que comprueban la colaboración de empresarios y empresas no solo con el golpe de Estado sino además con la implementación del sistema de represión y vigilancia. Las empresas que tuvieron especial participación en el sistema de represión serán convocadas a audiencias públicas que realizarán las Comisiones Municipales y Estaduales que continuarán funcionando luego de la conclusión del trabajo de la CNV.

La Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas está plenamente involucrada en los procesos de Memoria, Verdad, Justicia y Reparación que posibilitan la memoria histórica, permiten ejercer el derecho a saber la verdad y coadyuvan al combate de la impunidad frente a estos crímenes de lesa humanidad.

El movimiento sindical tiene un rol fundamental para vigilar que esta práctica cruel, criminal y genocida de las dictaduras, en alianza con grupos empresariales, no vuelva a repetirse.

Prioridades de la Agenda de la CSI para 2015

 

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Abordar la explotación en las cadenas mundiales de suministro, hacer campaña contra la esclavitud moderna y luchar por una transformación industrial que permita reducir las emisiones de carbono, serán los "frentes" de las actividades e iniciativas que se llevarán a cabo en 2015, establecidos tras la reunión anual del Consejo General de la CSI que finalizó el 18 de diciembre en Bruselas.

"Tenemos un ambicioso programa de trabajo para el próximo año, conforme al plan de desarrollar el poder de los trabajadores y trabajadoras que establecimos en nuestro Congreso celebrado en Berlín el pasado mes de mayo", ha expresado la Secretaría General de la CSI Sharan Burrow. "El grado de explotación que existe en las cadenas mundiales de suministro, la aceptación de la esclavitud moderna en la economía mundial y el fracaso de los Gobiernos y de gran parte de la industria a la hora de afrontar la realidad y los efectos destructivos del cambio climático, constituirán los ejes centrales de una ambiciosa agenda de la CSI para el año que viene. Junto con nuestras afiliadas nacionales y las estructuras regionales, con nuestros asociados de las federaciones sindicales mundiales y en alianza con otras organizaciones, vamos a reclamar a los Gobiernos y a los empleadores que rindan cuentas sobre las violaciones de los derechos de los trabajadores donde y cuando se produzcan. Los desafíos son considerables pero estamos preparados para superarlos como un movimiento sindical mundial unido y decidido."

Se aprobó una resolución sobre la defensa del derecho a la huelga que los grupos de los empleadores están atacando en la OIT, la cual incluye el compromiso para llevar a cabo una acción mundial el día 18 de febrero; y se aprobaron también planes para intensificar las medidas orientadas a defender los derechos de los trabajadores y trabajadoras, sobre todo en una lista específica de "países en situación de riesgo". La Declaración de la CSI sobre Riesgos Globaleshttp://www.ituc-csi.org/14o-consejo-general-resolucion?lang=es ha sacado a la luz la reducción del espacio democrático y el aumento del sentimiento nacionalista y extremista, lo que determina una acción más amplia en lo que respecta a las zonas de conflicto, los ataques a la democracia y la confrontación contra la xenofobia y el populismo político. La defensa de los derechos de los trabajadores migrantes, en un mundo que se enfrenta a su mayor crisis de refugiados de los últimos 70 años, ocupó un lugar destacado en las deliberaciones del Consejo. La CSI aprobó una Declaración para su afiliada de Pakistán PWF http://www.ituc-csi.org/14th-general-council-statement-of?lang=en, condenando el brutal ataque terrorista perpetrado esta semana contra una escuela de Peshawar, que se cobró 150 vidas.

El debate del Consejo General sobre el deterioro de la situación económica mundial, con un enfoque particular en la necesidad de los Gobiernos y de las instituciones internacionales de acabar con las destructivas políticas de austeridad y abordar el desempleo y la desigualdad, desembocó en una agenda clara para la defensa y el activismo a favor de la justicia social y económica a lo largo del próximo año. Esto quedó asimismo reflejado en los compromisos de la CSI para concretar la agenda para el desarrollo después de 2015 de la ONU.

Se aprobaron diversos planes destinados a acelerar y profundizar el trabajo de la Academia Mundial de Sindicalización de la CSI, tras la participación de más de 350 alumnos en 2014.

El Consejo también celebró la aprobación por parte del Comité Olímpico Internacional de una serie de criterios relativos a las normas del trabajo para las ciudades que se presenten como posibles anfitrionas para la celebración de futuros eventos olímpicos, y a principios de 2015 se mantendrán debates entre el COI, la CSI y las Federaciones Sindicales Internacionales (FSI) para trabajar en su implementación.

"Este importante paso por parte del COI contrasta considerablemente con la negativa de la FIFA a tomar medidas efectivas contra la esclavitud moderna que existe en las obras de construcción de la infraestructura para la Copa del Mundo del 2022 en Qatar, y con la inquietante decisión tomada por la Asociación Internacional de Federaciones de Atletismo (IAAF) de celebrar el campeonato de atletismo de 2017 en Qatar después de recibir un incentivo de 30 millones de euros por parte de la monarquía del Golfo Pérsico", afirma Burrow. Las organizaciones sindicales nacionales y las FSI informaron sobre sus campañas nacionales y sectoriales diseñadas para poner fin al sistema de la kafala en Qatar, el país más rico del mundo, y en otros estados del Golfo.

El Consejo, constituido por 88 miembros, y que cuenta con dirigentes sindicales procedentes de más de 70 países, es el principal órgano de toma de decisiones de la CSI y sus 176 millones de afiliados y afiliadas entre sus Congresos cuatrienales.

Nueve organizaciones miembros han sido aceptadas como nuevas afiliadas de la CSI: CGTA Argelia, CEDOCUT Ecuador, LLC Lesotho, CITU y CTSP Mauricio, UFTUM Montenegro, CONUSI Panamá, KMU Filipinas y FESTU Somalia. A ZSSS Eslovenia se le ha otorgado el estatus de Organización Asociada a la CSI.
"Nos complace aceptar a estas nuevas organizaciones como afiliadas de la CSI, reforzar su posición en sus respectivos países y permitirles participar plenamente en las tomas de decisiones y en las actividades del órgano sindical mundial", expresó Burrow.
 

AFL-CIO se solidariza con trabajadores/as de descendencia haitiana

06 de enero de 2014: La Federación Estadounidense del Trabajo y Congreso de Organizaciones Industriales (AFL-CIO), afiliada a la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA), reconoce la reciente decisión del Tribunal Constitucional de la República Dominicana como la última de una serie de acciones gubernamentales discriminatorias, para negar la ciudadanía de los dominicanos de ascendencia haitiana, violando así el derecho internacional de los derechos humanos.

La CSA y la AFL-CIO instan al Gobierno de la República Dominicana, a cumplir con la decisión vinculante de la Corte Interamericana de Derechos Humanos, en el 2005, para garantizar el pleno reconocimiento del derecho a la nacionalidad de los dominicanos de ascendencia extranjera afectada por el fallo y también piden al Presidente de la República Dominicana (Danilo Medina Sánchez), que use su liderazgo con el fin de garantizar los derechos de todos los migrantes, ahora y siempre.

Lea a continuación la carta enviada al presidente Danilo Medina Sánchez:
 
16 diciembre 2013

El Honorable Danilo Medina Sánchez
Presidente, República Dominicana
Ave. Mexico, Gazcue
Distrito Nacional
Santo Domingo
República Dominicana

Estimado Presidente Medina:

En nombre de los 12.5 millones de miembros de la Federación Estadounidense del Trabajo y Congreso de Organizaciones Industriales (AFL-CIO), Le escribo para expresar mi profunda preocupación por la sentencia del Tribunal Constitucional de la República Dominicana el 26 de septiembre en relación con las personas indocumentadas que viven en el país. Esta decisión requiere la revisión de todos los certificados de nacimiento dominicanos para identificar a los ciudadanos nacidos de extranjeros indocumentados para que puedan ser despojados de su nacionalidad. Teniendo en cuenta la historia de la nación, está claro que esta medida es dirigida exclusivamente a los hijos de haitianos nacidos en la República Dominicana.

La AFL-CIO reconoce que esta decisión es sólo el último de una serie de acciones gubernamentales discriminatorias en la última década para negar la ciudadanía que les corresponde a los dominicanos de ascendencia haitiana en violación del derecho internacional de los derechos humanos. Nos preocupa que la Junta Central Electoral (JCE) ha identificado ya más de 45, 000 ciudadanos dominicanos a los que planea despojar de su ciudadanía y sujetar al plan de "regularización", diseñado para los extranjeros. Mientras que un plan para regularizar la situación de los migrantes debe ser bienvenida, cualquier plan que trata a los ciudadanos dominicanos como extranjeros y no garantiza el pleno reconocimiento del derecho a la nacionalidad para los dominicanos extranjeros inevitablemente dará lugar a violaciones masivas de los derechos humanos.

La decisión de la Corte Constitucional y el posterior Plan de Nacionalización clasifican como "en tránsito" los haitianos que han vivido en la República Dominicana por generaciones a través de programas de trabajadores huéspedes. Tales argumentos contradicen claramente la decisión en el 2005 de la Corte Interamericana de Derechos Humanos en el caso de los niños Yean y Bosico v República Dominicana.

La AFL-CIO, en colaboración con la Confederación Sindical de las Américas (CSA) insta al Gobierno de la República Dominicana cumplir con la decisión vinculante de la Corte Interamericana de Derechos Humanos y de garantizar el pleno reconocimiento del derecho a la nacionalidad de los dominicanos de ascendencia extranjera afectada por el fallo. También instamos a que usted use su liderazgo para garantizar que la nueva ley de naturalización que está siendo redactada actualmente otorga la ciudadanía inmediata a los afectados por la decisión y trabaje para asegurar que los derechos de todos los migrantes sean protegidos.

Cordialmente,

Richard L. Trumka
Presidente
AFL-CIO
Estados Unidos

Continúa la violencia contra sindicalismo en Guatemala; joven sindicalista guatemalteco es asesinado.


10 de enero de 2013:
Marlon Dagoberto Vásquez López de apenas 19 años, afiliado al Sindicato Nacional de Trabajadores de la Construcción y Servicios de Guatemala (SINCSG) y miembro activo de la red de jóvenes sindicalistas de Quetzaltenango, fue asesinado en Guatemala y su cuerpo fue encontrado este 6 de enero en Concepción Chiquirichapa (Guatemala).

El índice de crímenes contra sindicalistas en Guatemala es preocupante, con 63 asesinatos ocurridos en el país latinoamericano desde 2007, por eso, Guatemala se considera como el país más peligroso del mundo para ejercer la actividad sindical. La CSA quiere que Guatemala cumpla con el compromiso asumido el 26 de marzo de 2013 con el grupo de trabajadores de la Organización Internacional del Trabajo (OIT), para deducir responsabilidades y sancionar a los autores de los crímenes, a la mayor brevedad posible.

Para leer la carta de la CSA enviada al presidente guatemalteco, haga click aqui
 

¡Contra la reducción de la edad laboral en Bolivia!


17 de enero de 2014: La Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA) envió esta semana una carta el presidente boliviano, Evo Morales, criticando la propuesta de reforma legislativa que pretende reducir la edad mínima de admisión al empleo a los 10-12 años, bajo el argumento de garantizar el derecho de los niños al trabajo.

La CSA recuerda que el Estado boliviano se ha comprometido a nivel internacional a establecer medidas de protección especial, sin discriminación de ningún tipo, en favor de los niños, niñas y adolescentes, a establecer un límite de edad por debajo del cual quede prohibido y sancionado el trabajo infantil y a elevar progresivamente la edad mínima de admisión al trabajo a un nivel que haga posible el más completo desarrollo físico y mental de los menores de edad.

El Convenio núm. 138 sobre la edad mínima, ratificado por el Estado boliviano, establece que la edad mínima fijada no deberá ser inferior a la edad en que cesa la obligación escolar, o en todo caso, a quince años. Y el propio Convenio núm. 138 establece que el Miembro cuya economía y medios de educación estén insuficientemente desarrollados podrá, previa consulta con las organizaciones de empleadores y de trabajadores interesadas, si tales organizaciones existen, especificar inicialmente una edad mínima de catorce años.

La carta completa está disponible aquí.

Contra la discriminación racial en el trabajo

27 de enero de 2014: La Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA) comienza 2014 sumando fuerzas al Instituto Sindical Interamericano por la Igualdad Racial (INSPIR), especialmente en el Área de Derechos Humanos. Las organizaciones pretenden desarrollar acciones conjuntas dirigidas al combate a la discriminación racial en el mundo laboral.

Participan del Instituto cuatro centrales afiliadas a la CSA: Central Única de Trabajadores (CUT), Força Sindical y Unión General de Trabajadores (UGT) de Brasil; y la Federación Estadounidense del Trabajo y Congreso de Organizaciones Industriales (AFL-CIO).

El INSPIR es una organización sindical sin fines de lucro, que tiene el objetivo de contribuir con el diagnóstico, perfeccionamiento, desarrollo y adopción de políticas públicas y privadas de promoción de la igualdad racial y de género en especial en las relaciones de trabajo.

Su misión principal es “proporcionar conocimientos a los dirigentes sindicales de las organizaciones asociadas, para la lucha eficaz contra la discriminación, con ética, visión humana y social, la percepción de su papel de agente multiplicador, destinado a la construcción de una sociedad desarrollada, humana, justa y diversa”.

Para mayor información sobre INSPIR, pueden ver la presentación aquí

La página web de INSPIR es www.inspir.org.br

Misión internacional publica relatoría sobre las elecciones salvadoreñas


 

 
 
RELATORÍA DE LA MISIÓN INTERNACIONAL DE OBSERVADORES DE LA CSA EN EL SALVADOR

El secretariado de la CSA mandató a los compañeros Amanda Villatoro y Rafael Freire para encabezar y conformar una misión internacional de observadores electorales internacionales para las elecciones presidenciales realizadas este 2 de febrero, en San Salvador.

La misma estuvo integrada por: Idalmy Cárcamo de la Central Unitaria de Trabajadores de Honduras (CUTH), Darlene Testa de la Central Única de Trabajadores de Brasil (CUT), el compañero Miguel Edwards, de Convergencia Sindical de Panamá, y el compañero José Olvera de la Unión Nacional de los Trabajadores (UNT) de México; así como los compañeros Francisco Quijano y Porfirio Marroquín de la Central Autónoma de Trabajadores Salvadoreños (CATS); Blanca Guardado, Alfredo Osorio y Carlos Tobías, de la Confederación Sindical de Trabajadoras y Trabajadores de El Salvador (CSTS), y del Movimiento de Unidad Sindical y Gremial de El Salvador (MUSYGES), Sarahí Molina, Juan Hernández y Sandra Sorto.

La comisión realizó reuniones bilaterales de trabajo con las centrales afiliadas y fraterna de la CSA para preparar el programa de trabajo, el itinerario de las poblaciones estratégicas y obtener una visión más completa del desarrollo del proceso electoral. También se asistió a la capacitación que impartió el Tribunal Supremo Electoral, así como a un mitin de bienvenida para los dos mil observadores internacionales encabezado por el compañero candidato Salvador Sánchez Ceren, de la fórmula presidencial del Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMLN). Cabe destacar que en esta actividad también participaron los expresidentes Manuel Zelaya de Honduras, Fernando Lugo de Paraguay, la líder indígena y premio Nobel de la Paz, Rigoberta Menchú, así como varios diputados de la Unión Europea, además de destacados internacionalistas.
 

El presidente Mauricio Funes “convocó al pueblo salvadoreño; a ir a las urnas de forma independiente, ordenada y pacífica, para ejercer el más sagrado derecho de un ciudadano que es el derecho al voto y así, poder celebrar como nunca los valores insuperables de la paz y de la libertad, porque sabemos cuánto nos costó en el pasado la construcción de esta democracia, por eso la veneramos y defendemos, la democracia es algo en permanente construcción, a cada día y a cada momento, a fin de garantizar también y de manera muy especial, la inclusión y la participación de todos los ciudadanos y de todas las ciudadanas”.

Después de que los integrantes nacionales de esta comisión emitieron su votos, la misión internacional acompañada por las tres centrales de los trabajadores salvadoreños, se trasladó al Departamento de la Libertad (bastión del Partido Arena), en el municipio de San Juan Opico para asistir a las sedes de las Juntas Recolectoras de Votos (JRV), ubicadas en el centro escolar Santos Novoa y Casto Valladares. Ambas sumaban 20 JRV de un total de 200 (representando una muestra del 10%) en dicho municipio, observando que se habían instalado todas las casillas sin ningún contratiempo y el proceso se desarrollaba en orden, tranquilidad y paz. Las autoridades electorales de las juntas siempre mostraron la mejor disposición y espíritu de colaboración para permitir la observación.

Posteriormente, la misión se trasladó al municipio de Zaragoza, a la JRV ubicada en la escuela José María Cáceres, y la del Complejo Deportivo Municipal de Zaragoza, (con 30 JRV), en donde se encontró que las autoridades electorales asistían a los electores apoyados con tecnología moderna, para ayudarles a ubicar la casilla que les correspondía votar y darle mayor celeridad a la emisión del sufragio.

En el Puerto de la Libertad, la misión internacional se trasladó al Centro Escolar Luz de Sotomayor con 10 JRV, donde fue informada de que el Partido Unidad no cubrió sus puestos y, con base en la Ley Electoral, la junta procedió a suplirlos. Posteriormente, la misión se acercó a la escuela Pedro Pablo Castillo con 9 JRV, en la población El Nuevo Cuscatlán, con fuerte arraigo del FMLN.

Por la tarde de regreso a San Salvador, el departamento más importante por su peso poblacional, fue el Centro Internacional de Ferias y Convenciones (CIFCO) con 65 JRV, ubicadas en el pabellón 1 y 12 de un recinto anexo. Al igual que en las anteriores centros de votaciones se observó una fiesta cívica por la democracia, con muy buena concurrencia de votantes.

A las 17.00 hrs. se procedió al cierre de las votaciones, pudiendo constatarse que en la mayoría de las casillas habían votado alrededor del 50% de los votantes inscritos. Posteriormente, una vez que se retiraron los últimos votantes y en forma ordenada se procedió a realizar el recuento de los votos, en las casillas donde la misión estuvo presente, los resultados favorecieron al Partido ARENA.
 

Cuando se solicitó mayor información sobre los resultados, una militante del FMLN, optimista, informó que significaba un avance importante, ya que en comicios anteriores el Frente perdía en una proporción de 10 a 1 y hoy el resultado arrojaba una ventaja para la derecha de 3 a 2, en una urbanización de capas medias y voto orientado a la derecha.

A la mañana siguiente la misión celebró una reunión de balance junto con las centrales sindicales salvadoreñas, donde se analizó la jornada y se concluyó que el Tribunal Supremo Electoral actuó con gran profesionalidad, tanto en la organización del proceso electoral, como a la hora de realizar el conteo preliminar y dar a conocer los resultados.

Cabe destacar que las elecciones se realizaron con normalidad y en calma, sin aglomeraciones, los incidentes fueron hechos aislados y menores que se resolvieron con agilidad en las juntas recolectoras de votos. También sobresale la participación de las mujeres, con su presencia y actuación en todo el proceso.

De los casi cinco millones de ciudadanos acreditados para votar, participaron cerca del 53% de los electores, pese al voto residencial, lo que refleja una disminución del 10% de participación ciudadana, con relación al año de 2009 que fue de 63%, lo cual repres

Convocatoria al curso a distancia de formación sindical sobre el C.169


12 de febrero de 2014: La Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas (CSA) con apoyo del Programa para Promover el Convenio núm. 169 de la OIT (PRO 169) y la Oficina de Actividades para Trabajadores (ACTRAV-OIT), tienen el placer de enviar la presente convocatoria para invitarles a participar del II Curso a distancia sobre “El Convenio 169 de la OIT relativo a Pueblos Indígenas y su vinculación con otros Convenios Laborales”, el cual se desarrollará entre febrero y abril del presente año.

La descripción del curso esta disponible en el siguiente link  y la ficha de inscripción, la pueden descargar aquí.
El plazo para el envío de la ficha de inscripción termina el día 20 de febrero del presente año. Solo serán registrados/as aquellos/as que envíen los formularios de inscripción a los siguientes correos electrónicos:

derechoshumanos@csa-csi.org 
 
formacion.actrav@gmail.com 
 
benitezc@ilo.org
 
vizquerra@ilo.org


 

No al racismo y a la discriminación en el ámbito deportivo

18 de febrero de 2014: La Confederación Sindical de trabajadores/as de las Américas (CSA), junto con diversas entidades peruanas e internacionales, así como los presidentes de Perú y Brasil; condenan los insultos racistas contra el futbolista brasileño Paulo César Fonseca do Nascimento (‘Tinga’) durante el partido de fútbol entre el Real Garcilaso y el Cruzeiro en el estadio de la ciudad de Huancayo (Perú), la pasada semana; la CSA pide también que la Unidad Disciplinar de la Confederación Sudamericana de Fútbol (Conmebol) investigue tales actos para sancionar a los responsables con el fin de garantizar que en el futuro no ocurran sucesos discriminatorios semejantes.

La nota completa:

“La Confederación Sindical de las Américas (CSA) manifiesta su más enérgico repudio frente a los insultos racistas contra el futbolista brasileño Paulo César Fonseca do Nascimento (‘Tinga’) acontecido durante el partido de fútbol entre el Real Garcilaso y el Cruzeiro en el estadio de la ciudad de Huancayo (Perú), el día 12 de febrero.

Conforme lo informado por los medios de comunicación, diversas entidades peruanas e internacionales, así como los presidentes de Perú y Brasil, han manifestado ante la opinión pública su condena y repudio frente a tales actos de discriminación racial durante el mencionado partido de fútbol por la Copa Libertadores.

La CSA condena la discriminación en todas sus formas y exige en este caso que las instituciones competentes adopten de inmediato las investigaciones pertinentes y las medidas correctivas necesarias a fin de garantizar que en el futuro no ocurran sucesos discriminatorios lamentables como el ocurrido contra el futbolista Tinga.

Esperamos que la Unidad Disciplinar de la Confederación Sudamericana de Fútbol (Conmebol) investigue estos actos discriminatorios y disponga con rigurosidad las sanciones disciplinarias respectivas a los responsables por este lamentable hecho”.
 

Mujica discute el desarrollo sustentable con la CSA



19 de febrero de 2014: El Presidente José Mujica, al recibir la invitación para participar de la presentación de la Plataforma de Desarrollo de las Américas que se realizará en Santiago de Chile, llamó a “alimentar el conocimiento y la cultura de las futuras generaciones de trabajadores” y “cultivar su corazón, talento y compromiso”. Lo sindicalistas que lo visitaron, reconocieron a Uruguay como ejemplo mundial en la protección de sus trabajadores.

El Presidente de la República, José Mujica, acompañado del prosecretario Diego Cánepa, recibió a una delegación de más de 40 integrantes de la Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas (CSA) que se encuentra reunida en Montevideo hasta este miércoles 19. Entre ellos estaban el Secretario General de la CSA, Victor Báez, el Secretario de Política Económica y Desarrollo Sustentable, Rafael Freire Neto, la Secretaria de Política Sindical y Educación, Amanda Villatoro, y el Secretario de Políticas Sociales, Laerte Teixeira.

El motivo del encuentro, que se desarrolló en el piso 11 de la Torre Ejecutiva y se extendió por espacio de 40 minutos, el mandatario recibió la invitación de esa organización para asistir a la presentación de la Plataforma de Desarrollo de las Américas, en un encuentro que tendrá lugar entre la segunda quincena de abril y primera de mayo en Santiago de Chile.
 

Durante la reunión un portavoz de los asistentes identificó a Mujica como “compañero de ruta” y destacó que Uruguay era ejemplo internacional en la protección de los derechos de los trabajadores. Al mismo tiempo, le adelantaron al anfitrión que también extenderán la invitación a la presentación del documento al exmandatario brasileño Luiz Inácio Lula da Silva y la electa presidenta chilena, Michelle Bachelet.

Conocimiento para todos y todas

Al hacer uso de la palabra, Mujica llamó a alimentar el conocimiento y la cultura de las generaciones venideras de trabajadores. Para eso, advirtió que estos deben asistir a las universidades porque “el porvenir es la lucha del conocimiento para todos y todas”. En esa línea de razonamiento conminó a “cultivar el corazón, talento y el compromiso de los trabajadores”.

"Agradezco que los trabajadores se puedan juntar, los acompaño en su lucha. Cuiden las herramientas colectivas. Construyan organizaciones. ¿Qué serían los trabajadores sin sindicatos? preguntó, "menos que una hoja al viento", respondió en otro tramo de su alocución.

Más adelante, Mujica reiteró el concepto que los latinoamericanos asistimos a una época de desafíos en donde el mundo se organiza en gigantescas unidades. "Para ser alguien en ese mundo hay que juntarse, a pesar de los apegos culturales", reclamó.
 

"Debemos ser más internacionalistas y en eso se nos va la vida", expresó "Tenemos un coloquio de altura, discursos integradores de los presidentes pero falta el calor de la urgencia y la demanda de los pueblos", agregó.

Modelo de desarrollo sostenible

La integrante del secretariado de la CSA, la salvadoreña Amanda Villatoro, dijo a la Secretaría de Comunicación que esa organización afilia a más de 52 millones de trabajadores de 27 países de Norte, Centro y Sudamérica.

La referida organización se encuentra reunida en Montevideo para elaborar la Plataforma de Desarrollo de las Américas. El documento, explicó, es producto de un debate participativo e inclusivo desde la perspectiva de los trabajadores que constituye un modelo de desarrollo sostenible y de profundización democrática (desarrollo a partir de la justicia social, del trabajo decente, salarios justos y de educación para todos y todas, respeto al medio ambiente, etc.).
 

Cierre de la evaluación de la primera fase de la Campaña Continental

 

26 de febrero de 2014: Representantes de la Confederación Sindical de Trabajadores/as de las Américas (CSA) asistieron a la última reunión para la evaluación de la primera fase de la Campaña por la Libertad Sindical, Negociación Colectiva y Autorreforma Sindical, este pasado viernes, 21 de febrero.

El acto contó con la presencia de sindicalistas de 16 centrales de 7 países (Argentina, Chile, Guatemala, Honduras, Panamá, Perú y República Dominicana), con miembros de la Red Sindical de Comunicadores (Red SindCom), del Equipo Jurídico Continental (EJC), del Secretariado y del equipo técnico de la CSA y con representantes de la ACTRAV OIT.

La jornada se inició con la reanudación del trabajo en grupos para definir las conclusiones y siguientes pasos de las actividades por la Campaña Continental; participaron representantes sindicales de los restantes países: Perú, Honduras y Chile.

Un segundo paso de la reunión fue la presentación de los puntos en común de la evaluación de la campaña por países; lo que permitió definir los principales acuerdos y compromisos respecto de la misma: impulsar la negociación colectiva por rama en todos los sectores de trabajo, alcanzar la participación efectiva de las mujeres y juventud en los procesos de negociación colectiva, intensificar las acciones de unidad conjunta entre las centrales sindicales, planear la campaña continental como permanente e incorporar los ejes de la campaña como una política permanente en la agenda sindical.

Para finalizar, Víctor Báez, Secretario General de la CSA, manifestaba sus agradecimientos a ACTRAV por el apoyo en la campaña y al gobierno de Noruega por facilitar la realización de este proyecto. También adelantó que el proceso de implementación de la campaña, apoyará la preparación sindical para su participación en la reunión Regional Americana de la OIT (Organización Internacional del Trabajo) en octubre de 2014. Igualmente este será uno de los ejes del II congreso de la CSI (Confederación Sindical Internacional), que trata sobre el fortalecimiento del poder de los/las trabajadores/as, por lo que los resultados de la campaña serán de mucha ayuda.

 

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